Aquário de São Paulo é o maior aquário da América Latina e atrai visitantes com diversas espécies
Leia mais
Viagem e Turismo
viagemeturismo.abril.com.br

Aquário de São Paulo é o maior aquário da América Latina e atrai visitantes com diversas espécies

Localizado no tradicional bairro do Ipiranga, na zona sul da capital paulista, o Aquário de São Paulo se destaca como o primeiro e maior aquário temático da América Latina. Esta atração ocupa um complexo de 15 mil metros quadrados e abriga aproximadamente 4 milhões de litros de água, onde residem cerca de 3,5 mil animais pertencentes a 250 espécies distintas.

Inaugurado em 2006, o aquário foi concebido inicialmente com foco especial nos ecossistemas brasileiros, incluindo a Floresta Amazônica, o Pantanal e os ambientes do Rio Tietê. Ele é notável por apresentar recintos climáticos singulares, como os destinados aos ursos-polares, e por suas montagens temáticas que replicam com precisão os habitats naturais.

Adicionalmente, o Aquário de São Paulo desempenha um papel ativo em programas de conservação e iniciativas sustentáveis, além de promover pesquisas científicas relacionadas à sua temática. É considerado um passeio ideal tanto para famílias quanto para entusiastas da vida marinha, fauna e flora global.

A diversidade de seres vivos no aquário é vasta. Entre as espécies marinhas mais procuradas estão tubarões, raias, peixes-palhaço (semelhantes ao personagem Nemo), cirurgiões-patela (como a Dory, do filme da Pixar), enguias e polvos. O local também exibe espécies emblemáticas brasileiras, como os pirarucus, grandes peixes amazônicos, e os peixes-bois-amazônicos, conhecidos como tapajós.

Para além dos peixes coloridos, há uma variedade de animais terrestres exóticos que cativam o público, como cangurus, coalas (que acabaram de chegar), equidnas, lêmures, suricatos, preguiças e raposas-voadoras, também chamadas de morcegos gigantes. Na seção de répteis, um ponto de destaque é o jacaré albino, sendo o único exemplar dessa espécie em exposição mundial.

Contudo, a principal atração do aquário é inquestionavelmente a família de ursos-polares, que recebe muitos visitantes diariamente. Este grupo é composto pela fêmea Aurora, pelo macho Peregrino e pela filhote Nur, nascida dentro do próprio aquário.

Entre os setores mais populares, encontra-se um ambiente que simula o fundo do mar, com um tanque de água salgada, uma réplica de submarino e corredores iluminados por luzes neon. Outro cenário fascinante para todas as idades é o tema de um vasto navio pirata, que possui pontes suspensas permitindo a observação de mamíferos e outras espécies aquáticas de múltiplos ângulos, inclusive de cima dos tanques.

O complexo oferece serviços de alimentação, incluindo o restaurante Fragata, que opera em sistema self-service, o Aquário Café, com opções de doces, cafés, salgados e sorvetes, e o Píer 15, uma lanchonete com decoração marítima que serve hambúrgueres.

O Aquário de São Paulo mantém horário de funcionamento diário, das 9h às 17h. Os dias de semana, de terça a sexta-feira, são os mais indicados para uma visita mais calma, pois nos fins de semana e feriados o fluxo de público tende a ser maior.

O endereço do espaço é Rua Huet Bacelar, 407. Para quem já se encontra na cidade de São Paulo, o acesso facilitado pode ser feito pelo metrô; a estação Santos-Imigrantes (Linha 2-Verde) fica a aproximadamente 15 minutos de caminhada. Quem optar por ir de carro pode utilizar o estacionamento coberto, mediante taxa de R$ 60,00.

Os ingressos estão disponíveis para compra no site oficial ou diretamente na bilheteria. O valor promocional para adultos é de R$ 150. Para crianças de 2 a 12 anos, o ingresso infantil promocional custa R$ 120. Há uma tarifa especial de R$ 100 para idosos acima de 60 anos, professores e pessoas com deficiência, incluindo seus acompanhantes.

Além do aquário, o bairro do Ipiranga oferece outros locais históricos e culturais próximos que podem ser visitados no mesmo dia, tais como o Museu do Ipiranga, o Parque da Independência e o Museu de Zoologia da USP.

Histórias semelhantes

Retorno dos bisões e criação de novo habitat para renas nas florestas de Bandhavgarh
Leia mais
www.aajtak.in

Retorno dos bisões e criação de novo habitat para renas nas florestas de Bandhavgarh

Uma imagem positiva surgiu nas florestas do santuário de Bandhavgarh em relação à conservação da vida selvagem, o que foi evidente durante o festival de Diwali. A presença de bisões, elefantes e abutres enriquece a biodiversidade das florestas. Além disso, estão sendo feitos esforços para restaurar a população de renas.

O foco principal das autoridades de conservação está em garantir locais seguros para os animais selvagens e adaptá-los ao ambiente natural. O retorno de animais selvagens que outrora desapareceram em escala local em Bandhavgarh é considerado um feito significativo dos esforços de conservação. Esses esforços contribuem não apenas para o aumento da população de animais selvagens nas florestas, mas também para o fortalecimento do equilíbrio ecológico.

O retorno dos bisões às florestas de Bandhavgarh é um sucesso importante na proteção da vida selvagem. Após esforços de conservação e restauração, os bisões se movem livremente novamente no ambiente natural. Sua crescente presença fortalece o ecossistema florestal e a biodiversidade.

Os elefantes, que chegaram a Bandhavgarh em 2018, gradualmente fizeram dessas florestas seu novo lar. Com o tempo, os elefantes se adaptaram ao ambiente local e hoje são uma parte integrante da fauna de Bandhavgarh.

Os abutres são conhecidos como saneadores da natureza. Eles desempenham um papel crucial na manutenção da limpeza ambiental e do equilíbrio do ecossistema, alimentando-se de animais mortos. Em rochas seguras e florestas de Bandhavgarh, eles recebem abrigo adequado. Os esforços de conservação e criação de habitats seguros ajudam a sustentar sua existência.

Há também iniciativas para o retorno de renas para Bandhavgarh. Como parte deste programa, as renas foram trazidas do santuário de Kanha e colocadas em um recinto seguro. Atualmente, estão sendo feitos esforços para adaptá-las ao novo ambiente. Este passo é uma direção importante para a futura criação de habitats naturais seguros para elas.

As iniciativas relacionadas a bisões, elefantes, abutres e renas mostram que os esforços contínuos de conservação e a garantia de habitats seguros podem abrir novas oportunidades para o florescimento da vida selvagem. Isso pode levar ao aumento da riqueza natural de Bandhavgarh e dar um novo impulso ao desenvolvimento do ecoturismo. A mensagem que estas florestas de Bandhavgarh carregam durante o Diwali é que, se os animais selvagens receberem refúgio seguro e um ambiente favorável, tanto a vida quanto a biodiversidade podem prosperar nas florestas.

Estudo revela que mais de 100 mil espécies da vida selvagem são comercializadas no mundo
Leia mais
noticiasaominuto.com

Estudo revela que mais de 100 mil espécies da vida selvagem são comercializadas no mundo

Uma pesquisa recente revelou que, em escala mundial, mais de 107.000 espécies da vida selvagem estão sendo comercializadas, o que é o dobro das estimativas anteriores. Analistas observam que a falta de dados pode indicar que o número real é 'muito maior'.

Anteriormente, supunha-se que cerca de 50.000 espécies eram comercializadas no mundo. No entanto, uma nova avaliação abrangente, baseada em dados intersetoriais de programas de controle do comércio de vida selvagem, estabeleceu o número em 107.356 espécies. Isso é relatado em um comunicado do estudo publicado pela Universidade de Melbourne, na Austrália.

Este estudo, que representa a 'primeira avaliação abrangente de espécies vendidas entre plantas, animais e fungos', foi publicado hoje na revista Science Advances, editada pela American Association for the Advancement of Science (AAAS).

Alice Hughes, pesquisadora principal da Escola de Ciências da Vida da universidade australiana, explica que o comércio de vida selvagem abrange uma ampla gama de produtos: 'desde madeira, frutos do mar e plantas medicinais até animais de estimação, flores de corte, peixes ornamentais e cogumelos', embora muitas pessoas pensem primeiramente na contrabando de elefantes, tigres e pangolins.

Citando o comunicado, a cientista observa que 'a maior parte (deste comércio) é legal' e gera 'cerca de 10 vezes mais do que o ilegal'. De acordo com os resultados do trabalho apresentado em novembro de 2025, o comércio ilegal era avaliado em US$ 360 bilhões (euros 323 bilhões) anualmente.

Enfatizando o problema da escassez de informações sobre o comércio de espécies selvagens, o estudo reconhece que o número declarado de 107.356 espécies pode ser significativamente inferior ao volume real. A pesquisadora aponta que 'para a maioria dessas espécies temos poucos ou nenhum dado', acrescentando que 'não há dados sobre quantidade e origem, sem mencionar o nível populacional, para avaliar se o comércio representa um risco para a sobrevivência das espécies'.

Ela também enfatiza: 'Sem os melhores dados, não podemos avaliar com precisão os riscos para a biodiversidade ou determinar quando o comércio leva à diminuição de espécies.'

Na opinião de Alice Hughes, as enormes lacunas no sistema global de monitoramento do comércio de vida selvagem, identificadas no estudo, 'sublinham a necessidade de uma mudança radical na forma como o comércio é contabilizado e relatado'.

A cientista chama a atenção para o fato de que, apesar da existência de um acordo global sobre biodiversidade, as avaliações de especialistas mostram que ele 'cobre apenas cerca de dois ou três por cento das espécies comercializadas, deixando de fora os outros 97 por cento'.

A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES) fornece diferentes níveis de proteção a mais de 40.000 espécies de animais e plantas, independentemente de serem vendidas como espécimes vivos ou como produtos derivados.

O comércio de vida selvagem também apresenta riscos, como a importação de pragas e patógenos, bem como de espécies que podem se tornar invasoras.

Para mudar a situação atual, o estudo defende a necessidade de 'uniformização da coleta de dados comerciais', sugerindo que a reutilização de 'processos alfandegários e veterinários existentes' permitiria aos países 'desenvolver um sistema confiável para monitorar o comércio'.

A colaboração entre cientistas, agências governamentais, empresas que vendem vida selvagem e consumidores que impulsionam a demanda é também crucial. Alice Hughes conclui: 'Se considerarmos importante parar a perda de biodiversidade, precisamos de relatórios de comércio de vida selvagem muito mais abrangentes, transparentes e coordenados globalmente.'

Espécie recorde de sapo descoberta no Pico da Caledônia
Leia mais
g1.globo.com

Espécie recorde de sapo descoberta no Pico da Caledônia

Em Nova Friburgo, na Região Serrana do estado do Rio, foi feito um registro raro: o sapinho pingo-de-ouro (Brachycephalus ephippium) foi descoberto no Pico da Caledônia. Esta espécie é conhecida pelo seu tamanho minúsculo e coloração vibrante, sendo um dos representantes mais curiosos da fauna da Mata Atlântica, estando ameaçada de extinção.

O tamanho do animal varia de doze milímetros a um centímetro, tornando-o menor que uma moeda de 1 real e permitindo que seja considerado o menor anfíbio terrestre do mundo. Apesar do seu tamanho minúsculo, o pingo-de-ouro desempenha um papel importante na manutenção do equilíbrio dos ecossistemas.

De acordo com dados do Instituto Estadual do Meio Ambiente (Inea), esta espécie serve como indicador da qualidade ambiental, visto que sua presença está geralmente associada a áreas bem preservadas. Esta espécie é nativa da Mata Atlântica e habita regiões acima de 600 metros de altitude.

A descoberta ocorreu no Pico da Caledônia, em Nova Friburgo, um dos pontos mais altos do estado do Rio de Janeiro, que atinge uma altitude de 2257 metros. O registro foi realizado pelo projeto Aventura Animal no Pico da Caledônia.

Os pesquisadores destacam que esta descoberta sublinha a importância crítica da conservação das zonas naturais para garantir a sobrevivência de espécies raras, como o pingo-de-ouro, que são particularmente sensíveis às mudanças ambientais.

Popular