O Octobank iniciou a oferta de empréstimos hipotecários para indivíduos. Agora, os clientes podem adquirir imóveis tanto no mercado primário quanto no secundário, utilizando taxas a partir de 20% ao ano.
O Octobank iniciou a oferta de empréstimos hipotecários para indivíduos. Agora, os clientes podem adquirir imóveis tanto no mercado primário quanto no secundário, utilizando taxas a partir de 20% ao ano.
O banco lançou programas especiais de crédito hipotecário que se aplicam a apartamentos em edifícios novos, bem como a imóveis no mercado secundário.
Existem condições especiais para certas categorias de mutuários. Para aqueles que fazem parte do projeto salarial do Octobank, bem como para funcionários de clientes corporativos do banco, aplica-se uma taxa a partir de 18% ao ano até 31 de dezembro de 2026.
Representantes do Octobank enfatizaram a importância desta área, observando: «Para muitos clientes, a compra de uma casa própria é um dos principais eventos da vida. Nossa tarefa é tornar este caminho mais acessível e confortável. É por isso que o programa hipotecário do Octobank considera as diferentes necessidades dos clientes e permite selecionar as condições de financiamento ideais».
O pedido de hipoteca é feito pela internet. Além disso, os funcionários do banco estão prontos para ajudar na escolha das condições de crédito mais adequadas por telefone: +998 71 202 33 33.
A Nintendo comunicou que o Nintendo Switch 2 terá um preço sugerido de R$ 4.599,90 no comércio brasileiro a partir de 1º de setembro de 2026. Este ajuste corresponde a um incremento de 2,2% em comparação com o valor inicial de lançamento, que foi de R$ 4.499,90 em junho de 2025.
A empresa japonesa segue comercializando o modelo anterior do Switch, cujo preço permanecerá inalterado no território brasileiro.
A deliberação de elevar os custos para o mercado brasileiro ocorreu pouco mais de um mês depois de uma movimentação similar nos Estados Unidos. Nos EUA, o aumento foi mais acentuado, saltando de US$ 449 para US$ 499, representando um crescimento de 11%.
Em um comunicado direcionado à imprensa, a Nintendo justificou o aumento como uma 'resposta às diversas alterações nas condições do mercado, que devem persistir a médio e a longo prazo', embora não tenha detalhado o significado dessa afirmação.
É possível inferir que este reajuste está ligado à crise de suprimentos de memórias RAM e SSD. A intensa produção de centros de dados destinados à inteligência artificial gerou pressão sobre os fornecedores, reduzindo a disponibilidade desses componentes para o mercado e elevando drasticamente os preços de vários eletrônicos.
No segmento de videogames, a Nintendo não é a única a realizar tais ajustes. Em março de 2026, a Sony elevou o preço do PlayStation 5, que passou de R$ 4.499 para R$ 5.099. Internacionalmente, a Microsoft implementou reajustes de até US$ 150 na linha Xbox e também interrompeu a venda do modelo de 2TB.
Outros setores também registraram aumentos de valores de seus produtos desde o ano passado, incluindo empresas como Apple, Dell, Lenovo, Roku e Raspberry Pi.
A Bajaj estabeleceu um novo recorde mensal em sua trajetória no Brasil durante o mês de julho. A fabricante indiana registrou a emplacação de 3.371 motocicletas, o que representa um aumento de 40% em comparação com as 2.406 unidades vendidas em julho de 2025. Este número supera as 3.350 unidades registradas em março, que havia sido o melhor mês anterior.
Os dados foram fornecidos pela Fenabrave. Apesar deste resultado expressivo, a marca manteve-se na quinta colocação do mercado brasileiro de motocicletas, posição que ocupa desde abril. Contudo, a diferença para os líderes do mercado permanece considerável: em julho, a Shineray vendeu 11.476 motos e a Mottu, 11.397, volumes mais de três vezes superiores ao da Bajaj, que corresponde a aproximadamente 1,7% do mercado total.
No período acumulado de janeiro a julho, a empresa licenciou um total de 21.366 unidades. Isso configura um avanço de 52% em relação às 14.035 unidades vendidas no mesmo período de 2025, demonstrando um ritmo superior ao crescimento geral do mercado, que atingiu 1,37 milhão de motos e cresceu 12,4% no intervalo analisado. Desde o início das operações comerciais no país, em dezembro de 2022, a Bajaj somou 65.301 emplacamentos.
Este crescimento é sustentado pela fábrica localizada em Manaus (AM), inaugurada em junho de 2024, sendo a primeira unidade da Bajaj fora da Índia. Esta fábrica funciona sob o regime CKD, onde os componentes são enviados desmontados para montagem local. Após um investimento de US$ 10 milhões em 2025, a capacidade anual da unidade aumentou de 20 mil para 48 mil motocicletas, empregando mais de 250 colaboradores, tanto efetivos quanto terceirizados.
Paralelamente, a rede de concessionárias expandiu-se para 76 pontos de venda, tendo sido 70 em abril. Além disso, desde junho, a subsidiária brasileira assumiu também as responsabilidades comerciais da KTM no território nacional. Waldyr Ferreira, Managing Director da Bajaj do Brasil, declarou que «Julho foi o melhor mês da história da Bajaj no Brasil e reforça a força do nosso portfólio e a confiança do consumidor brasileiro».
Entre os modelos, a Pulsar N150 foi a mais vendida em julho, com 985 emplacamentos. Lançada em 2025, esta motocicleta street também lidera o portfólio da marca no ano, totalizando 5.233 unidades. No entanto, o maior volume de vendas concentra-se na família 400, composta pela Dominar 400 e Dominar NS400Z, que registraram 1.345 motos em julho e 8.475 no acumulado de janeiro a julho, representando um crescimento de 34%. Outros modelos importantes incluem a Dominar NS160, com 3.103 unidades anuais e crescimento de 19%; a Dominar NS200, com 2.554 unidades e avanço de 4%; e a Dominar 250, com 2.001 unidades.
O bom desempenho ocorre em um cenário favorável para o setor. Arcelio Junior, presidente da Fenabrave, mencionou que o programa federal de financiamento recém-lançado já está refletido nos números de motocicletas. A entidade também destacou a relevância dos consórcios, que são responsáveis, em média, por 28% das vendas de motos no país.
A InterGlobe Aviation Ltd., empresa controladora da maior companhia aérea indiana IndiGo, está em negociações com a Embraer SA sobre um potencial grande pedido de aviões regionais, segundo fontes familiarizadas com a situação.
De acordo com essas fontes, a IndiGo está considerando a aquisição de dezenas de aeronaves do modelo Embraer E2. Esses aviões visam substituir a frota atual de ATRs turboélice e, ao mesmo tempo, aumentar a capacidade da companhia. Vale ressaltar que as negociações estão em estágio inicial e ainda não há garantia de fechamento do negócio.
O acordo, que pode ser avaliado em bilhões de dólares antes da aplicação de descontos padrão do setor, seria o maior para o fabricante brasileiro na Índia. Isso também aproxima a empresa da criação de uma linha de montagem completa de aeronaves no país. Anteriormente, o CEO da Embraer, Francisco Gomes Neto, declarou que o fabricante precisaria receber pedidos de pelo menos 200 aeronaves regionais E175 antes de considerar a criação de uma unidade de montagem na Índia.
Representantes da IndiGo e da Embraer não comentaram imediatamente o pedido de comentários enviado por e-mail.
A Índia é o terceiro maior mercado de transporte aéreo do mundo e demonstra rápido crescimento, de acordo com dados da organização setorial IATA. No entanto, devido à ausência de produção comercial no país, a indústria depende de fabricantes estrangeiros de aeronaves. A IndiGo e a Air India Ltd. possuem alguns dos maiores pedidos do setor de aeronaves da Airbus SE e Boeing Co.
Anteriormente, a Embraer anunciou uma parceria com o conglomerado do bilionário Gautam Adani para produzir aeronaves na Índia, o que foi um estímulo significativo para os planos da administração liderada por Narendra Modi de transformar o país em um centro de produção global. Além disso, a empresa brasileira abriu seu escritório na Índia em Nova Delhi no mês passado, destacando suas ambições.
Vale mencionar separadamente que a Embraer está negociando com a Star Air, a maior transportadora regional da Índia, a compra de até 20 aeronaves no valor de cerca de 1 bilhão de dólares, conforme noticiado anteriormente pelo Bloomberg News.
Segundo a empresa, em março, a frota da IndiGo contava com 441 aeronaves, incluindo 46 ATRs turboélice regionais. A companhia planeja colocar em operação cerca de 900 aeronaves ao longo da próxima década, e tradicionalmente a maioria de suas aquisições era feita junto à Airbus, tornando o pedido à Embraer uma mudança significativa.