Assinantes do plano Vivo Easy Lite podem ter percebido que, a partir da semana anterior, a modalidade foi renomeada para simplesmente Vivo Lite. Essa alteração de nomenclatura veio acompanhada da inclusão de uma nova maneira de pagamento: o Pix.
Assinantes do plano Vivo Easy Lite podem ter percebido que, a partir da semana anterior, a modalidade foi renomeada para simplesmente Vivo Lite. Essa alteração de nomenclatura veio acompanhada da inclusão de uma nova maneira de pagamento: o Pix.
As mudanças já são visíveis no portal da operadora, onde as páginas anteriormente dedicadas ao Vivo Easy Lite foram atualizadas para mostrar apenas o nome Vivo Lite. Embora a Vivo não tenha detalhado o motivo da mudança de nome, ela informou ao Tecnoblog que todos os benefícios dos planos permaneceram inalterados.
Na prática, a principal novidade introduzida é a possibilidade de utilizar o Pix como método de pagamento, visto que antes os planos Lite aceitavam exclusivamente pagamentos realizados por cartão de crédito.
O site da operadora apresenta três modalidades de planos Vivo Lite. O pagamento anual é destacado por oferecer um custo efetivo menor, pois a cobrança é parcelada em 12 vezes no cartão de crédito, resultando em um desembolso mensal de R$ 30 para o plano de 30 GB ou R$ 40 para o pacote de 40 GB.
Independentemente da opção escolhida, os usuários têm direito a acesso ilimitado ao YouTube por dois meses, sem que esse consumo seja deduzido da franquia de dados. Outros benefícios incluem chamadas telefônicas, envio de SMS e um desconto de 50% em ingressos do Cinemark.
Em comparação, os planos Vivo Lite competem com os pacotes Claro Flex, que atualmente possuem ofertas iniciando em R$ 44,90 para 35 GB. Já na TIM, as alternativas mais similares são os planos TIM Controle Fit, que começam com 12 parcelas de R$ 20 para 25 GB de franquia mensal.
A Kawasaki apresentou a nova KLX 230 no Festival Interlagos, posicionando-a como uma forte candidata no segmento de motocicletas trail no Brasil. Este modelo terá uma versão específica destinada a trilhas, além de competir com os modelos já estabelecidos no mercado local.
Os preços definidos são de R$ 24.990 para as versões básicas e S, enquanto a versão RS, que não pode ser registrada, custará R$ 19.990. Todas as variantes compartilham o mesmo conjunto mecânico, sendo que a versão S foi desenvolvida pensando em pilotos de menor porte.
O motor da Kawasaki KLX 230 é um monocilíndrico de 233 cm³, equipado com refrigeração a ar e dois válvulas. Ele gera 19 cavalos de potência e 1,9 kgfm de torque, transmitidos à roda traseira por meio de uma caixa de seis marchas com embreagem deslizante. O veículo também dispõe de freios a disco nas duas rodas, com sistema ABS disponível na roda dianteira, que pode ser desativado. O painel de instrumentos é totalmente digital, utilizando tecnologia LCD.
Além da KLX 230, a Kawasaki introduziu a versão atualizada da Ninja ZX10R, voltada para quem busca alto desempenho em pistas. Esta motocicleta será comercializada por R$ 135.990. As modificações implementadas na Ninja ZX10R visaram corrigir deficiências do modelo anterior, resultando em melhor resposta do motor em altas rotações e maior agilidade geral da moto.
A Ninja ZX10R possui discos dianteiros de 330 mm de fábrica, amortecedor mecânico de direção e novas asas dianteiras. Seu motor de um litro entrega 206 cv a 13 mil rpm. Por fim, a empresa também expôs a nova KLE 500 para medir a aceitação do público. Esta big trail está prevista para o mercado brasileiro, embora ainda não haja uma data definida para seu lançamento.
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A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) indeferiu, na terça-feira (11), um requerimento feito pelo Google. Este pedido visava a apresentação de provas testemunhais dentro de uma investigação que apura o uso de material jornalístico pela plataforma de buscas sem a devida compensação aos veículos de mídia.
A deliberação ocorreu no contexto de um processo que examina a interação entre o Google e companhias de imprensa. Este caso ganhou novas dimensões este ano com a incorporação de funcionalidades de inteligência artificial (IA) generativa durante a apuração.
Em uma nota técnica, o superintendente-geral do Cade, Felipe Roquete, esclareceu que o Google deveria ter especificado, em sua defesa, a qualificação completa de até três testemunhas que seriam ouvidas nas instalações do órgão. Como a empresa falhou em indicar essas testemunhas, o pleito de realização das oitivas foi inviabilizado.
Por outro lado, o Cade aceitou a solicitação do Google para fornecer provas documentais, relatórios técnicos, análises econômicas e laudos contábeis e periciais. O inquérito administrativo que originou esta questão foi iniciado em 2019, e o Cade apontou que houve evoluções tecnológicas desde então que necessitaram ser integradas à análise.
Em abril de 2026, o tribunal do órgão decidiu aprofundar a investigação, incluindo a IA generativa no escopo da apuração. Essa tecnologia é empregada para gerar novos conteúdos em diversos formatos, como áudio, vídeo e texto. Inicialmente, o foco estava nos chamados snippets, que são excertos resumidos exibidos nos resultados de busca do Google, juntamente com links para as publicações originais.
Contudo, em abril, o tribunal determinou que a Superintendência-Geral iniciasse um processo administrativo para analisar detalhadamente a exibição de respostas criadas por IA às consultas dos usuários, um recurso denominado AI Overviews. Essa alteração ampliou o escopo da investigação para abranger uma tecnologia capaz de apresentar ao usuário informações consolidadas provenientes de múltiplas fontes, incluindo conteúdos produzidos por veículos de notícias.
Durante o trâmite processual, o Google também pediu o arquivamento da investigação. A empresa argumentou que seus serviços oferecem «benefícios significativos para usuários e veículos de imprensa». Além disso, a companhia defendeu que as evidências coletadas ao longo de mais de cinco anos não demonstram a ocorrência de conduta excludente, dependência econômica, efeito de aprisionamento (lock-in), exploração ou qualquer outra modalidade de prejuízo concorrencial.
Não obstante, a investigação prossegue, abrangendo agora também os impactos da IA generativa na relação estabelecida entre plataformas de busca e empresas jornalísticas. O Olhar Digital contatou a assessoria do Google para aguardar um pronunciamento oficial.