Concessionárias de marcas como Fiat e Jeep passam a comercializar pneus Michelin e Continental
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Concessionárias de marcas como Fiat e Jeep passam a comercializar pneus Michelin e Continental

Proprietários de veículos das marcas pertencentes à Stellantis ganharam uma nova alternativa ao trocar seus pneus. A companhia iniciou a venda dos pneus das marcas Michelin e Continental nas concessionárias de Citroën, Fiat, Jeep, Peugeot, Ram e da Leapmotor, que é uma empresa chinesa parceira, em todo o território brasileiro.

Esses pneus foram adicionados ao catálogo de pós-venda, que anteriormente já oferecia peças, acessórios originais e lubrificantes.

O anúncio dessa novidade ocorreu nesta quarta-feira, dia 28. Ambas as fabricantes disponibilizam pneus adequados para diversos tipos de veículos, abrangendo desde carros compactos até SUVs, picapes, utilitários e modelos esportivos.

Tanto a Michelin, de origem francesa, quanto a Continental, alemã, possuem unidades de produção no Brasil: a Michelin opera no Rio de Janeiro, e a Continental está estabelecida em Camaçari, Bahia.

A Michelin introduz um total de 35 produtos, organizados em nove categorias, cobrindo tamanhos de aro de 15 a 19 polegadas. De acordo com a Stellantis, 18 desses itens representam novidades no catálogo das concessionárias.

Essa seleção atende a perfis de uso variados: inclui a linha Primacy em três versões e Energy XM2+ para automóveis de passeio; Agilis 3, destinada a vans e veículos de carga; X LT A/S e LTX Force, voltados para picapes e SUVs (sendo a última adequada para estradas não pavimentadas); Latitude Sport 3, para SUVs com perfil esportivo; e Pilot Super Sport, para modelos de alto desempenho.

Por sua vez, a Continental integra o catálogo com 32 itens distribuídos em sete linhas. Seus pneus são compatíveis com medidas de aro de 14 a 19, além de algumas aplicações para rodas de aro 20.

A oferta da Continental abrange carros compactos, sedãs, SUVs, picapes e veículos comerciais.

Ao somar as ofertas das duas fabricantes, são disponibilizados 67 itens nas lojas das seis marcas da Stellantis, ampliando as opções de substituição sem que o consumidor precise deixar a rede autorizada.

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A McLaren disponibilizou para venda uma coleção de cinco carros de Fórmula 1, que estavam armazenados após as últimas competições de seus respectivos pilotos. Esta coleção abrange um período de 32 anos, englobando desde modelos utilizados por Ayrton Senna até um veículo de Lando Norris datado de 2023.

A comercialização dos automóveis será realizada individualmente pelo revendedor britânico Tom Hartley Jnr, especialista em veículos de corrida históricos. Antes da entrega aos compradores, os carros passarão por preparação realizada pela própria McLaren. Os valores de venda não foram divulgados.

Dois exemplares do modelo MP4/6A, fabricados em 1991, foram empregados em corridas por Gerhard Berger, colega de Senna. O chassi número 04 obteve o segundo lugar no Grande Prêmio de San Marino, ficando atrás do piloto brasileiro, em uma dupla de McLarens que completaram todas as voltas do grid.

O chassi #07 alcançou a segunda posição em Silverstone e jamais sofreu colisões. Em 1992, Senna testou ambos os carros MP4/6A. Este modelo, equipado com motor Honda V12 aspirado, proporcionou a Senna seu terceiro e derradeiro título.

O MP4/27A, pertencente a 2012, foi conduzido por Jenson Button durante a fase final daquela temporada e registrou a volta mais rápida no Grande Prêmio da Índia. Lewis Hamilton também teve a oportunidade de testar este carro.

Já o MCL35M, de 2021, foi utilizado exclusivamente por Norris e conseguiu subir ao pódio em Ímola, Mônaco e Monza, ocasiões em que a McLaren conquistou sua primeira vitória desde 2012. Em Mônaco, ele ostentava uma pintura especial da Gulf.

Um ponto de destaque é o MCL37A, de 2023, que permitiu a Norris alcançar dois segundos lugares consecutivos, em Singapura e no Japão. Posteriormente, este carro foi convertido em um veículo de testes e foi dirigido inclusive por Brad Pitt, que atingiu a velocidade de 317 km/h nos Estados Unidos enquanto se preparava para o filme F1.

De acordo com a McLaren, este é o carro de Fórmula 1 mais recente a ser ofertado a um colecionador, um feito que habitualmente leva várias décadas para ocorrer.

Zak Brown, diretor executivo da McLaren Racing, manifestou que manter os carros estocados no depósito representaria um prejuízo à história da equipe.

Como referência de valor, o MP4/6, no qual Senna venceu o Grande Prêmio do Brasil em 1991, foi oferecido pela RM Sotheby’s em dezembro de 2025, com uma estimativa de preço variando entre R$ 60,5 milhões e R$ 75,6 milhões (equivalente a US$ 12 milhões a US$ 15 milhões).

Associação de importadoras registra venda de mais carros nacionais que importados pela primeira vez em 2026
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Associação de importadoras registra venda de mais carros nacionais que importados pela primeira vez em 2026

Em setembro, as 13 marcas ligadas à Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) registraram a venda de 24.389 veículos, o que representa uma redução de 7,6% se comparado ao mês anterior, agosto.

No entanto, ao comparar com setembro de 2025, o volume de vendas duplicou, apresentando um aumento expressivo de 100,4% em relação às 12.173 unidades vendidas no mesmo período do ano passado.

Grande parte desse volume foi impulsionada pela BYD, que sozinha contabilizou 22.218 carros, correspondendo a 91,1% do total registrado pela entidade. Dentre os modelos da marca, o Dolphin Mini se destacou, alcançando 9.385 unidades vendidas, seu melhor desempenho no ano.

Um marco importante ocorreu em setembro de 2026, quando, pela primeira vez naquele ano, os veículos fabricados no Brasil ultrapassaram os importados entre as empresas associadas: foram vendidos 14.388 carros nacionais contra 10.001 importados.

A produção nacional da associação é significativamente sustentada pela fábrica da BYD localizada em Camaçari, na Bahia. Por outro lado, as vendas de veículos importados pelas associadas diminuíram 28,2% em relação a agosto e 17,5% quando comparadas a setembro de 2025. É relevante notar que, no mercado geral, as importações tiveram um crescimento de 35,3% no mesmo intervalo de tempo.

No segmento de marcas de luxo, houve retração nas vendas de Porsche e Volvo, que venderam aproximadamente metade do volume de setembro do ano anterior, registrando quedas de 50,5% e 50,4%, respectivamente. A Land Rover também apresentou um recuo de 24,1%, enquanto a Kia conseguiu um crescimento de 38,2%.

Acumulando os dados de janeiro a setembro, as associadas somaram um total de 187.509 unidades, o que configura um aumento de 95,7% em comparação com os 95.809 veículos emplacados no mesmo período de 2025. A participação da Abeifa no mercado total de automóveis e veículos leves, que atingiu 268.721 unidades no mês, foi de 9,1% em setembro e de 8,7% no acumulado anual.

No que tange aos veículos eletrificados (incluindo híbridos e elétricos), a entidade responde por 41,3% das vendas anuais, totalizando 178.760 unidades de um montante geral de 433.349.

Apesar da queda observada no mês e do cenário de juros elevados, Marcelo Godoy, presidente da Abeifa, manteve sua projeção de encerrar 2026 com 250 mil emplacamentos, um patamar cerca de 82% superior às quase 137 mil unidades registradas em 2025.

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