Volkswagen lança Meteor Ultra, caminhão mais potente da marca no Brasil, equipado com motor MAN D26 Ultra
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Volkswagen lança Meteor Ultra, caminhão mais potente da marca no Brasil, equipado com motor MAN D26 Ultra

A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) introduziu a linha Meteor Ultra, que se estabelece como o modelo mais potente já disponibilizado pela marca no território brasileiro. Estes veículos extrapesados são equipados com o motor MAN D26 Ultra 12.4 turbodiesel, capaz de gerar até 540 cv e 270,1 kgfm, e estarão disponíveis nas concessionárias a partir da Fenatran 2026, evento programado para ocorrer entre 9 e 13 de novembro, em São Paulo.

A nova família de caminhões é apresentada em três configurações distintas: o Meteor 28.500 6×2, que oferece 500 cv; e os modelos Meteor 28.540 6×2 e 29.540 6×4, ambos com potência de 540 cv. É importante notar que esta nova motorização não substitui o Meteor 28.480, que continua sendo a opção de entrada na linha premium de pesados da marca, entregando 480 cv e 244,7 kgfm. Comparado a este modelo anterior, o Ultra proporciona um aumento de 60 cv e 25,5 kgfm.

Segundo informações da fabricante, o motor D26 Ultra passou por modificações no cabeçote, na bomba d’água, no sistema de combustão e no gerenciamento eletrônico. Tais ajustes visam prolongar o período em que o torque máximo está acessível e diminuir a necessidade de trocas de marcha durante o percurso. Além disso, o conjunto é integrado ao Predictive Plus, um sistema que utiliza dados de GPS e mapas online para prever a topografia da rota e otimizar o desempenho do trem de força.

A montadora alega que essas melhorias resultam em uma economia de diesel de até 5%, juntamente com uma redução no consumo de óleo lubrificante. Este aspecto é crucial para o Custo Total de Propriedade (TCO), fator decisivo para os operadores de frotas. O processo de desenvolvimento envolveu a percorrer mais de três milhões de quilômetros, testes laboratoriais com auxílio de inteligência artificial e validação operacional em altitudes elevadas de até 4.800 metros, o que é relevante para os mercados andinos.

Embora a VWCO ainda não tenha divulgado a curva completa de torque do D26 Ultra ou as rotações de início e fim da faixa de torque máximo, a empresa comunicou que esses detalhes técnicos serão revelados durante o lançamento comercial na Fenatran.

No que tange ao interior, o painel de instrumentos foi atualizado para incorporar mais de 100 funcionalidades, e a central multimídia foi ampliada para 10 polegadas, suportando Android Auto e Apple CarPlay. O aplicativo Volks Connect também recebeu novas capacidades, permitindo o controle remoto de itens como suspensão pneumática, vidros e rotação do motor via celular, além de incluir um assistente de voz.

A tecnologia do D26 Ultra não se limita à linha Meteor; a linha Constellation também recebe quatro novos modelos: os rodoviários 20.500 4×2 e 25.500 6×2, e os modelos 33.500 e 33.540 6×4 destinados a operações fora de estrada. O ápice desta nova oferta é o Constellation 33.540 6×4, projetado para o setor agropecuário, ostentando uma PBTC de 91 toneladas e uma capacidade máxima de tração de 125 toneladas. Com estas adições, a montadora passa a oferecer um total de sete extrapesados equipados com a nova geração do motor.

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O foguete indiano GSLV-F17 foi lançado em 4 de setembro às 2h55 da manhã de Sriharikota e colocou com sucesso o satélite EOS-05 em órbita. O lançamento ocorreu do segundo pátio de lançamento do Centro Espacial Satish Dhawan, localizado em Sriharikota, Andhra Pradesh. O GSLV-F17 é o décimo nono voo do foguete GSLV da Índia. Nesta missão, o EOS-05 foi entregue em uma órbita de transferência especial Sub-GTO.

O EOS-05 é um satélite de sensoriamento remoto da Terra que coletará imagens e informações relacionadas ao planeta do espaço. O GSLV-F17 é usado para colocar este satélite em órbita e funciona em três estágios. Uma característica distintiva deste foguete é o funcionamento simultâneo de vários sistemas, incluindo um motor de combustível sólido, quatro propulsores líquidos e um motor criogênico.

O foguete GSLV tem cerca de 51,7 metros de altura e pesa cerca de 420 toneladas durante o voo. Ele consiste em três estágios: o mais baixo é o primeiro estágio, acima dele está o segundo e no topo está o estágio criogênico. Cada estágio desempenha sua função, impulsionando sequencialmente o foguete durante o voo.

O primeiro estágio, conhecido como GS1, é equipado com um grande motor de combustível sólido S139. Ele utiliza combustível sólido à base de HTPB e pode operar por cerca de 100 segundos, fornecendo um impulso de até 4800 quilonewtons. Quatro propulsores laterais L40 estão anexados a ele, que podem ser considerados motores adicionais instalados nas laterais do foguete. Cada um desses propulsores possui seu próprio motor e pode operar por cerca de 140 segundos, ajudando o foguete na fase inicial do voo.

Após a conclusão do primeiro estágio, o GS2, ou segundo estágio, entra em ação. Este estágio opera com combustível líquido usando UH25 e N2O4. Ele funciona por cerca de 150 segundos e é capaz de gerar um impulso de até 846 quilonewtons. A tarefa do segundo estágio é dar ao foguete a altitude e velocidade necessárias para direcionar o satélite à órbita designada.

O terceiro estágio do GSLV é o compartimento criogênico superior (CUS), equipado com um motor criogênico CE-7.5. Ele opera com oxigênio líquido e hidrogênio líquido, que são mantidos a temperaturas muito baixas. Este motor fornece um impulso de até 75 quilonewtons e pode operar por aproximadamente 814 segundos. É crucial que este estágio criogênico tenha sido desenvolvido na Índia. Desde janeiro de 2014, o estágio criogênico é usado em missões GSLV desenvolvidas internamente.

O satélite EOS-05 é colocado dentro do invólucro de carga útil (payload fairing) na parte superior do foguete, que serve como sua capa protetora. Esta capa protege o satélite contra influências externas e pressão atmosférica durante a passagem pela atmosfera. Para o GSLV-F17, foi usada uma carga útil composta de 4 metros de diâmetro. O termo 'nariz' refere-se à parte frontal, que tem formato arredondado e ligeiramente pontiagudo.

Nesta missão, o GSLV-F17 levará o EOS-05 para a órbita Sub-GTO (Órbita de Transferência Subgeossíncrona). Depois disso, o satélite alcançará sua órbita final por conta própria através de manobras subsequentes. O papel de cada um dos três estágios do foguete é diferente: o primeiro estágio e os quatro propulsores fornecem o impulso inicial, o segundo estágio continua o movimento do foguete e o terceiro estágio criogênico confere ao EOS-05 a velocidade necessária.

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