Preços altos de combustível forçam motoristas a reduzir a velocidade e mudar hábitos de direção
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Preços altos de combustível forçam motoristas a reduzir a velocidade e mudar hábitos de direção

Durante uma viagem para casa na rodovia N3, o autor, um aposentado, observou muitos carros ultrapassando-o, que estava viajando entre 80 e 100 km/h. Ele não estava apressado, pois só esperava a faxineira semanal em casa.

O autor recordou sua juventude, quando gostava de carros rápidos com motores de seis cilindros e dirigia no máximo. Agora, sendo aposentado, ele prefere apenas desfrutar da viagem e não presta mais atenção em grandes motores, contentando-se com um carro de 1,0 ou 1,2 litro que o leve a tempo.

No entanto, durante o trajeto, ele notou que carros mais compactos estavam ultrapassando grandes carros alemães na rodovia, o que o fez refletir sobre os motivos dessas mudanças.

Surgiu a questão: o alto custo da gasolina está forçando motoristas com motores grandes a adotar maneiras de dirigir mais econômicas, ou alguns estão abandonando carros grandes em favor de hatches menores e mais econômicos?

Também surge a ideia de que o preço exorbitante do combustível pode finalmente ensinar os motoristas a obedecer às regras de trânsito, manter o limite de velocidade e ceder passagem aos veículos que se aproximam por trás em velocidades mais altas.

O autor admite que parte dessa situação está relacionada ao 'homem polarizador em Washington', cujas ações irracionais contribuíram para o aumento dos preços dos combustíveis. Ele expressa o desejo de que os preços da gasolina diminuam, pois o aumento dos custos com combustível afeta não apenas os motoristas, mas também tem um efeito em cadeia no custo de muitos bens e matérias-primas.

No final, ele chegou em casa e jantou pão caro, queijo caro e tomate caro, acompanhando tudo com uma xícara de chá caro. Embora gostaria de comer bacon com ovos, esses alimentos tornaram-se um luxo inacessível para ele como aposentado. O autor espera que os preços caiam um dia, para que possa pagar por isso novamente. Enquanto isso, ele continuará viajando tranquilamente em seu pequeno carro, deixando a necessidade de velocidade para as novas gerações.

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BYD Sealion 7 estabelece novo padrão de desempenho e sofisticação em SUVs premium
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BYD Sealion 7 estabelece novo padrão de desempenho e sofisticação em SUVs premium

Desde que a BYD chegou ao Brasil, os consumidores têm descoberto um leque de veículos elétricos e super híbridos que ultrapassam os modelos já conhecidos. Dentre os luxuosos carros totalmente elétricos da greentech, o BYD Sealion 7 se destaca: este novo membro da linha Ocean une as dimensões robustas de um SUV de luxo com as linhas esportivas e elegantes de um cupê.

Dotado de tração integral (AWD), o veículo gera 531 cv de potência e 690 Nm de torque, alcançando a velocidade de 0 a 100 km/h em meros 4,5 segundos. Este conjunto posiciona o modelo como o mais potente entre seus rivais diretos, elevando o nível de desempenho e sofisticação da categoria.

Considerando as características da topografia brasileira, a BYD realizou uma calibração específica para o mercado nacional, conforme explicou Alexandre Aquino, diretor de produto da BYD Auto Brasil. Ele ressaltou que o Sealion 7 oferece o melhor dos dois mundos: a praticidade de um SUV combinada com o vigor de um esportivo de alta performance, mencionando um ajuste cuidadoso para o Brasil sem perder a dinâmica do modelo, com um vão livre de 169 mm.

Design, performance e conforto

A capacidade de um SUV apresentar números de supercarro facilita a decisão de compra para quem aprecia ambas as propostas. Com o BYD Sealion 7, o comprador não precisa escolher entre emoção e funcionalidade. Na área urbana, o formato cupê atrai olhares, enquanto o vão livre de 169 mm e o porta-malas com abertura sem contato simplificam o dia a dia. Em estradas, a potência é complementada por controle e proteção de altura.

O Sealion 7 possui nota máxima de segurança no Euro NCAP e está equipado com nove airbags (incluindo frontais, laterais, de cortina e um central entre os assentos), além de um pacote completo de assistência ao condutor (ADAS 2). Este pacote inclui Controle de Cruzeiro Adaptativo e Inteligente (ACC), Frenagem Automática de Emergência (AEB), assistentes de permanência e mudança de faixa (ELKA/LDA), e radares avançados para alerta e frenagem em tráfego cruzado, tanto frontal quanto traseiro.

Este modelo 100% elétrico redefine os padrões de tecnologia, design e desempenho. Sua autonomia atinge 360 km no ciclo PBEV, e a recarga rápida permite elevar a bateria de 30% a 80% em aproximadamente 30 minutos.

A sofisticação começa pelo exterior, evidenciada pelos faróis duplos em formato de U, pelas rodas de 20 polegadas equipadas com pneus Michelin 245/45 R20 e pela lanterna traseira com visual futurista. Internamente, o BYD Sealion 7 transforma o conforto premium em uma experiência de altíssimo nível.

A cabine apresenta revestimento em couro legítimo tipo Nappa, teto panorâmico com persiana elétrica, iluminação ambiente multicolorida e sistema de som Dynaudio com 12 alto-falantes. Os assentos dianteiros oferecem aquecimento, ventilação e ajustes elétricos detalhados (oito posições para o motorista, incluindo suporte lombar), e os assentos traseiros também possuem função de aquecimento.

No painel, uma tela rotativa de 15,6 polegadas acompanha o painel de instrumentos de 10,25 polegadas e um *head-up display*, que exibe alertas e informações de navegação no para-brisa. Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil, concluiu que o Sealion 7 demonstra que a eletrificação não é apenas uma escolha racional, mas também aspiracional e sofisticada, atendendo ao consumidor brasileiro que busca performance e conectividade.

Eurodeputados exigem aceleração do abandono dos combustíveis fósseis na próxima COP31
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Eurodeputados exigem aceleração do abandono dos combustíveis fósseis na próxima COP31

O Parlamento Europeu (PE) adotou uma resolução na qual um grupo de 15 eurodeputados, liderado pela portuguesa Lídia Pereira (PSD), apresentará uma exigência na 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP31) na Turquia, pedindo que todos os países acelerem o abandono dos combustíveis fósseis. Estas prioridades foram aprovadas na sessão plenária do PE em Estrasburgo.

Em sua declaração, o PE sublinhou que 2025 foi o «terceiro ano mais quente registado», e que a Europa é um «continente que aquece mais rapidamente no mundo». A instituição observou que a UE não pode permitir-se atrasar as suas ações climáticas.

A equipa de 15 eurodeputados que participará na COP31 insiste na necessidade de implementar um «roteiro para o abandono gradual dos combustíveis fósseis», semelhante ao acordo alcançado na COP30 em Belém, Brasil, em novembro de 2025. Eles apelam à UE para assumir um papel de liderança nas negociações com o objetivo de criar um tratado sobre a não proliferação de combustíveis fósseis, bem como desenvolver planos calendários para a eliminação faseada de subsídios e produção destes tipos de combustível. Além disso, pedem insistentemente à UE que defina um cronograma próprio e uma «estratégia para a eliminação gradual em toda a economia».

Os eurodeputados também alertam para a lacuna «significativa e crescente» entre as necessidades de financiamento para a luta contra as alterações climáticas e os fundos efetivamente disponibilizados. Apesar de reconhecerem que a UE e os seus Estados-Membros são os maiores doadores governamentais em ações climáticas, pedem um «aumento contínuo das contribuições, especialmente através de subsídios de financiamento em condições extremamente favoráveis». O PE aponta que o financiamento deve ser distribuído de forma a não agravar o fardo da dívida dos países vulneráveis às alterações climáticas.

Os deputados lembram que 3,6 mil milhões de pessoas vivem em «condições extremamente vulneráveis» devido às alterações climáticas, por isso exigem que «todas as partes cumpram o objetivo de triplicar o financiamento» para a adaptação climática até 2035. Também apelam à rápida implementação do mecanismo de transição justa acordado na COP30 e à combinação de medidas climáticas com o apoio a «empregos verdes», bem como com o diálogo social e a requalificação.

Num comunicado dirigido à agência Lusa, Lídia Pereira, que liderará o grupo de eurodeputados na COP31, declarou que esta conferência «não pode ser mais um encontro onde promessas se multiplicam e decisões são adiadas». Ela considera que chegou a hora de exigir resultados, especialmente dos maiores emissores, salientando que, embora a Europa contribua, as ações climáticas exigem responsabilidade global. Segundo a deputada do PSD, é necessária uma transição que proteja o planeta, fortaleça a segurança energética e «não coloque em risco a competitividade da economia», observando que «os dados mostram que é possível descarbonizar e crescer».

A COP31 está agendada para ocorrer de 9 a 20 de novembro em Antalya, cidade costeira no sudoeste da Turquia.

Trocar óleo da moto a cada 1.000 km pode ser desperdício financeiro, diz especialista
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Trocar óleo da moto a cada 1.000 km pode ser desperdício financeiro, diz especialista

A quilometragem ideal para a troca de óleo de motocicletas passou por mudanças significativas devido aos avanços na engenharia e nos próprios lubrificantes. Antigamente, era comum realizar trocas a cada 1.000 ou 1.500 km, mas hoje, a maioria dos modelos exige intervalos de 5.000, 6.000 km ou até 12.000 km.

No entanto, para profissionais que utilizam a moto intensivamente, como motoboys e mototaxistas, a situação pode exigir uma revisão do cronograma. Para esses usuários, a sugestão é reduzir pela metade o intervalo estipulado pelo fabricante no manual. Em muitas motos menores, isso se traduz em uma troca a cada 2.500 a 3.000 km, ou a cada seis meses.

Outras considerações sobre a manutenção

A substituição do óleo é considerada a manutenção preventiva mais crucial para a preservação do motor, pois o lubrificante diminui o atrito entre as peças e auxilia no resfriamento, perdendo suas propriedades com o uso. Contudo, é fundamental não confundir um prazo mais curto com um cuidado superior. A questão central é determinar a frequência correta de troca para o entregador.

O conceito de uso severo refere-se a condições operacionais que excedem o padrão considerado pelo fabricante ao calcular o intervalo de manutenção. Isso inclui rodar longas distâncias, operar frequentemente em altas velocidades (alto giro do motor), enfrentar tráfego intenso em grandes cidades ou circular em vias muito sujas, onde a poeira pode contaminar o lubrificante.

A rotina típica de quem realiza entregas se enquadra perfeitamente nesse uso severo: centenas de quilômetros diários, longos períodos em marcha lenta no engarrafamento, e constantes acelerações e frenagens, gerando um ciclo de aquecimento e resfriamento que acelera o desgaste. Nenhuma dessas situações está contemplada no cálculo médio do manual, justificando a necessidade de antecipar a manutenção.

O número exato de partidas deve ser sempre consultado no manual do proprietário, e nunca baseado em opiniões de oficinas. Atualmente, a maioria das motos de menor porte recomenda 5.000 ou 6.000 km, enquanto modelos maiores podem ultrapassar 10.000 km. Além disso, existe um limite temporal de um ano, independente da quilometragem percorrida.

Ao aplicar a diretriz de uso severo, o prazo de troca é reduzido pela metade. Assim, uma moto que indica 6.000 km passa a necessitar de troca a cada 3.000 km, e não a cada 1.000 km. Essa diferença é substancial: quem segue o mito realiza três trocas onde apenas uma seria suficiente, mesmo sob regime de uso pesado.

Quem insiste em trocar a cada 1.000 km, embora não enfrente problemas mecânicos, está incorrendo em gastos desnecessários. Por outro lado, outro perfil de usuário pode ser surpreendido: quem usa a moto apenas para trajetos curtos, de dois ou três quilômetros. Este também é considerado uso severo, mas pelo motivo oposto: o motor nunca atinge a temperatura ideal e opera constantemente frio.

Para este segundo perfil, aplica-se a mesma regra, mas baseada no tempo, e não na quilometragem. Se a moto não acumula muitos quilômetros, o limite que vence primeiro é o prazo estabelecido, ou seja, seis meses, que corresponde à metade do período previsto para uso normal.

Origem do mito de 1.000 km

Existe um intervalo de 1.000 km legítimo, e é dele que surge a confusão. A primeira troca de óleo, conhecida como troca de amaciamento, deve ocorrer até os primeiros 1.000 km. Neste momento, o motor novo libera resíduos do assentamento das peças, e esse óleo precisa ser substituído.

Após essa primeira troca, o intervalo muda. Um exemplo é a linha Honda 160, que indica a primeira substituição com 1.000 km e, subsequentemente, a cada 6.000 km.

Este 'mito' de trocar o óleo a cada 1.000 km possui uma origem real. Motos antigas, como as Honda CG 125 carburadas de décadas passadas, exigiam troca a cada 1.500 km e utilizavam lubrificantes minerais. Mais de vinte anos depois, houve mudanças nos motores, com encaixes mais precisos devido aos processos modernos de usinagem e montagem, e, principalmente, houve mudança no tipo de óleo utilizado. Hoje, os fabricantes demandam lubrificantes sintéticos ou, no mínimo, semissintéticos.

A Lubrax, assim como outras fabricantes de lubrificantes, esclarece a distinção entre os tipos: os óleos minerais são derivados da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de diversos compostos. Já os óleos sintéticos são criados por meio de reações químicas, garantindo maior controle em sua produção e resultando em um produto mais puro. Os óleos semissintéticos combinam bases minerais e sintéticas em proporções variadas, buscando equilibrar custos e obter as melhores características de ambos os tipos, visto que as matérias-primas sintéticas são caras.

Menos impurezas significam maior durabilidade do serviço. É por isso que o intervalo de troca migrou da faixa de mil quilômetros para 5.000 ou 6.000 km, e é por isso que reduzir esse prazo pela metade já é suficiente para cobrir o uso pesado.

É crucial manter a especificação do fabricante ao escolher o lubrificante, pois usar um fluido de outro veículo ou com viscosidade inadequada pode causar danos ao motor. Estender o intervalo de troca não isenta o condutor de substituir outros componentes previstos no manual, como o filtro de óleo e o filtro de ar, o que representa uma economia mínima.

Adicionalmente, o nível do óleo deve ser checado com frequência, idealmente diariamente para quem usa a moto profissionalmente. É normal haver uma pequena redução no nível devido à queima moderada; neste caso, deve-se complementar até a marca correta sem aguardar a troca. Se a perda for excessiva, indica um problema mecânico. Também é preciso observar a condição do lubrificante: escurecer é normal, mas se ele ficar visivelmente mais viscoso que o habitual e apresentar sujeira incrustada, a recomendação é trocar imediatamente e investigar a causa do problema no motor.

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