Na Commonwealth Games 2026, a Índia alcançou um feito histórico no judô. Asmila De tornou-se a primeira na história da Índia a conquistar uma medalha de ouro neste esporte.
Na Commonwealth Games 2026, a Índia alcançou um feito histórico no judô. Asmila De tornou-se a primeira na história da Índia a conquistar uma medalha de ouro neste esporte.
A britânica Nathalie McGloin é reconhecida como a única mulher tetraplégica no mundo que participa de competições de carros. Além disso, ela detém o título de única mulher com deficiência que possui licenças tanto para corridas quanto para ralis no Reino Unido.
Devido à ausência de categorias específicas para gênero ou deficiência no automobilismo, Nathalie disputa as provas no mais alto nível, competindo lado a lado com pilotos sem deficiências. Sua condição atual é resultado de um acidente automobilístico ocorrido quando ela tinha 16 anos, evento que resultou na fratura do pescoço e na paralisia completa do tronco para baixo.
Para participar das corridas, a piloto utiliza um Porsche 987 Cayman S que foi adaptado especificamente para suas necessidades. Este veículo está equipado com controles manuais radiais instalados à direita da coluna de direção. O sistema de controle exige que ela empurre uma alavanca para a frente para acionar o freio e para baixo para acelerar. Esse arranjo permite que sua mão esquerda permaneça livre para direcionar o carro, possibilitando o controle preciso do acelerador e da borboleta.
O calendário esportivo de Nathalie abrange dois campeonatos principais. O primeiro é o Porsche Club Championship, uma série de alto nível que conta com sete etapas (duas corridas por final de semana) e é disputada na classe um utilizando pneus slick. O segundo é a Série New Millennium, organizada pelo Classic Sports Car Club, que compreende onze etapas, incluindo circuitos europeus, e é realizada com pneus de borracha em uma classe determinada pela cilindrada do motor.
A piloto compete em circuitos notáveis do Reino Unido, como Silverstone, Brands Hatch e Donington. Em sua carreira, ela conquistou vários pódios e alcançou sua primeira vitória definitiva no circuito GP de Silverstone, em 2018. Durante os dias de competição, Nathalie costuma permitir que o público visite sua garagem.
Para além das atividades nas pistas, Nathalie foi nomeada em 2018, após completar três anos de carreira no esporte, para a presidência da Comissão de Acessibilidade e Deficiência da Federação Internacional do Automóvel (FIA). Nesta função, ela é responsável por administrar diretrizes globais relativas à inclusão de pessoas com deficiência no automobilismo. Ela se destaca como a presidente mais jovem desta comissão, sendo uma das duas únicas mulheres a liderar uma comissão da FIA e a única membro da entidade com lesão na medula espinhal. Adicionalmente, ela atua como palestrante motivacional sob o lema «Tudo é Possível».
A Banyana Banyana conseguiu injetar nova vida em sua campanha no Campeonato Africano Feminino de Futebol (CAF Women’s Africa Cup of Nations) após, depois de sofrer uma derrota por dois gols, conseguir retornar ao jogo e empatar em 2 a 2 contra a Costa do Marfim em um dramático jogo da fase de grupos B, realizado na sexta-feira.
A Banyana precisará de uma vitória sobre o Burkina Faso, bem como de uma observação atenta do próximo jogo entre Tanzânia e Burkina Faso, pois o resultado deste jogo será decisivo para determinar seu destino futuro.
No primeiro tempo, a equipe Banyana enfrentou novamente uma fraqueza habitual, quando a Costa do Marfim aproveitou um contra-ataque. Grace Sery abriu o placar aos 18 minutos, recebendo um cruzamento perfeitamente calculado de Nsira Ouedraogo e enviando a bola calmamente para além de Kaylin Swart, dando vantagem à Costa do Marfim.
O par continuou atuando junto até o intervalo: Ouedraogo novamente chutou a defesa sul-africana com um passe aéreo. Sery calculou perfeitamente seu drible, deixando Swart para trás, e concluiu o ataque friamente, aumentando seu placar e a vantagem da Costa do Marfim.
No segundo tempo, a Banyana entrou em campo com a necessidade de responder, e conseguiram isso graças à estrela da equipe, Thembi Kgatlana. A atacante demonstrou um momento de habilidade individual, disparando um chute incrível que permitiu à África do Sul voltar ao jogo e reduzir a diferença para 2 a 1.
Este gol gerou entusiasmo na equipe de Ellis, que começou a pressionar a Costa do Marfim em busca do empate. Sua persistência foi finalmente recompensada nos minutos finais, quando a reserva Hildah Magaia marcou o gol, completando a virada e salvando um valioso ponto.
No entanto, o empate significa que ainda há muito trabalho pela frente para a Banyana. As ex-campeãs africanas agora devem derrotar o Burkina Faso na última partida do grupo e contar com os resultados de outros jogos para garantir a classificação para a fase de playoffs. Embora a luta mostrada em Marrocos possa ter mantido sua participação no torneio, a margem para erros desapareceu.
Enquanto a atenção do mundo estava voltada para a Final da FIFA, algo muito mais significativo estava acontecendo em Prayagraj. Este torneio, conhecido como Toofaan Cup 2026, foi organizado pelo projeto Nanhi Kali. Ele reuniu 232.201 meninas que reconheceram sua capacidade de vencer — não apenas nos jogos, mas também na crença em seu próprio valor.
Este torneio se tornou um palco onde meninas de áreas rurais, comunidades tribais e cidades da Índia descobriram o potencial de liderança. Houve uma mudança na consciência pública: famílias que antes as rejeitavam agora celebram seus sucessos com mais entusiasmo, e comunidades que antes duvidavam agora comemoram as conquistas.
Através do projeto Nanhi Kali, milhares de meninas desfavorecidas praticam futebol. O movimento envolve 2.435 equipes de 7 estados, representando um poderoso movimento de base.
O evento ocorreu em parceria com o KC Mahindra Education Trust, Naandi Foundation e a própria organização Nanhi Kali.