Dicas para combater o nevoeiro: maneiras de melhorar a visibilidade em motocicletas
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Aaj Tak
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Dicas para combater o nevoeiro: maneiras de melhorar a visibilidade em motocicletas

Com a chegada do frio, surgem diversas dificuldades, incluindo o aumento do nevoeiro. À medida que o frio aumenta, a visibilidade ao dirigir piora, especialmente de manhã cedo e tarde da noite, quando a iluminação na estrada diminui significativamente, às vezes permitindo ver a estrada por apenas alguns metros.

Em carros, faróis de neblina são frequentemente instalados, e se não houver, podem ser instalados modelos pós-venda. No entanto, os proprietários de motocicletas raramente consideram essa opção, pois os faróis de neblina não são originalmente previstos para motocicletas, e as soluções pós-venda são usadas com pouca frequência.

No entanto, é possível instalar uma lanterna de neblina em sua motocicleta por um custo relativamente baixo. Há muitas opções no mercado, desde marcas renomadas até locais, permitindo escolher a luz de acordo com o próprio orçamento.

Ao procurar faróis de neblina para motocicletas em plataformas de comércio eletrônico, é possível encontrar lâmpadas a partir de 249 rúpias. No entanto, modelos muito econômicos podem ter desvantagens, como superaquecer ou não serem à prova d'água.

Portanto, recomenda-se escolher uma opção com orçamento aceitável. Ao comprar luz de neblina para motocicleta, deve-se prestar atenção à classificação de proteção IP para garantir impermeabilidade e uso sob chuva. Além disso, os faróis de neblina geralmente vêm com um interruptor para ajuste do sistema, que pode ser instalado por um mecânico.

Se considerar opções de marca, o custo mínimo será de cerca de dois mil rúpias. É importante lembrar que o preço das lâmpadas também depende da sua potência.

Ao instalar luz de neblina, deve-se evitar a escolha de opções locais devido às características da fiação da motocicleta. Às vezes, as pessoas economizam instalando essas lâmpadas em oficinas locais cortando a fiação original, mas se a fiação for danificada, pode ser necessário um valor significativo para reparo.

Faróis muito potentes ou brilhantes também podem causar danos, afetando a bateria da motocicleta. Portanto, é necessário escolher lâmpadas com potência adequada.

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O primeiro contato com a Honda XL750 Transalp ocorreu durante a descida da Serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina, um ambiente propício para qualquer motocicleta de trilha média ou grande. Após dez dias de uso prático, que incluiu tráfego urbano e deslocamentos cotidianos, ficou claro que a Transalp possui um nicho específico: rodovias e viagens.

Este modelo retornou ao mercado com um visual distinto da antecessora 700, apresentando uma aparência mais imponente e um design que agrada mesmo fora de estrada. Ao contrário da nova CB 750 Hornet, que recebeu críticas por abandonar os quatro cilindros, a Transalp evitou essa cobrança, pois sua proposta aventureira beneficia pilotos off-road que geralmente se adaptam melhor a motores com menos cilindros.

Desempenho e Comportamento

Embora compartilhe a mesma base da CB 750 Hornet — um bicilíndrico de 755 cm³, gerando 69,3 cv e 7,04 kgf.m —, a Transalp demonstra um comportamento diferenciado. Sua aceleração é mais suave em baixas rotações, e o motor atinge grande parte de sua capacidade próximo aos 7.000 rpm, proporcionando um aumento de velocidade e força notável.

A recomendação prática é operar o motor em rotações mais elevadas, evitando a escassez de potência em baixas faixas, especialmente nas marchas superiores. Mesmo sendo considerada "mais fraca" nessa faixa, a moto assegura uma condução segura em qualquer tipo de via. O conjunto revela seu potencial máximo em velocidades mais altas, durante passeios e em estradas, momento em que seu porte deixa de ser um obstáculo e o motor opera dentro de sua faixa ideal.

A ergonomia da Transalp agradou desde o primeiro contato, e apesar de suas dimensões serem classificadas entre intermediárias e grandes, nada parece excessivo enquanto a moto está em movimento. Manobrar com ela não representa dificuldade, mesmo considerando rodas de 21 polegadas na frente e 18 atrás, além de suspensões de 200 mm e 190 mm, respectivamente. O que realmente se destaca é a sensação de controle em todas as situações.

Capacidades Off-Road e Equipamentos

Fora do asfalto, a moto desempenha bem seu papel. Embora não seja uma CRF nem tenha sido projetada especificamente para isso, ela consegue encarar trilhas mais leves sem apresentar problemas. A eletrônica embarcada auxilia nesse quesito: entre os seis modos de pilotagem disponíveis, os modos Gravel (terra) e os personalizáveis User 1 e User 2 permitem desativar tanto o ABS quanto o controle de tração (HSTC).

A lista de equipamentos é robusta, incluindo iluminação full LED, os sistemas de assistência à condução mencionados e um painel TFT de 5 polegadas. Este painel é acessado por um joystick localizado no punho esquerdo e exibe todas as informações necessárias ao piloto. O ABS contribui para maior segurança nas frenagens, e o HSTC minimiza a perda de aderência da roda traseira; ambos são desativáveis nos modos específicos.

Pontos de Melhoria e Uso Urbano

As falhas identificadas incluem a ausência de conectividade com smartphones, um recurso que já está disponível no painel europeu, mas ainda não foi implementado na América do Sul. Adicionalmente, a porta USB não está convenientemente posicionada perto do guidão, estando localizada sob o assento do garupa, o que exige a remoção do estofamento para acesso ao celular.

Com maior tempo de convivência, o aquecimento tornou-se o principal ponto negativo. O motor aquece as pernas do condutor, e esse desconforto ocorre de forma previsível: em viagens ou dias frios, o vento ajuda a resfriar o conjunto, eliminando o incômodo. Contudo, em baixa velocidade, sem fluxo de ar e com temperaturas elevadas, o calor pode subir a ponto de incomodar também o passageiro. Nenhuma dessas situações impede o passeio, mas serve como um alerta importante.

Existe também um incômodo menor: ao parar e apoiar o pé esquerdo no solo, a carenagem sob o assento levanta e toca o piloto. Durante a condução, com o pé no pedal, isso não é um problema, mas na parada, pode ser preciso ajustar a posição ligeiramente mais à frente do assento.

No contexto do trânsito urbano, os benefícios são limitados. A primeira vantagem é a potência disponível quando necessária, o que é útil para realizar ultrapassagens ou sair de situações complicadas. A segunda vantagem reside na altura do guidão, que ultrapassa o retrovisor de carros pequenos, facilitando a passagem no corredor. No entanto, contra SUVs, cujos espelhos são mais altos, essa manobra não é viável, embora estes veículos ainda representem uma minoria.

Em suma, a moto é grande e pesada demais para o uso diário na cidade, além do problema de superaquecimento, o que enfraquece a justificativa da proposta da Transalp neste cenário. Apesar de ser versátil e apresentar mais qualidades do que defeitos, o custo final é considerável. O preço sugerido ao público é de R$ 65.545, podendo chegar a R$ 70 mil nas concessionárias. Para quem planeja utilizá-la conforme sua vocação — estrada, viagem e passeio —, a proposta se mantém válida. Para quem busca enfrentar o trânsito urbano diariamente, o peso, o tamanho e o calor tornam a escolha mais difícil de justificar por este valor.

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Pirelli implementou um sensor dentro dos pneus, permitindo que um veículo parasse 5,7 metros mais cedo durante uma frenagem em piso molhado, superando o comprimento de uma Toyota Hilux.

Este resultado foi avaliado pela revista britânica evo, que realizou testes com o Cyber Tyre no autódromo de Vizzola, propriedade da Pirelli, nas proximidades de Milão, na Itália. Esta tecnologia, que está em desenvolvimento há vinte anos, tem a função de monitorar os pneus em tempo real e ajustar os sistemas eletrônicos de segurança do automóvel.

Cada pneu é equipado com um sensor Bluetooth, do tamanho equivalente a três moedas de 25 centavos empilhadas, fixado em uma base com formato de estrela-do-mar. Este componente possui um peso aproximado de 12 gramas, suporta até 3.000 vezes a força da gravidade e sua vida útil estimada é de cerca de cinco anos.

O dispositivo fornece informações sobre pressão, temperatura, desgaste e o tipo de pneu. Um receptor instalado em cada eixo transmite esses dados para o computador de bordo, onde um algoritmo desenvolvido em colaboração com a Bosch realiza os ajustes necessários nos sistemas ABS, ESP (controle de estabilidade) e de tração.

Sem o Cyber Tyre, esses sistemas operam com calibrações baseadas em uma média geral de pneus. A tecnologia foi introduzida inicialmente no Pagani Utopia, um hipercarro com 864 cv, e posteriormente foi adotada por fabricantes como Aston Martin e McLaren. De acordo com o The Drive, modelos da BMW também estão sendo equipados com este sistema.

Para tornar o sistema acessível a veículos de menor custo, a Bosch assumirá a responsabilidade de disponibilizar a tecnologia para pneus de diversas marcas.

Durante um teste de frenagem de 110 km/h até a parada completa, a evo comparou o mesmo carro utilizando pneus de inverno com o Cyber Tyre ativado e desativado. Com o sistema ativo, o veículo já possuía conhecimento exato do nível de aderência disponível e foi direcionado diretamente a esse limite, em vez de realizar um processo gradual de 'teste'.

Este tipo de frenagem em condições úmidas constitui a base para a nota de aderência presente no selo do Inmetro, que é obrigatório para pneus comercializados localmente. Em um ensaio de aquaplanagem, com aproximadamente 0,7 cm de água, o carro manteve a trajetória reta quando o motorista girou o volante com o sistema desligado. Quando o Cyber Tyre estava ligado, ele utilizou os freios traseiros para guiar o carro na direção pretendida.

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