Caoa Chery Tiggo 8: 10 fatos importantes sobre o SUV usado no mercado brasileiro
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Caoa Chery Tiggo 8: 10 fatos importantes sobre o SUV usado no mercado brasileiro

O Caoa Chery Tiggo 8, um utilitário esportivo que já possui uma presença familiar graças aos seus sete lugares, foi, por um tempo, o maior SUV fabricado pela montadora sino-brasileira, oferecendo amplo espaço interno e uma vasta gama de equipamentos.

Este artigo detalha dez aspectos relevantes do Caoa Chery Tiggo 8 no Brasil, destacando que ele proporciona conforto, um conjunto mecânico bem estruturado e um custo-benefício competitivo, tanto nas versões zero quilômetro quanto nas seminovas ou usadas.

Histórico e Lançamento

O Tiggo 8 foi inicialmente apresentado na China em 2018 e posteriormente lançado pela Caoa Chery no Brasil em agosto de 2020. Produzido em Anápolis, Goiás, este maior SUV da marca sino-brasileira chegou ao país em uma configuração inicial, introduzindo o motor 1.6 turbo.

Em 2022, a Caoa Chery iniciou a comercialização da versão híbrida plug-in do Tiggo 8, que era importada da China. No mesmo ano, o SUV de sete lugares recebeu a versão Max Drive, equipada com sistemas avançados de assistência à condução (ADAS).

Dois anos após seu lançamento, o Tiggo 8 passou por sua primeira atualização, e os modelos reformulados passaram a ser identificados pelo sufixo Pro.

Edição Limitada e Motorização

O utilitário esportivo produzido em Goiás teve uma edição limitada singular chamada Founder’s Edition. Esta tiragem especial de mil unidades foi criada em memória de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, fundador do Grupo Caoa e da Caoa Chery, que faleceu em 2021.

Atualmente, o Caoa Chery Tiggo 8 Pro utiliza um motor 1.6 TGDI turbo a gasolina de quatro cilindros, com injeção direta, gerando 180 cv de potência, acoplado a uma transmissão automatizada de sete marchas com dupla embreagem banhada a óleo. Anteriormente ao IPI Verde, este mesmo motor entregava 187 cv até a linha 2025.

Este conjunto mecânico é considerado adequado para movimentar os 1.600 kg do veículo, proporcionando boas acelerações e agilidade nas trocas de marcha pela caixa DHT. Contudo, após atingir 67 km/h, o carro necessita de mais esforço e paciência.

A aceleração de 0 a 100 km/h do Caoa Chery Tiggo 8 é considerada satisfatória, ficando na faixa dos nove segundos. Adicionalmente, o torque máximo de 28 kgfm auxilia nas retomadas e está acessível a partir de 2.000 rpm.

Consumo e Versão Híbrida

Apesar de seu tamanho e peso, o Tiggo 8 apresenta um consumo de combustível razoável, tanto com a potência original quanto com a reduzida, conforme os padrões do PBEV/Inmetro para um SUV médio.

Desde 2022, a Caoa Chery disponibiliza a opção Pro PHEV do Tiggo 8, importada da China. Este sistema híbrido plug-in combina um motor 1.5 turbo com um componente elétrico alimentado por baterias de 18,4 kWh e uma transmissão DHT de marcha única.

Nesta versão híbrida, a potência e o torque combinados alcançam 279 cv e 37,2 kgfm, respectivamente, embora o SUV seja mais pesado, pesando 1.961 kg. O tempo de 0 a 100 km/h é de 8,2 segundos, a autonomia no modo elétrico atinge 70 km, e o consumo equivalente é de 36,1 km/l no ciclo urbano, segundo os padrões PBEV.

Dimensões e Espaço Interno

Um dos pontos positivos do Caoa Chery Tiggo 8 Pro é seu porte. Com 4,72 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,70 m de altura e um entre-eixos de 2,71 m, o SUV da montadora sino-brasileira é ligeiramente menor que o Jeep Commander.

O espaço interno é comparável ao de seu concorrente. Na área frontal, motorista e passageiro desfrutam de conforto em termos de joelhos, pernas e ombros. Os bancos da segunda fileira possuem ajuste deslizante de até 20 cm, acomodando confortavelmente até três adultos.

Entretanto, os assentos adicionais são mais adequados para pessoas de estatura média e em trajetos curtos, pois há pouca folga para cabeças e joelhos, além da ausência de tomadas USB e saídas de ar na terceira fileira.

Com os bancos extras em uso, o porta-malas comporta apenas 193 litros. Ao reclinar os bancos adicionais, o piso se nivela, permitindo armazenar até 889 litros de bagagem.

Estrutura, Acabamento e Tecnologia

A suspensão do veículo apresenta um ajuste firme, evitando ruídos secos ou excesso de oscilação em lombadas e buracos. O isolamento acústico é eficiente, e o acabamento, apesar de utilizar bastante plástico, chama a atenção pela qualidade aparente dos materiais e pelo correto encaixe das peças.

Mesmo com suas dimensões consideráveis, o SUV médio construído sobre a plataforma T1X não parece volumoso como muitos SUVs chineses. A Caoa Chery informa que o Tiggo 8 emprega 65% de aços de alta resistência e 8% de aços de ultra resistência.

O carro demonstra boa rigidez torcional, estabilidade competente e um comportamento equilibrado, especialmente durante as curvas. Em rodovias e em altas velocidades, a direção exige ajustes sutis.

O Caoa Chery Tiggo 8 Pro, equipado com o pacote Max Drive, custa R$ 196.990. Este pacote inclui diversos recursos de assistência à condução, tais como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, sensor de ponto cego, alerta e assistente de faixa, alerta de colisão traseira e farol alto inteligente.

Em termos de segurança, o veículo conta com seis airbags, alerta de abertura de porta, faróis full LED, câmeras de ré e de 360 graus, retrovisor eletrocrômico, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, freios a disco nas quatro rodas e controles de subida e descida.

Os itens de conveniência incluem ar-condicionado automático dual zone, bancos dianteiros com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento, chave presencial, retrovisores externos com aquecimento e rebatimento elétrico, carregador de celular por indução e um painel de instrumentos eletrônico integrado à central multimídia de 24,6 polegadas.

O sistema multimídia suporta conexões sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e possui GPS integrado. Ele também dispõe de um sistema de som premium da Sony e quatro portas USB: tipo A e tipo C no console central dianteiro, e tipo A e tipo C no console central traseiro.

Opções de Mercado e Garantia

Uma alternativa é adquirir um seminovo do SUV modelo 2024. Embora venha bem equipado, ele não possui a atualização da linha. De acordo com a KBB Brasil, seu preço de loja é de R$ 144.530 e o preço particular é de R$ 138.286 (dados de outubro de 2026). Vantagem deste modelo é que ele mantém essencialmente o mesmo nível de equipamentos das versões 0 km, incluindo os recursos de assistência à condução do pacote Max Drive, além de possuir quatro anos de garantia de fábrica.

A Caoa Chery oferece sete anos de garantia para o Tiggo 8. No entanto, existem reclamações relativas a atrasos na substituição de peças externas. Algumas peças possuem custos considerados normais para a categoria, assim como o plano de revisões com preço fixo.

Conforme relatos coletados em fóruns e grupos de proprietários do Caoa Chery Tiggo 8, bem como no site Reclame Aqui, as principais insatisfações dos usuários com o SUV envolvem questões específicas.

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O Inovar-Auto, um programa setorial governamental lançado no início dos anos 2010, introduziu particularidades no mercado brasileiro, permitindo que marcas de luxo, como a Audi, iniciassem a montagem de veículos localmente, incluindo o A3 Sedan.

A fabricante alemã retomou suas atividades na planta compartilhada com a Volkswagen no Paraná, após um período de operação entre 1999 e 2006. Desta vez, a Audi focou na produção do A3 Sedan. Embora o modelo tenha recebido adaptações para a fabricação nacional, ele preservou a dinâmica refinada, o desempenho robusto e o luxo característicos da marca alemã.

Histórico e Evolução do Modelo

A terceira geração do Audi A3 foi a responsável por apresentar a versão Sedan. Este modelo foi apresentado globalmente no Salão do Automóvel de Nova York em 2013 e chegou ao Brasil em janeiro de 2014, inicialmente importado da Hungria. Inicialmente, o carro utilizava o motor 1.8 TFSi de 180 cv. Posteriormente, surgiu uma versão de entrada com motor TFSI 1.4 a gasolina de 122 cv, que se tornou flex com a linha de montagem nacional em 2015.

O Audi A3 Sedan também ofereceu uma opção mais potente, o 2.0 com 220 cv, e passou por uma reformulação estética em 2017. Em 2019, foi lançada uma edição especial de 25 Anos, limitada a 600 unidades, celebrando o aniversário da marca na América Latina. Esta primeira geração do sedã encerrou sua produção em 2020.

O relançamento do A3 Sedan marcou a reinauguração da linha de montagem da Audi em São José dos Pinhais, no Paraná, tudo sob o guarda-chuva do Inovar-Auto, que oferecia incentivos fiscais para a produção local. Outras montadoras beneficiadas por este programa incluíram BMW em Araquari (SC), Mercedes-Benz em Iracemápolis (SP) e Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ).

Vale notar que a fábrica utilizada pela Audi havia sido inaugurada em 1998 para produzir o Volkswagen Golf IV e, de 1999 a 2005, fabricou a primeira geração do A3 Sportback. Nesta unidade paranaense, além do A3 Sedan, também foi produzido o Q3. As operações da unidade foram suspensas em dezembro de 2020, pois a montadora alegou a ausência de definição sobre os créditos de IPI acumulados que não foram totalmente devolvidos.

Atualmente, a unidade funciona no regime SKD para a montagem do Q3, um processo onde o veículo chega quase completo e apenas a união da carroceria com a base ocorre na planta.

Adaptações Brasileiras e Mudanças Mecânicas

Ao receber o passaporte brasileiro em 2015, o Audi A3 Sedan passou por diversas adaptações, sendo que alguns aspectos mecânicos foram simplificados para reduzir custos de produção. Uma alteração notável ocorreu na suspensão traseira: a Audi substituiu o sistema independente multibraço por um eixo de torção, uma configuração comum em sedãs médios de marcas generalistas da época.

Outra mudança significativa foi no sistema de transmissão. O câmbio automatizado S tronic, conhecido por seu sistema de dupla embreagem de sete marchas, foi substituído por uma caixa automática Tiptronic de seis marchas com conversor de torque. Em compensação, o Audi A3 Sedan ganhou um aumento considerável de potência. O motor 1.4 TFSI, que originalmente entregava 122 cv, foi adaptado para ser flex, recebeu comando variável de válvulas no escapamento e passou a gerar 150 cv.

Um diferencial importante do A3 Sedan fabricado no Paraná é a altura do veículo. Para adequar-se ao padrão de asfalto local, a suspensão foi elevada em 1,5 cm em comparação com o modelo importado.

Desempenho e Acabamento

Analisando especificamente o modelo 1.4 flex, apesar das alterações na transmissão, os 150 cv do motor turbo com injeção direta da família EA211 proporcionam um nível satisfatório de prazer ao dirigir. As acelerações são ágeis, e o câmbio Tiptronic, embora menos sofisticado que o S tronic, entrega um tempo de 0 a 100 km/h de 8,8 segundos, segundo a fabricante.

Em rodovias, o Audi A3 Sedan demonstra boa evolução, atingindo rapidamente os 100 km/h permitidos. Para retomadas, os 25,5 kgfm estão disponíveis entre 1.500 e 4.000 rpm, e o turbo atua rapidamente para ultrapassar outros veículos.

A engenharia alemã é evidente na construção sólida do sedã, que mantém firmeza em curvas acentuadas e em trechos de alta velocidade. A direção é descrita como precisa e firme, dando a sensação de que o carro está firmemente plantado no solo. A suspensão por eixo de torção no modelo brasileiro possui uma calibração mais suave, sem comprometer a estabilidade ou a dinâmica do veículo.

No interior, o A3 Sedan fabricado no Brasil mantém a identidade da marca. O painel apresenta espuma injetada com superfície agradável ao toque, e o revestimento das portas e as colunas com tecidos também se destacam, assim como o acabamento suave do porta-luvas. Os bancos dianteiros oferecem boa densidade e material de qualidade, embora não sejam extremamente envolventes. O quadro de instrumentos analógico é considerado clássico e fácil de visualizar, sendo o volante o único elemento que poderia ter um diâmetro menor.

O espaço traseiro comporta confortavelmente dois adultos e uma criança. A suspensão mais macia em relação ao exemplar húngaro, combinada com rodas de 17 polegadas, reflete mais as imperfeições internas, mas sem ser um problema grave. O isolamento acústico é eficiente, e o porta-malas oferece 425 litros, um volume adequado para sedãs médios.

Versão Ambiente 2016 e Equipamentos

Considerando o Audi A3 Ambiente 1.4 TFSi do ano 2016, já adaptado ao mercado brasileiro, ele inclui seis airbags, sistemas de controle de estabilidade, controle de tração e de subida, sensor de ré, faróis de xenônio, luz de condução diurna e Isofix. Adicionalmente, o sedã conta com ar condicionado, trio elétrico, freio de estacionamento eletrônico, sensores de chuva e crepusculares, sistema start-stop, volante com ajustes de altura e profundidade, e central multimídia com leitor de CD e cartão de memória.

Entretanto, essa transição para o modelo Ambiente simplificou alguns recursos. O ar condicionado deixou de ser automático, os bancos trocaram o revestimento em couro por tecido, e a central multimídia não dispõe de Bluetooth. Pacotes superiores, contudo, incluíam tecnologias ADAS, como controle de cruzeiro adaptativo, alertas de colisão frontal e de saída de faixa, além de frenagem automática de emergência. Outros opcionais disponíveis eram câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiros, assistente de estacionamento semiautomático, acabamento em couro, chave presencial, teto panorâmico, GPS nativo e DVD player.

Ao consultar valores médios do Audi A3 Sedan Ambiente 2016 na KBB Brasil, é fundamental lembrar que se trata de um veículo de luxo, exigindo manutenção especializada, e as peças de acabamento e carroceria tendem a ser mais caras. É positivo que o motor 1.4 flex seja conhecido e que a caixa Tiptronic geralmente apresente menos problemas que a S tronic. Recomenda-se verificar os preços de componentes específicos e os problemas relatados em fóruns de discussão e no Reclame Aqui.

Tata Motors desenvolve SUV elétrico de médio porte Kuno para competir com o MG Windsor
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Tata Motors desenvolve SUV elétrico de médio porte Kuno para competir com o MG Windsor

A Tata Motors está trabalhando no desenvolvimento de um novo veículo off-road. De acordo com relatos, os desenvolvedores estão criando um SUV de médio porte com o nome de código Kuno. A empresa busca expandir seu portfólio de veículos elétricos de médio porte, e este novo carro competirá com o MG Windsor.

Segundo a publicação Autocar, o lançamento deste modelo pode ocorrer entre 2027 e 2028. Estima-se que este SUV terá 4,3 metros de comprimento e será montado na fábrica de Sanand, em Gujarat. Funcionários familiarizados com o projeto informaram que a empresa planeja produzir entre 80 mil e 100 mil unidades anualmente.

O público-alvo principal do Tata Kuno serão compradores de carros familiares que valorizam muito espaço, conforto e praticidade diária. O veículo combinará o conceito de cupê-SUV, semelhante ao Curve, com um posicionamento similar ao lifestyle do Sierra. Assim, a Tata apresentará um novo modelo com um tipo de carroceria diferente, voltado para consumidores de médio porte.

Este carro fará parte do portfólio de produtos da Tata Motors juntamente com o Next Generation Nexon (nome de código Garuda), Curve e Sierra. Atualmente, informações sobre o nome comercial, especificações finais e preço permanecem desconhecidas.

Relata-se que o Kuno está sendo desenvolvido levando em conta as necessidades dos consumidores interessados em SUVs de médio porte que consideram opções como o MG Windsor e outros veículos elétricos monocoque. Como o carro será construído em uma plataforma totalmente elétrica, isso simplificará o trabalho dos engenheiros.

Anteriormente, os carros da Tata foram fabricados em plataformas adequadas tanto para motores de combustão interna (ICE) quanto para veículos elétricos (EV). No entanto, no caso do Kuno, será utilizada especificamente uma plataforma elétrica, o que proporcionará maior liberdade na definição do posicionamento da bateria, motor e cabine. O foco no desenvolvimento será na capacidade de passageiros, conveniência de armazenamento de bagagem e facilidade de uso diário.

Quão diferente este carro é de outros modelos elétricos da Tata ainda será demonstrado pelo tempo. As características finais e o custo também desempenharão um papel decisivo. Atualmente, não há detalhes sobre a bateria, autonomia, capacidade de carregamento e trem de força. Um concorrente direto da Tata Motors neste segmento é o MG Windsor, e o Kuno será o terceiro produto no segmento elétrico de médio porte da empresa.

Chery lança Tiggo X7, versão aventureira do Tiggo 7, para terrenos difíceis
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Chery lança Tiggo X7, versão aventureira do Tiggo 7, para terrenos difíceis

A Chery introduziu uma nova variante aventureira do SUV médio Tiggo 7, vendido no Brasil pela Caoa Chery. Este novo modelo é o Tiggo X7, que foi apresentado recentemente em Wuhu, a cidade sede da Chery na China, marcando o início da nova família Tiggo X.

O Tiggo X7 foi projetado para enfrentar condições adversas como lama, areia e áreas inundadas. Ele conta com suspensão elevada, pneus de uso misto e dispõe de seis modos de condução adaptáveis a diversos tipos de terreno.

Embora mantenha a proposta de ser um SUV espaçoso e confortável herdada do Tiggo 7, o X7 apresenta um visual mais robusto. As modificações estéticas incluem linhas mais retas na carroceria, proteções plásticas nas caixas de roda, para-choques reforçados e barras longitudinais instaladas no teto.

Na parte frontal, a grade possui acabamento na cor da carroceria, e os detalhes do para-choque remetem a ganchos de resgate. Já na traseira, as lanternas adotam um formato em "C", substituindo a faixa de luz presente no Tiggo 7. Em termos de dimensões, o X7 é 10 cm mais largo e 7,8 cm mais alto que o seu antecessor.

Internamente, o SUV replica muitos recursos do novo Tiggo 7, como o painel de instrumentos digital, a central multimídia disposta horizontalmente e os comandos elétricos para ajuste dos assentos nas portas, que também oferecem iluminação ambiente personalizável. O veículo possui capacidade para cinco passageiros.

Os seis modos de condução são capazes de alterar o desempenho do carro em cenários específicos, tais como neve, lama, areia, pedras e ao atravessar trechos alagados. A fabricante informou que a capacidade máxima de reboque deste modelo atinge 1.500 kg.

A motorização deverá ser similar à do Tiggo 7, oferecendo opções a gasolina e híbridas plug-in, que permitem recarga via tomada. Há também menções a versões híbridas que incluem tração integral.

A Chery já confirmou a disponibilidade do Tiggo X7 na África do Sul entre julho e setembro de 2027. No mercado brasileiro, onde o Tiggo 7 atual foi lançado em agosto com preços a partir de R$ 139.990, a Caoa Chery ainda não divulgou planos referentes ao novo modelo.

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