O Conquest, o maior acelerador estudantil da Ásia e uma iniciativa do Centro de Liderança Empresarial (CEL) da BITS Pilani, anunciou sua turma para 2026. Foram selecionadas 22 startups entre mais de 3000 candidaturas submetidas de todo o país.
O Conquest, o maior acelerador estudantil da Ásia e uma iniciativa do Centro de Liderança Empresarial (CEL) da BITS Pilani, anunciou sua turma para 2026. Foram selecionadas 22 startups entre mais de 3000 candidaturas submetidas de todo o país.
O programa opera sob um modelo sem exigência de participação acionária e sem custos. Ele se estabeleceu como uma das principais plataformas para fundadores iniciantes que buscam apoio do ecossistema, acesso a investidores e mentoria sem encargos.
A turma deste ano abrange um amplo espectro de indústrias, incluindo inteligência artificial, robótica, infraestrutura de semicondutores, saúde e inovações climáticas. A seleção reflete a decisão intencional de apoiar fundadores em diversos setores, em vez de se concentrar em um único tema.
Um número significativo de startups selecionadas desenvolve tecnologias voltadas para aumentar a eficiência industrial, reduzir resíduos e implementar sistemas de produção mais sustentáveis. Outras empresas estão focadas na área da saúde, abordando questões de acessibilidade, cuidados preventivos e resultados dos pacientes. Também estão presentes startups que trabalham com veículos aéreos não tripulados (VANTs), robótica, automação baseada em IA e infraestrutura de software especializada — áreas onde os fundadores indianos procuram criar produtos de relevância global desde o início.
Uma das tendências notáveis na seleção atual é a crescente presença de empresas baseadas em tecnologia profunda e pesquisa. Muitos fundadores lidam com problemas que exigem ciclos de desenvolvimento longos, profunda experiência temática e segurança técnica genuína. Isso marca uma transição de uma abordagem orientada ao consumidor, que dominou as ondas anteriores de atividade de startups indianas, para negócios construídos em torno de propriedade intelectual e capacidades difíceis de replicar.
A turma também demonstra uma expansão da atividade de startups na Índia para além dos modelos de negócios de internet. Os fundadores estão ativamente entrando nos setores de manufatura, saúde, logística, construção e operações corporativas, aplicando soluções tecnológicas a áreas que historicamente foram modernizadas lentamente.
Nas próximas semanas, as startups selecionadas passarão por um programa estruturado de mentoria com a participação de empreendedores, investidores, operadores e especialistas no assunto. O foco principal será aprimorar a estratégia de produto, fortalecer os modelos de negócios e preparar-se para a próxima fase de crescimento. O programa terminará com uma semana presencial em Bengaluru, que inclui seminários, networking e conversas diretas com líderes do ecossistema, culminando no Dia de Demonstração (Demo Day), onde as startups apresentarão seus projetos a investidores, fundadores e partes interessadas do setor.
Os programas de apoio a fundadores ganharam importância diante do aumento da concorrência por capital e talentos. A escala das candidaturas para o Conquest este ano testemunha tanto a profundidade da atividade empreendedora que surge em toda a Índia quanto o interesse mais amplo dos fundadores por apoio estruturado que vai além da simples injeção financeira.
A BYD confirmou a introdução da nova versão do Dolphin Mini no Brasil, um hatch elétrico atualmente vendido na China sob o nome Seagull, que sofrerá modificações substanciais. Este anúncio ocorreu após o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT) da China divulgar as primeiras especificações e imagens do veículo no dia 10.
A chegada desta nova geração está prevista para ocorrer a partir de 2028, mas a estratégia da marca não prevê a substituição do modelo vigente. O Dolphin Mini atual continuará disponível como opção de entrada, sendo fabricado em Camaçari (BA) e mantendo sua posição como o elétrico mais vendido no varejo nacional, tendo registrado mais de 14 mil unidades emplacadas somente no primeiro trimestre de 2026.
A versão inédita será posicionada em um nível superior no portfólio, visando consumidores dispostos a investir mais em desempenho, tecnologia e espaço. As alterações vão além da estética, pois o novo hatch terá 4,20 metros de comprimento, 1,81 metro de largura e 2,65 metros de entre-eixos. Isso representa um aumento de 42,5 cm no comprimento e 15 cm no entre-eixos em comparação com o modelo atual, fazendo com que ele deixe de ser classificado como subcompacto para adotar as dimensões de um compacto.
Este novo porte se equipara ao do rival Geely EX2, um competidor que tem sido desafiador para a BYD, visto que ambos compartilham o mesmo entre-eixos de 2,65 m, mas o BYD supera o concorrente em cerca de sete centímetros de comprimento. O ganho de potência também é notável: o conjunto mecânico passará a gerar 129 cv, elevando-se dos atuais 75 cv e superando os 116 cv do EX2 comercializado no Brasil. Além disso, a velocidade máxima homologada aumentará de 130 km/h para 150 km/h. Esteticamente, o design será renovado e mais fluido, e a BYD optará por não manter as lanternas interligadas, uma de suas características marcantes.
Embora a vinda do carro esteja confirmada, informações cruciais permanecem confidenciais, incluindo a autonomia, a capacidade da bateria e o preço destinado ao mercado brasileiro. Registros chineses indicam apenas o uso da química LFP (fosfato de ferro-lítio), que é a mesma empregada na família Blade da BYD. Com seu novo tamanho, o Dolphin Mini se aproximará das especificações do Dolphin padrão, que está imediatamente acima na linha de produtos e disponível em versões como GS e Plus. Essa movimentação reforça a intenção da montadora de ocupar diversas faixas de preço e tamanhos no segmento. O Seagull, vendido como Dolphin Surf na Europa e Atto 1 em partes da Ásia, consolidou-se como um dos carros mais vendidos globalmente pela BYD desde seu lançamento em 2023.
O financiamento islâmico representa um setor financeiro completo com um volume global superior a 3 trilhões de dólares, operando em dezenas de países, incluindo Malásia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Alemanha. É importante entender que ele não é nem dinheiro religioso nem caridade.
A principal diferença entre um banco islâmico e um tradicional reside na metodologia de geração de receita. Um banco convencional lucra com o dinheiro, utilizando a diferença entre as taxas de depósito e empréstimo, fazendo da circulação monetária em si um produto. O banco islâmico, por outro lado, obtém receita de transações reais: ele se envolve na compra e revenda de bens, aluguel de propriedades, investimento no negócio do cliente e divisão de lucros e perdas.
Neste sistema, o dinheiro serve apenas como instrumento, e o rendimento está sempre ligado a um ativo real — seja um carro, um apartamento, equipamento ou um negócio em funcionamento. Todo o sistema se baseia em três proibições: Riba (proibição de obter renda de empréstimos, ou juros, pois o dinheiro não deve crescer por si só), Gharar (proibição de incerteza excessiva, como vender um bem inexistente) e Maysir (proibição de jogos de azar).
Além disso, existe um filtro ético: o banco islâmico não financia a produção de álcool ou tabaco, nem jogos de azar ou quaisquer outras atividades classificadas como proibidas (haram) pela Sharia. O princípio fundamental do financiamento islâmico é o compartilhamento mútuo de riscos e a base em ativos reais.
Considere o exemplo da compra de um carro no valor de 300 milhões de som. No cenário do banco convencional, o banco concede um empréstimo, e o cliente paga a dívida ao longo de cinco anos com juros. Com a alteração da taxa de juros, o pagamento também muda, e as multas por atraso se tornam receita do banco. No cenário do banco islâmico (Murabaha), o banco primeiro compra o carro ao revendedor e depois o vende ao cliente em parcelas com uma margem de lucro previamente acordada, por exemplo, por 360 milhões de som ao longo de cinco anos. Este valor é fixo e não aumenta. O banco atua aqui como vendedor, e não como credor, e assume os riscos relacionados ao bem até o momento da entrega ao comprador. De acordo com as regras, as multas por atraso não podem ficar com o banco, mas devem ser destinadas à caridade. No entanto, deve-se notar que os pagamentos no banco islâmico não são gratuitos, pois há uma margem de lucro, e o custo total pode ser comparável à taxa de juros de um empréstimo, mas a diferença chave reside na natureza da transação e na distribuição de riscos, além do fato de o cliente saber o valor final desde o início.
A legislação do Uzbequistão permite que os bancos utilizem seis tipos de operações islâmicas. Entre elas:
Existem também Sukuk — análogo islâmico de títulos, permitindo que o investidor financie um projeto específico e receba uma parte do rendimento, e Takaful — seguro islâmico baseado na ajuda mútua através de um fundo comum dos participantes.
Existem vários equívocos sobre este sistema. Primeiro, o banco islâmico é uma organização comercial que gera lucro, apenas usando um método diferente. O vice-presidente do Banco Central, Sanjar Nosirov, enfatizou que muitos erroneamente consideram o financiamento islâmico algo totalmente gratuito, confundindo-o com assistência social; na verdade, a margem de lucro na Murabaha ou a taxa de aluguel na Ijara representam o custo real do financiamento.
Em segundo lugar, o cliente de um banco islâmico pode pertencer a qualquer fé ou não ter nenhuma fé. Em Londres, um dos centros ocidentais do financiamento islâmico, muitos clientes desses bancos não são muçulmanos, atraídos pela transparência, pagamentos fixos e filtros éticos.
Em terceiro lugar, a lei criou um modelo duplo: os bancos tradicionais continuam operando como antes, e os serviços islâmicos tornaram-se um complemento, implementado seja por bancos islâmicos separados ou por 'janelas islâmicas' dentro das instituições existentes. A experiência mundial mostra a coexistência e concorrência desses dois sistemas ao longo de décadas.
A Lei ZRU-1126 foi aprovada em 27 de março de 2026 e assinada pelo Presidente Shavkat Mirziyoyev. Ela introduz alterações em nove atos simultaneamente, incluindo os Códigos Civil e Tributário, bem como as leis sobre o 'Banco Central' e 'Bancos e Atividade Bancária', formando a base legal do novo setor.
Para operar o bancário islâmico, é necessária uma licença especial do Banco Central, que é perpétua e intransferível. No país, podem operar tanto bancos islâmicos totalmente estabelecidos quanto 'janelas islâmicas' dentro de bancos tradicionais, e um banco licenciado pode operar ambas as linhas paralelamente. O vice-presidente do Banco Central, Sanjar Nosirov, chamou a entrada em vigor da lei de um evento histórico para o sistema financeiro do Uzbequistão.
Em 15 de julho de 2026, o Banco Central instituiu o Conselho de Financiamento Islâmico. Este órgão colegiado é responsável pela coordenação do desenvolvimento do financiamento islâmico, estabelecimento de padrões unificados para bancos, IFIs e outras organizações que operam sob princípios islâmicos. O Conselho é composto por cinco membros, liderados por Saidjamol Masaitov do Centro de Fatwas do Conselho Muçulmano do Uzbequistão. Os membros do conselho, incluindo Muhammadayibkhon Komidov, Hikmatill Toshmerov, Abdullatif Tursunov e Akhrorjon Saidullaev, desenvolvem padrões nacionais que atendem aos requisitos internacionais, consultam bancos e representam o Banco Central na AAOIFI.
A novidade legislativa — permitir que os bancos islâmicos realizem comércio, criem empresas e adquiram participações e ações — possibilita operações como Murabaha e Musharaka. Além disso, o Código Tributário possui um capítulo separado sobre operações islâmicas, garantindo neutralidade fiscal para que os produtos islâmicos não fiquem em desvantagem em relação aos empréstimos desde o início. As multas destinadas à caridade podem ser contabilizadas como despesas do banco.
O caminho para a implementação do financiamento islâmico levou cerca de vinte anos. Em 2003-2004, o Uzbequistão aderiu ao Banco Islâmico de Desenvolvimento (IsDB), que começou a fornecer os primeiros projetos para os bancos uzbequianos. Em 2018, houve uma tentativa de obter ajuda do ICD para lançar 'janelas islâmicas', mas a resolução do projeto não foi aprovada. Em 2020, um estudo do PNUD-IsDB mostrou que 61% dos empreendedores e 75% da população estavam dispostos a usar o financiamento islâmico.
Em abril de 2022, a lei sobre organizações de crédito não bancárias permitiu que as IFIs oferecessem financiamento islâmico. Em 2023, o desenvolvimento do financiamento islâmico foi declarado objetivo estatal no âmbito da estratégia 'Uzbequistão-2030'. Em 2024, o Banco Central aprovou as regras para IFIs islâmicas em operações de Murabaha, Ijara, Mudaraba, Musharaka e Salam. Em 2025, o projeto de lei foi submetido a discussões públicas, durante as quais as IFIs ofereceram serviços no valor de 21 bilhões de som, e um escritório de projetos do Banco Central foi criado. A Lei ZRU-1126 entrou em vigor em 29 de junho de 2026, abrindo oficialmente o bancário islâmico.
A reforma está se desenrolando em três fases, como observou o vice-presidente do Banco Central, Sanjar Nosirov, no TIIF-2026.
O Galaxy Watch Ultra está disponível em oferta com um desconto significativo de 65% sobre seu preço original de R$ 4.999. Este relógio de ponta da Samsung, conhecido por sua construção robusta, longa duração de bateria e sensores avançados potencializados por inteligência artificial, pode ser adquirido por R$ 1.736 via Pix no Mercado Livre.
Este smartwatch avançado da Samsung incorpora o sensor BioActive e outros componentes que fornecem diversos dados de saúde ao usuário. É possível monitorar a composição corporal através de bioimpedância, acompanhar batimentos cardíacos e níveis de SpO2, além de realizar eletrocardiogramas (ECG).
Além das funções de saúde, o Galaxy Watch Ultra suporta o rastreamento de várias atividades esportivas, incluindo modos específicos para corrida e ciclismo. A integração com a Galaxy AI permite a análise de dados, oferece sugestões de treinos personalizados e até fornece respostas rápidas em aplicativos de mensagens.
Com uma bateria de 590 mAh — cuja capacidade é esperada ser superior no Galaxy Watch Ultra 2, segundo rumores —, ele garante autonomia de até 100 horas quando o modo de economia está ativo, dispensando a necessidade de recarga diária. O dispositivo opera com o processador Exynos W100, 2 GB de RAM e 64 GB de armazenamento para baixar aplicativos da Play Store.
Sua estrutura conta com uma tela Super AMOLED de 1,5 polegadas com brilho de até 3.000 nits, garantindo visibilidade clara mesmo sob luz solar intensa. A caixa é fabricada em titânio de grau 4. Para localização e navegação precisas, o relógio possui GPS de dupla frequência (L1 + L5).
O gadget possui as certificações IP68 e militar MIL-STD-810H, conferindo-lhe resistência a ambientes extremos. Ele suporta temperaturas variando de -20 ºC a 55 ºC e altitudes de até 9.000 metros, conforme especificado pelo fabricante. Apesar de sua resistência à água de 10 ATM, ele não é recomendado para mergulhos profundos ou práticas aquáticas.
A oportunidade de adquirir o Galaxy Watch Ultra com 65% de desconto por R$ 1.736 no Pix no Mercado Livre deve ser aproveitada.