Nascentes da Palmeirinha em Bonito oferece novos passeios de flutuação e barco com casco transparente
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Nascentes da Palmeirinha em Bonito oferece novos passeios de flutuação e barco com casco transparente

Nascentes da Palmeirinha, localizada em Bonito, Mato Grosso do Sul, inaugurará um novo ponto turístico com atividades de flutuação, trilhas e um passeio de barco totalmente transparente. A abertura oficial está programada para o dia 8.

Este novo atrativo está situado na Fazenda Palmeirinha e combina nascentes que emergem do leito arenoso com flores brancas submersas. Em certas seções, as algas criam estruturas ramificadas que remetem a corais marinhos, coexistindo com cardumes de diversas espécies.

Um dos destaques é a embarcação dotada de casco completamente transparente. Este barco, movido a energia elétrica, percorre aproximadamente 600 metros rio abaixo, seguindo a correnteza. A viagem dura entre 25 e 30 minutos e comporta até dez passageiros.

Durante a navegação, os visitantes podem observar o movimento dos peixes sob a embarcação, além de apreciar a mata ciliar e as aves presentes nas margens. Esta opção serve como alternativa para quem deseja conhecer o ambiente aquático sem realizar mergulhos.

De acordo com a agência de turismo Bonito Ecological, o passeio de barco custará R$ 240 por adulto na baixa temporada e R$ 280 na alta. Para crianças de 3 a 11 anos, os valores são R$ 215 e R$ 250, respectivamente. O valor do ingresso já inclui acesso às trilhas e à infraestrutura de lazer do local, sendo padronizado em todas as agências autorizadas da cidade.

Já a atividade de flutuação cobre cerca de 600 metros do rio, passando por fervedouros e jardins subaquáticos. A experiência inicia-se com uma trilha de aproximadamente 280 metros pela mata ciliar, passando pelo trecho chamado Caldeirão, onde a água brota do fundo. Posteriormente, os participantes chegam à Baía da Figueira para ver peixes e flores submersas, e seguem para a Baía da Cabana, marcada por uma nascente entre rochas.

Nas baías, há momentos para observar a flora submersa e tirar fotos. O percurso segue rio abaixo, contando com cinco decks de apoio espalhados pelo caminho, permitindo descanso ou saída da água. A atração completa, incluindo preparativos, caminhada e tempo na água, tem duração de cerca de duas horas. A flutuação é guiada e fornece equipamentos como máscara de snorkel, roupa de neoprene, colete salva-vidas e papetes. O retorno ao ponto de partida é feito por uma trilha de cerca de 150 metros.

Os ingressos para a flutuação têm custo de R$ 450 por adulto na baixa temporada e R$ 550 na alta, segundo o tarifário da Bonito Ecological. Para crianças de 6 a 11 anos, os preços são R$ 410 e R$ 500. Estes valores englobam equipamentos, acompanhamento de guia, trilhas e acesso à área de lazer.

Adicionalmente, o empreendimento oferecerá duas piscinas, sendo uma delas aquecida, além de áreas de descanso e um serviço de bar. O restaurante servirá culinária típica da fazenda, sendo a refeição cobrada separadamente: R$ 95 para adultos e R$ 65 para crianças de 3 a 11 anos.

A apresentação inaugural das Nascentes da Palmeirinha está marcada para domingo (8), das 16h às 19h, durante um evento ao entardecer. O localiza-se na rodovia MS-382, km 23, perto da Gruta do Lago Azul. O preço divulgado é válido a partir de 12 de novembro de 2026.

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Descobrindo Atins durante a baixa temporada dos Lençóis Maranhenses
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Descobrindo Atins durante a baixa temporada dos Lençóis Maranhenses

A jornada até Atins, vila localizada no litoral do Maranhão, envolve uma pequena aventura. O autor descreveu ter viajado de São Paulo de avião, percorrido cerca de 260 quilômetros por estrada e, posteriormente, navegado em uma lancha pelo Rio Preguiças. Ao desembarcar, já era noite, e a maré baixa exigiu que ele molhasse os pés para alcançar a terra firme.

Este foi o primeiro contato com a areia de Atins, que se tornou onipresente, desde as ruas até a bagagem de viagem. Durante a travessia de lancha, a escuridão ocultava os manguezais e povoados ao longo do rio, mas o olhar para cima revelava um céu repleto de estrelas.

Atins está situada na foz do Rio Preguiças, onde suas águas se unem ao Oceano Atlântico. Este antigo assentamento de pescadores serve como um ponto de partida fundamental para a exploração do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, reconhecido como Patrimônio Natural Mundial pela Unesco em 2024.

A mistura de simplicidade e sofisticação

Nos últimos anos, o vilarejo passou por uma transformação, incorporando hotéis luxuosos, restaurantes requintados e beach clubs que atraem turistas em busca de agitação. O autor se hospedou no Villa Pantai Boutique Hotel, avaliando a experiência como positiva devido ao conforto e à hospitalidade. Contudo, ao caminhar pelas ruas, percebe-se que Atins mantém grande parte de sua essência simples; não há pavimentação, os quadriciclos atuam como táxis, e mesmo uma curta caminhada demanda esforço. É essa combinação de elementos que confere ao local seu charme singular.

A viagem ocorreu em outubro, momento em que a estação das lagoas cheias já havia terminado, o que gerou preocupação sobre a aparência dos Lençóis Maranhenses. No entanto, durante os quatro dias passados em Atins, o autor constatou que algumas lagoas ainda persistiam, e que as dunas continuam a contar uma parte significativa da história, mesmo quando a água recua.

Para quem planeja visitar, recomenda-se levar itens essenciais como protetor solar, óculos de sol, chapéu ou boné bem fixo, vestimentas leves, traje de banho e garrafa de água. Chinelos e sandálias confortáveis, adequados para molhar, são úteis tanto para passeios quanto para desembarques de barco. Além disso, é crucial não negligenciar os mosquitos, que aparecem em grande número à noite, especialmente perto de áreas com vegetação; repelente é tão vital quanto o protetor solar diurno. Para jantares ao ar livre, sugere-se vestir roupas que cubram braços e pernas.

Explorando o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses abrange uma área de aproximadamente 155 mil hectares. Embora apresente uma aparência desértica, a região recebe precipitações em certas épocas do ano, formando lagoas de água doce entre as dunas. O pico do nível da água geralmente ocorre entre junho e setembro, período considerado ideal para a visita ao parque.

Em outubro, o cenário muda ligeiramente, pois a água evapora e se infiltra na areia, resultando em lagoas mais rasas ou secas. Durante o passeio realizado em veículo 4x4, foram encontradas depressões entre as dunas sem vestígios de água, enquanto outras ainda possuíam pequenas lagoas no meio da vasta extensão de areia. Embora a paisagem difira daquela vista em fotografias, a experiência permaneceu impressionante.

A primeira parada foi na Lagoa Jurará, que estava deserta de turistas. A água alcançava os joelhos, permitindo sentar na areia e desfrutar da temperatura amena, mas não possibilitando um mergulho profundo. A Lagoa do Gavião, por sua vez, era mais ampla e continha um volume de água ligeiramente maior. Diferentemente da Jurará, havia outros grupos de visitantes aproveitando o banho, mas havia espaço suficiente para encontrar um local mais sossegado. Na vizinhança da lagoa, a operadora do passeio providenciou cadeiras de madeira na areia, além de servir água e alguns petiscos.

A última parada foi a Lagoa Pininga, considerada a favorita do autor. Além de sua água com tonalidade azul-esverdeada, havia kitesurfistas aproveitando o vento. As velas coloridas cortavam o céu enquanto os atletas deslizavam pela superfície, executando saltos que pareciam desafiar a gravidade. O kitesurf é um fator que mantém Atins atraente após a alta temporada, pois os ventos intensos favorecem o esporte entre agosto e dezembro, atraindo tanto brasileiros quanto estrangeiros.

No dia subsequente, o grupo retornou ao parque para conhecer outros locais. Segundo o guia, uma das lagoas não possuía nome. Esta lagoa desconhecida apresentava o tom mais cristalino dos Lençóis Maranhenses, pelo menos na visita do autor. Visitar os Lençóis em outubro requer flexibilidade, pois não é possível garantir encontrar uma lagoa específica como vista em fotos; o volume hídrico varia anualmente, e os guias ajustam os itinerários conforme a progressão da seca para otimizar os pontos de banho.

Os passeios foram realizados com a Nature, que oferece roteiros privados de meio período e dia inteiro em veículos 4x4, acompanhados por guias e adaptáveis às condições das lagoas, o que é crucial em outubro. Na época da viagem, os passeios de meio período custavam a partir de R$ 930 por veículo para duas pessoas, e os de dia inteiro começavam em R$ 1.550. Os preços dependem do roteiro e do número de participantes.

Um dos passeios oferecidos pela Nature é o entardecer nas dunas. A saída ocorre às 15h, permitindo tempo para apreciar a paisagem e as lagoas antes de encontrar um local para assistir ao crepúsculo. Foi uma das visões mais belas vivenciadas pelo autor. Enquanto o sol se aproximava do horizonte, a luz incidia sobre a areia e a água das lagoas, tingindo tudo de dourado. A equipe da Nature preparou uma mesa com frios, pães, petiscos e sucos naturais para ser desfrutada ao final do dia.

Uma das belezas dos Lençóis Maranhenses é a percepção de que a paisagem está em constante mudança. Ao cair da noite, as sombras redefinem os contornos das dunas, e com o passar dos dias, o vento altera suas formas. Isso remete à ideia de Heráclito de que ninguém atravessa o mesmo rio duas vezes.

O passeio termina por volta das 18h e é privado, com custos variáveis por veículo conforme o número de participantes: R$ 1.450 para duas pessoas, R$ 1.690 para três ou quatro, R$ 1.860 para cinco ou seis, R$ 2.650 para sete a nove, e R$ 3.080 para dez a doze pessoas. Petiscos e bebidas estão incluídos neste valor.

Ao retornar a Atins, o autor testemunhou a força do vento, que arrancou seu boné durante o trajeto pelas dunas. Após carregar muita areia consigo, ele deixou também uma pequena lembrança no local.

A Praia de Atins

Escolher Atins como base apresenta uma vantagem notável, especialmente em outubro. Mesmo com o secamento das lagoas, a praia permanece como uma alternativa de lazer, e os ventos fortes atraem entusiastas do kitesurf. A Praia de Atins situa-se próxima à foz do Rio Preguiças. Barcos de pescadores compartilham o espaço com as velas coloridas dos kitesurfistas, enquanto bares e beach clubs atendem aqueles que preferem passar o dia junto ao mar.

Do local de hospedagem até a praia eram apenas alguns minutos de caminhada, mas o autor aprendeu rapidamente que em Atins, a distância e o esforço nem sempre são proporcionais. As vias são cobertas por uma areia extremamente fina, transformando a caminhada em um exercício para as panturrilhas. Sob o sol intenso, a areia aquece consideravelmente, forçando-o a dar pequenos saltos para evitar queimaduras nos pés.

Durante a maré baixa, foi possível aproveitar o banho de mar. A água estava agradável, embora o fundo arenoso cedesse inesperadamente em certos pontos, semelhante a uma areia movediça. É fundamental alertar que é preciso monitorar as condições da maré antes de entrar, pois ela define o tempo de disponibilidade da praia; a faixa de areia some quando a água sobe, impedindo o banho.

Uma opção mais confortável para desfrutar da praia é o Bar.Co, um beach club equipado com mesas no salão, cadeiras com guarda-sol, bangalôs e sofás voltados para o mar. O estabelecimento opera com diferentes modalidades de consumo. Nas mesas do salão, não há valor mínimo. Já as cadeiras com guarda-sol exigiam um gasto de R$ 150 durante a visita, e os bangalôs, equipados com day beds e mesinhas de apoio, tinham um mínimo de R$ 500. O cardápio inclui petiscos e pratos mais elaborados, como a lagosta na brasa, que custava R$ 300. No entanto, a paisagem é o elemento mais marcante. Quando esteve lá, a maré estava alta e a faixa de areia havia sumido em frente ao bar. No oceano, os kitesurfistas aproveitavam o vento, enquanto os barcos de pesca oscilavam sobre a água. Ao entardecer, o céu adquiria uma tonalidade filtrada, dominada pelo amarelo.

É aconselhável verificar o horário de funcionamento antes de ir; em outubro, o Bar.Co encerrava suas atividades entre 17h e 18h.

Observação de Guarás

Outra atividade recomendada é a observação dos guarás, aves de plumagem vermelha que habitam as áreas de manguezal. O passeio foi realizado no final da tarde, acompanhado por Antônio, um morador local, em direção a um trecho da foz do Rio Preguiças onde as aves costumam se reunir para pernoitar. Próximo à vegetação, o barco reduziu a velocidade, permitindo a observação das árvores.

Naquele dia, os guarás estavam reservados. Em vez de um grande voo coletivo, eles surgiram gradualmente: primeiro um, depois mais alguns, até que pequenas manchas vermelhas começaram a aparecer entre os galhos. Não houve a cena de dezenas de pássaros cruzando o céu simultaneamente, como frequentemente retratado em fotografias. O autor, que nunca havia visto um guará de perto, ficou impressionado com a intensidade da cor, notando que, à distância, as aves pareciam flores vermelhas dispersas pela vegetação.

Para quem deseja realizar este passeio, a Trilha Azul Turismo oferece saídas da Praia de Atins às 16h20, com previsão de retorno às 18h. O roteiro explora os manguezais do Rio Preguiças para observar a chegada dos guarás ao anoitecer. O passeio compartilhado custa R$ 170 por pessoa, enquanto a lancha particular tem um custo inicial de R$ 700 para até quatro pessoas.

Detalhes da Hospedagem

Durante a estadia, o autor se hospedou no Villa Pantai Boutique Hotel. Com 22 unidades, o hotel possui uma atmosfera íntima, destacando-se por uma decoração que valoriza materiais naturais e o artesanato. Madeira, palha, cerâmica e móveis manufaturados adornam os quartos e áreas comuns, harmonizando o estilo rústico com o conforto. O autor ficou na suíte Lençóis de Areia, localizada no térreo, que possuía varanda e vista para a piscina. A cama king-size era espaçosa, e o quarto estava equipado com ar-condicionado, Smart TV, cafeteira e espaço para bagagens. Um aspecto apreciado foi o piso de pedras no banheiro, que proporcionava uma sensação de massagem nos pés durante o banho.

O hotel dispõe de diversas categorias de acomodação. A categoria Lagos Maranhenses, no andar superior, inclui piscina privativa na varanda. Também existem bangalôs mais amplos, ideais para famílias e grupos, cujos ambientes podem ser adaptados para receber hóspedes extras. Todos os hóspedes recebem mimos, como um chinelo e um chapéu.

Um ponto de destaque no Villa Pantai é a piscina principal, desenhada para evocar as lagoas dos Lençóis Maranhenses. Em vez do formato retangular convencional, ela possui contornos irregulares, fundo de areia e pedras ao redor. A água é tratada e possui sistema de circulação; embora não seja aquecida, as pedras absorvem o calor, auxiliando na manutenção de uma temperatura agradável. O autor mergulhou à noite e notou que a água ainda estava morna.

O hotel também oferece serviços de spa (massagens a partir de R$ 300), academia e uma loja de artesanato. O restaurante Companhia da Lagosta apresenta um menu focado em frutos do mar e ingredientes regionais. Um dos pratos elogiados foi o Serra na Canoa, composto por peixe-serra, com preço de R$ 288.

Apenas um trecho da praia em Paraíba é considerado impróprio para banho
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Apenas um trecho da praia em Paraíba é considerado impróprio para banho

De acordo com o relatório de adequação balneológica, publicado pela Diretoria de Administração Ambiental (Sudema) nesta sexta-feira (dia 23), há apenas um trecho de praia no litoral de Paraíba que não é adequado para banho.

Este trecho está localizado na cidade de João Pessoa. O relatório foi elaborado com base em amostras coletadas entre 19 e 22 de outubro e permanece válido até 30 de outubro, data de publicação do próximo relatório.

Segundo o órgão ambiental, a classificação como imprópria para banho se aplica exclusivamente à faixa de 100 metros à esquerda e à direita do ponto de coleta. Fora desta área, as praias permanecem abertas para banho até que novos dados indiquem uma mudança na qualidade da água.

Em João Pessoa

O trecho sinalizado como impróprio para banho localiza-se na Rua Manoel Candido Soares, nos bairros Jacarapé e Sol.

Projeto Casa Piedra Bahía em Palmar de Ocoa integra arquitetura ao cenário costeiro dominicano
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Projeto Casa Piedra Bahía em Palmar de Ocoa integra arquitetura ao cenário costeiro dominicano

O projeto Casa Piedra Bahía, desenvolvido pela equipe de projeto, foi concebido de modo que a paisagem não seja apenas observada, mas sim integrada como elemento fundamental da vivência no local. Esta residência está situada em Palmar de Ocoa, Azua, na República Dominicana, inserida em um ambiente litorâneo caracterizado pela justaposição entre as elevações montanhosas e o Mar do Caribe.

A concepção arquitetônica foi moldada para dialogar com este contexto específico. Para isso, o projeto priorizou aspectos como a ventilação natural, a entrada de luz solar controlada, a garantia de privacidade aos moradores e a manutenção de um elo constante com o ambiente natural ao redor.

Galeria do Projeto

As informações sobre o projeto foram citadas em referência à obra «Casa Piedra Bahía / DE SPACE» [Piedra Bay House / DE SPACE], datada de 20 de outubro de 2026, conforme acesso realizado em 22 de outubro de 2026 no ArchDaily em Português.

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