Volkswagen Virtus 2020: 9 aspectos importantes sobre o sedã usado
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Volkswagen Virtus 2020: 9 aspectos importantes sobre o sedã usado

Embora a carroceria sedã seja frequentemente associada a veículos executivos, táxis, carros de aplicativo ou modelos mais tradicionais, o Volkswagen Virtus demonstra possuir características variadas que o tornam uma opção interessante no mercado de usados.

O modelo se distingue por seu desempenho e pelo seu acerto dinâmico, superando o conservadorismo visto em muitos sedãs japoneses. Além disso, apesar de ser classificado como compacto, o Volkswagen Virtus oferece um espaço interno bastante generoso.

O histórico do Virtus começou oficialmente em janeiro de 2018, mas a produção teve início alguns meses antes, em 2017, na fábrica da Volkswagen localizada em Anchieta, São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo. Desenvolvido utilizando a plataforma modular MQB, o veículo foi concebido pela montadora alemã para ocupar uma posição superior entre os sedãs compactos, sendo inicialmente disponível em três configurações, com opções de motores aspirados e turbo.

Em junho de 2018, o Virtus já apresentava sua linha 2019, introduzindo o câmbio automático na versão 1.6 MSI. No mesmo ano, ele lançou sua primeira edição especial, a Beats, focada em sistemas de som.

Em 2020, a Volkswagen resgatou a sigla histórica e lançou o Virtus GTS, uma versão esportiva que chegou junto com o Polo GTS. Este modelo incorporou modificações tanto mecânicas quanto visuais, reforçando sua proposta mais agressiva.

Uma atualização mais abrangente para a linha Volkswagen Virtus ocorreu somente em 2023, momento em que o Virtus passou por um facelift, descontinuou o motor 1.6, recebeu ajustes no conjunto turbinado das versões de entrada e introduziu a nova configuração topo de linha Exclusive, visando clientes de sedãs médios.

Mais recentemente, em 2024, houve uma alteração na estrutura da linha, com o lançamento da nova versão de entrada, denominada Sense, que anteriormente era exclusiva para pessoas com deficiência (PcD).

Apesar de compartilhar a mesma base com o Polo, o Virtus se sobressai por apresentar um habitáculo consideravelmente maior. Graças à plataforma MQB, o sedã conseguiu um entre-eixos 2,65 metros e 8 centímetros maior que o hatch correspondente, o que assegura um bom espaço para cinco passageiros. Seu comprimento total de 4,48 metros também contribui para um porta-malas espaçoso, com capacidade para 521 litros, facilitando o transporte de bagagens volumosas.

A ergonomia do banco do motorista é bem definida, e a resposta do volante e dos pedais confere ao condutor uma sensação de controle e precisão. Contudo, o acabamento interno e o isolamento acústico estão abaixo do esperado para um modelo que se posiciona como uma alternativa mais sofisticada no segmento.

Na linha 2020 do Volkswagen Virtus, o motor EA211 1.6 MSI era utilizado nas versões de entrada. Embora não fosse focado em performance esportiva, ele cumpria suas promessas, oferecendo operação suave, acelerações adequadas e consumo equilibrado.

Com potência de até 117 cv no etanol e 110 cv na gasolina, o sedã consegue arranques ágeis. Essa agilidade é potencializada quando acoplado ao câmbio manual de cinco marchas, permitindo atingir 100 km/h em menos de 10 segundos (utilizando etanol).

Em velocidade de cruzeiro, o motor opera em rotações baixas — aproximadamente 2.500 rpm a 100 km/h —, o que contribui para o conforto e auxilia no gerenciamento do consumo. Dados do Inmetro indicam que o Volkswagen Virtus 2020 1.6 manual consome 8,2 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada com etanol, e 11,9 km/l e 13,8 km/l, respectivamente, com gasolina.

As versões equipadas com o motor 1.0 TSI são notavelmente mais empolgantes. Com até 128 cv (etanol) e 116 cv (gasolina), o Virtus turbo proporciona respostas mais rápidas e um comportamento mais dinâmico. Atingir 100 km/h leva 9,9 segundos com o câmbio automático. O grande diferencial reside nas retomadas, onde o torque máximo de 20,4 kgfm, disponível entre 2.000 e 3.500 rpm, faz uma diferença significativa.

Essa característica torna o sedã mais seguro durante ultrapassagens e mais eficiente em trechos rodoviários. Conforme dados do Inmetro, o Virtus 1.0 TSI registra médias de 7,8 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada com etanol, e 11,2 km/l e 14,6 km/l com gasolina.

Desde o seu lançamento, o Virtus incorpora traços característicos da Volkswagen. Sua carroceria exibe excelente rigidez, e o sistema de suspensão e direção transmite segurança ao motorista. Em curvas, o sedã mantém-se estável, enquanto em altas velocidades, a direção direta reforça a sensação de estabilidade com um toque esportivo atraente.

Em fevereiro de 2020, a Volkswagen reintroduziu a icônica sigla GTS para criar a versão esportiva do Virtus. Este modelo veio equipado com o motor 1.4 TSI, capaz de gerar 150 cv e 25,5 kgfm já a 1.500 rpm. Com transmissão automática, o sedã alcança 100 km/h em 8,7 segundos, segundo informações da própria fabricante.

Adicionalmente ao motor mais potente, o Virtus GTS recebeu ajustes específicos na suspensão, nos freios e na direção, que se tornou mais robusta. Esteticamente, ele ganhou elementos exclusivos, como faróis de LED e detalhes escurecidos, sem excessos.

Considerando o Virtus Highline 2020 com motor 1.0 TSI e câmbio automático, uma das versões mais completas da Volkswagen naquela época, ele oferecia diversos recursos de segurança, incluindo quatro airbags, controles de estabilidade, tração e subida, câmera e sensor de ré, freios a disco nas quatro rodas e DRL.

É importante verificar quais itens eram opcionais e podem estar presentes no veículo usado que está sendo avaliado. Entre eles, destacam-se o sensor de estacionamento dianteiro, retrovisor eletrocrômico, monitoramento da pressão dos pneus e detector de fadiga.

No quesito conforto, o Virtus Highline 2020 dispõe de ar-condicionado automático, trio elétrico, ajustes de altura e profundidade do volante, chave presencial, alavancas para trocas sequenciais de marcha, porta-luvas climatizado, entre outros itens.

A central multimídia suporta conexão com Android Auto e Apple CarPlay, além de contar com GPS integrado, Bluetooth, portas USB, slot SD e reprodutor de CD. Os opcionais disponíveis na época incluíam revestimento em couro, sensores crepusculares e de chuva.

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A Volkswagen utilizou seu patrocínio ao evento Rock in Rio para apresentar novidades, incluindo a confirmação da venda do VW ID.4 no Brasil e o lançamento de uma nova versão do modelo Tera, que agora oferece a opção de um motor turbo mais potente.

Esta nova configuração é o Volkswagen Tera 200 TSI, equipado com o motor 1.0 turbo que gera 128 cv e 20,4 kgfm. Este motor já está presente nos modelos Nivus, T-Cross e Virtus, sendo incorporado ao SUV subcompacto Tera juntamente com uma transmissão automática de oito marchas.

O motor 200 TSI conviverá com o motor 170 TSI, que o Tera já possuía. Este último, com 116 cv, será exclusivo para a versão Tera TSI. Já o 200 TSI será aplicado nas versões Tera Comfort e Tera High, que possuem um custo superior. A versão de entrada, Tera MPI, manterá o motor 1.0 aspirado de 84 cv.

A linha atualizada do veículo deve começar a ser disponibilizada nas concessionárias em outubro, embora a VW ainda não tenha divulgado os valores do Volkswagen Tera 2027.

Atualmente, o motor 1.0 turbo de três cilindros, denominado 200 TSI pela VW, equipa o Nivus, e o T-Cross nas versões Sense 200 TSI, 200 TSI e Comfortline, assim como o Virtus nas configurações Comfortline e Highline. O Polo, por sua vez, utiliza o motor 170 TSI.

Ambos os motores turbo do Tera são baseados no mesmo motor 1.0 de três cilindros da família EA211, fabricado em São Carlos (SP). A diferença reside na calibração de parâmetros, como o gerenciamento eletrônico e a pressão do turbo. As designações das siglas referem-se ao torque em Newton-metro — 165 Nm para o 170 TSI e 200 Nm para o 200 TSI, equivalentes a 16,8 kgfm e 20,4 kgfm.

A transmissão automática de oito marchas é o modelo Aisin AQ300, o mesmo utilizado pelo T-Cross 2027 e pelo Taos. De acordo com a Volkswagen, a distribuição otimizada das relações permite que o motor opere em sua faixa ideal, resultando em acelerações mais suaves e rotações menores durante a condução em velocidade constante, o que eleva o conforto acústico e o refinamento.

O Nivus, que compartilha o mesmo motor, continuará utilizando sua transmissão de seis marchas.

Os detalhes dos equipamentos da linha 2027 ainda não foram divulgados. Na configuração atual, a versão Comfort é a que introduz a transmissão automática e inclui rodas de liga leve de 16 polegadas, chave presencial, sistema start-stop, painel digital de 8 polegadas, central VW Play de 10,1 polegadas, seis airbags, faróis de LED, controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática de emergência.

A versão High adiciona rodas de 17 polegadas, um painel digital de 10,25 polegadas, ar-condicionado digital Climatronic, assentos estofados em material sintético, seis alto-falantes, carregador de celular por indução, câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiros. Esta é a única versão capaz de receber o pacote ADAS, que compreende assistente de permanência em faixa, detector de ponto cego, assistente de saída de vaga e câmera multifuncional.

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