A Caixa Econômica Federal disponibilizou uma versão de testes do seu novo aplicativo móvel, acessível a usuários de Android, que permite aos clientes ativar o acesso sem precisar comparecer a uma agência física.
A Caixa Econômica Federal disponibilizou uma versão de testes do seu novo aplicativo móvel, acessível a usuários de Android, que permite aos clientes ativar o acesso sem precisar comparecer a uma agência física.
Esta nova iteração, publicada na Google Play Store sob o nome “Novo App Caixa”, apresenta uma tela principal com atalhos diretos para serviços como Área Pix, Pagamento, Cartões e Extrato. Adicionalmente, inclui uma área denominada Minha Caixa, que fornece resumos detalhados sobre empréstimos e cartões de crédito mantidos pelo cliente junto ao banco.
O aplicativo incorpora diversos recursos modernos, incluindo um modo escuro que se adapta às configurações de interface do aparelho, e a funcionalidade de biometria facial para o processo de cadastro. Para o login, o sistema utiliza o CPF juntamente com uma senha composta por seis dígitos.
Embora a Caixa Econômica Federal esteja desenvolvendo uma versão completa para toda sua base de 158 milhões de clientes, ainda não foi estabelecida uma data definitiva para esse lançamento. Clientes já manifestaram satisfação com o projeto nas redes sociais. Por exemplo, Vinicius Peres comentou que o aplicativo finalmente se assemelha a um “app de banco de verdade”. Outro usuário, Filipe Ramon, elogiou a inclusão da biometria facial, cujo cadastro exige que o usuário receba um código via WhatsApp antes de realizar a verificação facial dentro do aplicativo oficial.
A Jac Motors, que atua no Brasil desde 2010 sob a representação do empresário Sérgio Habib, anunciou em 2026 a chegada de sua divisão de caminhões ao país diretamente através de sua matriz chinesa.
Esta nova operação concentra-se em modelos equipados com motores a diesel, utilizando a base de fornecedores tradicionais. Enquanto as atividades de Sérgio Habib continuam com a importação de carros, utilitários e caminhões elétricos da Jac, incluindo a picape Hunter, a matriz assumirá exclusivamente os caminhões movidos a diesel.
A Jac Caminhões já começou a distribuir as primeiras unidades para a rede de concessionárias, que abrange 30 lojas pertencentes a 15 grupos distintos nas principais áreas urbanas. Miguel Xun, diretor geral da empresa, informou que há planos para fabricar os veículos no território nacional no formato SKD, além de implementar engenharia e desenvolvimento de produtos voltados para o mercado local, embora os valores dos investimentos não tenham sido revelados, sendo apenas mencionado que serão substanciais.
Para garantir credibilidade, os caminhões empregam fornecedores estabelecidos, como os motores Cummins e transmissões ZF, Eaton e Fast Gear. A linha inicial cobre segmentos leves e pesados, com capacidades de Peso Bruto Total (PBT) variando entre 9 e 25 toneladas.
Atualmente, a Jac é reconhecida como a maior exportadora de caminhões leves da China e já possui presença em diversos países latino-americanos, incluindo Chile, Equador, Guatemala, Peru e México.
O modelo mais leve oferecido é o N 9.170, que possui 9,7 toneladas de PBT, equipado com motor Cummins B4.0 de 170 cv e 600 nm, e utiliza o câmbio manual Eaton ESO 6106A de seis marchas.
Logo acima dele encontra-se o N 13.210, com um PBT de 12,5 toneladas, motor Cummins B4.5 de 210 cv e 760 nm, e câmbio automatizado Fast Gear F8JZ95CM de oito marchas, cujo seletor giratório é semelhante ao da Ram Rampage.
A categoria pesada inicia com o A 18.290, que tem 18 toneladas de PBT, motor Cummins D6.7 de 290 cv e 1.110 nm, e conta com caixa automatizada ZF 9AS1517TO de nove marchas. No topo da linha está o A 25.290, com 26,5 toneladas de PBT, compartilhando o conjunto mecânico do 18.290, ou seja, motor D6.7 de 290 cv e câmbio ZF automatizado.
Todos os modelos da Jac Caminhões são fornecidos com faróis full-LED, faróis de neblina, sistemas de controle de tração e estabilidade, auxílio de partida em rampa e ABS. A central multimídia e as câmeras 360° estão disponíveis como opcionais.
As ações da Meta registraram uma desvalorização superior a 7% na quarta-feira, dia 29, após a divulgação dos resultados financeiros referentes ao segundo trimestre. Os investidores ficaram desapontados com o lucro por ação que ficou abaixo das previsões de Wall Street e com uma projeção de receita para o trimestre corrente considerada modesta.
Apesar de a empresa, proprietária do Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp, ter conseguido superar as estimativas de receita, o resultado do lucro e as perspectivas futuras exerceram pressão negativa sobre os valores das ações. Especificamente, a Meta obteve um lucro por ação (EPS) de US$ 6,18 (equivalente a R$ 31,69), o que foi inferior à projeção de US$ 7,22 (R$ 37,02) calculada pela LSEG. Em contrapartida, a receita alcançou US$ 60,8 bilhões (R$ 311,7 bilhões), excedendo a expectativa dos analistas, que apontava para US$ 60,1 bilhões (R$ 308,5 bilhões).
Olhando para o trimestre atual, a Meta comunicou esperar uma receita situada entre US$ 61 bilhões e US$ 64 bilhões (o ponto médio é de US$ 62,5 bilhões, ou R$ 320,4 bilhões). Contudo, o mercado esperava um cenário mais otimista, visto que os analistas da LSEG previam US$ 63,1 bilhões (R$ 323,8 bilhões). A companhia esclareceu que sua estimativa leva em conta que a flutuação cambial deve gerar um impacto negativo aproximado de 1% no crescimento anual da receita, considerando as taxas de câmbio vigentes.
Adicionalmente, outro indicador monitorado de perto pelo mercado, o número de pessoas ativas diariamente (DAP), ficou ligeiramente abaixo do consenso. A Meta reportou que este número atingiu 3,6 bilhões, enquanto os analistas consultados por Wall Street esperavam 3,61 bilhões.
A empresa também ajustou sua previsão de gastos com capital (capex) para o ano de 2026. Agora, a Meta projeta investir entre US$ 130 bilhões e US$ 145 bilhões (o que corresponde a R$ 666,6 bilhões a R$ 743,5 bilhões) durante esse período. Este novo intervalo eleva o valor mínimo previsto, mantendo o limite máximo inalterado em relação à faixa anterior, que era de US$ 125 bilhões a US$ 145 bilhões (R$ 640,9 bilhões a R$ 743,5 bilhões).
Durante a conferência de resultados, os investidores estão atentos aos comentários do CEO Mark Zuckerberg sobre como a Meta planeja converter seus investimentos em inteligência artificial (IA) em novas fontes de receita. No começo do mês, a empresa lançou o modelo de IA Muse Spark 1.1. Nessa ocasião, Alexandr Wang, chefe da divisão de IA da Meta, declarou que essa tecnologia constitui o «modelo mais poderoso até agora para trabalho com agentes de IA e programação», além de possuir um custo menor comparado às soluções oferecidas pela OpenAI e pela Anthropic. Os investidores aguardam que Zuckerberg detalhe a estratégia de monetização dessas iniciativas e justifique os altos investimentos em infraestrutura de IA.