Apple Music adiciona recurso Selfie Sing para gravação de vídeos de karaokê no iPhone
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Apple Music adiciona recurso Selfie Sing para gravação de vídeos de karaokê no iPhone

A Apple está implementando uma expansão nas funcionalidades de karaokê do Apple Music. Este novo recurso, denominado Selfie Sing, foi introduzido na versão beta do iOS 27.3 e possibilita aos usuários utilizar a câmera frontal juntamente com as letras sincronizadas das canções para realizar gravações.

Durante a gravação, o usuário consegue acompanhar a letra exibida na tela enquanto canta, e posteriormente, tem a opção de ajustar o volume da sua própria voz e aplicar diversos efeitos sonoros. O vídeo resultante pode ser guardado no aplicativo Fotos ou compartilhado com terceiros, conforme relatado pelo desenvolvedor Aaron Perris, do MacRumors, que divulgou um vídeo demonstrativo da funcionalidade.

As inovações preparatórias para a próxima iteração do iOS já estão sendo observadas pouco mais de uma semana após as alterações introduzidas pelo iOS 27.2, que trouxe uma nova estética visual, conferindo à interface do aplicativo um aspecto mais 'sóbrio'. Os custos de assinatura do serviço permanecem em R$ 23,90 para o plano individual e R$ 40,90 para o plano familiar.

O Selfie Sing atua como uma evolução do Apple Music Sing, um recurso de karaokê que foi lançado no iOS 16.2 em 2022, permitindo diminuir o volume dos vocais originais em músicas compatíveis para que o usuário possa cantar junto.

Com este novo modo, um ícone de câmera surge ao lado dos controles do Sing. Ao ser ativado, o Apple Music inicia uma interface de gravação utilizando a câmera frontal e mantém as letras sincronizadas visíveis. Após concluir a gravação, é possível balancear o volume da voz captada pelo microfone em relação ao volume da música.

Além disso, o Apple Music oferece quatro opções de efeitos para modificar a voz. No caso do iPhone Duo, o modo utiliza o formato dobrável de forma distinta: quando o aparelho está fechado, o usuário pode se filmar usando a câmera traseira principal, enquanto acompanha as letras na tela externa.

Atualmente, o Selfie Sing está disponível somente em dispositivos iPhone. De acordo com o Apple Insider, o recurso não foi encontrado em um iPad Pro rodando a mesma versão beta, embora o tablet tenha acesso ao Apple Music.

Mesmo estando em fase de testes, a Apple disponibilizou uma playlist específica para o Selfie Sing, segundo o MacRumors. Essa seleção musical inclui faixas como “Girls Just Want to Have Fun”, de Cyndi Lauper; “Like a Virgin”, de Madonna; e “Baby One More Time”, de Britney Spears.

Embora essa playlist possa estar acessível a usuários do iOS 27.2, lançado oficialmente pela companhia na semana anterior, isso não implica que o modo de gravação esteja liberado na versão atual. A Apple ainda não lançou o Selfie Sing na versão estável do sistema.

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Novos rumores sugerem que o iPhone 18e receberá melhorias significativas em desempenho e na câmera frontal, mas manterá a tela de 60 Hz, caracterizando a série de entrada da Apple.

Essas informações foram compartilhadas na terça-feira, dia 27/10, pelo conhecido vazador chinês Digital Chat Station. Espera-se que o iPhone 18e seja lançado no primeiro semestre de 2027, ao lado dos modelos iPhone 18 e iPhone Air 2.

A alteração mais notável prevista para o novo dispositivo é o processador, que utilizará o mesmo chip do iPhone 18 padrão, o Apple A20. Este componente deverá ser produzido em um processo de 2 nanômetros, superando os 3 nm do A19 presente no iPhone 17e. Tal avanço tecnológico deve proporcionar ganhos tanto em eficiência energética quanto em desempenho.

Em relação à câmera frontal, há indícios de um novo sensor de 24 megapixels, um aumento em relação aos 12 MP do iPhone 17e, embora o aparelho mantenha uma única câmera de 48 MP.

A tela, contudo, deve permanecer essencialmente inalterada. De acordo com o vazamento, o aparelho contará com um painel OLED LTPS de 6,12 polegadas operando a 60 Hz, seguindo as especificações das gerações anteriores. É relevante notar que até dispositivos mais acessíveis, como o Galaxy A37, possuem telas com frequência superior, sendo este último encontrado por cerca de R$ 1.700.

Adicionalmente aos vazamentos do Digital Chat Station, o MacRumors aponta rumores sobre um ligeiro incremento na memória RAM, passando de 8 GB para 9 GB. Apesar dessa evolução, o dispositivo ficaria aquém dos 12 GB necessários para certas funcionalidades da Apple Intelligence.

A memória constitui um ponto sensível no cenário atual do mercado, visto o aumento nos custos dos componentes, o que impede grandes saltos nesse aspecto em aparelhos voltados para um público mais econômico.

Independentemente dessas especificações, analistas preveem que os modelos iPhone 18 e 18e terão um custo entre US$ 100 e US$ 200 mais elevado nos Estados Unidos. No mercado brasileiro, a linha iPhone 18 Pro registrou um aumento de R$ 500 nas suas versões mais básicas. Já o iPhone 17e foi introduzido no Brasil por R$ 5.799, oferecendo 256 GB de armazenamento, valor inicial idêntico ao cobrado pela geração anterior no país.

Apple promete substituir iPhones dobráveis com defeito na tela interna
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Apple promete substituir iPhones dobráveis com defeito na tela interna

A Apple anunciou que está ciente de problemas na tela interna do seu primeiro celular dobrável, o iPhone Duo, e se comprometeu a substituir as unidades afetadas.

Desde o lançamento na última sexta-feira (23), alguns consumidores começaram a reportar falhas no painel interno do dispositivo. De acordo com relatos divulgados na internet, essas falhas manifestam-se como linhas horizontais brilhantes que emergem da área próxima à dobradiça.

Em resposta a essas ocorrências, a Apple confirmou na segunda-feira (26) que o problema atinge apenas um "pequeno número" de aparelhos. A companhia orientou os clientes que encontrarem defeitos na tela a contatarem o AppleCare para solicitar a troca do dispositivo.

Um porta-voz da empresa informou à CNBC: "Estamos cientes de um problema que afeta a tela interna de um pequeno número de unidades do iPhone Duo. Se os usuários enfrentarem problemas com a tela do iPhone Duo, devem entrar em contato com o AppleCare para solicitar uma substituição".

O custo inicial do aparelho é de US$ 1.999 (equivalente a R$ 21.999 no Brasil). Para casos em que o aparelho não esteja coberto pela garantia, o reparo da tela interna tem um custo de US$ 999 (aproximadamente R$ 5.400), conforme detalhado na página de suporte da Apple.

As falhas em telas internas são um desafio conhecido no mercado de celulares dobráveis desde 2019, quando a Samsung introduziu um modelo com este formato, e avaliadores notaram rachaduras e mau funcionamento do painel durante o uso comum.

A durabilidade da tela permanece como um fator que pode limitar a aceitação mais ampla deste tipo de tecnologia. Apesar dos problemas recentes, as primeiras análises do iPhone Duo elogiaram a experiência de uso com o aparelho aberto, especialmente para tarefas de multitarefa e consumo de mídia.

Entretanto, os avaliadores também apontaram que muitos aplicativos ainda não estavam otimizados para tirar proveito das telas maiores e mais amplas. A Apple assegurou nesta segunda-feira que os desenvolvedores já estão trabalhando na adaptação de seus softwares ao novo formato. Um representante da empresa declarou que a recepção inicial do iPhone Duo foi "extremamente positiva", e que estão observando avanços interessantes de desenvolvedores que estão atualizando rapidamente seus aplicativos para aproveitar o design exclusivo do aparelho.

O lançamento do primeiro iPod da Apple revolucionou a indústria musical
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O lançamento do primeiro iPod da Apple revolucionou a indústria musical

Quando a Apple lançou seu primeiro iPod, isso marcou o início de uma mudança radical nas formas de ouvir música. Este reprodutor compacto foi um passo em direção à realização do sonho de carregar milhares de músicas no bolso, transformando não apenas os hábitos dos ouvintes, mas também a própria indústria musical.

Hoje, ouvir música em telefones celulares e criar playlists pessoais tornou-se extremamente simples. No entanto, anteriormente, para ouvir músicas durante viagens, era necessário levar um toca-fitas ou um reprodutor de CD. O surgimento do iPod ajudou a popularizar o conteúdo digital e desempenhou um papel fundamental na transformação da Apple de uma empresa que fabricava computadores para uma marca tecnológica reconhecida pelos consumidores. Além disso, essa mudança preparou o terreno para o surgimento de dispositivos como o iPhone.

Em 2001, houve um aumento no interesse pela música digital, e os usuários começaram a migrar de fitas cassete e CDs para reprodutores MP3. No entanto, muitos reprodutores disponíveis na época tinham limitações em usabilidade e capacidade. O então CEO da Apple, Steve Jobs, viu nisso uma oportunidade. No início de 2001, ele recrutou Tony Fadell para a equipe de desenvolvimento do iPod. O objetivo da empresa era criar um dispositivo pequeno e simples capaz de armazenar uma enorme quantidade de faixas favoritas.

A equipe demonstrou alta eficiência e concluiu o desenvolvimento antes do prazo previsto. O anúncio do iPod ocorreu em 23 de outubro de 2001, e as vendas começaram em 10 de novembro de 2001.

O primeiro modelo de iPod tinha o mesmo tamanho de uma fita de cartão padrão. Ele era equipado com um botão central de seleção e quatro botões de controle ao redor dele. Um destaque especial era a roda de rolagem mecânica, que permitia ao usuário navegar pelas músicas para frente e para trás. O design também era distinto: a carcaça frontal branca, o painel traseiro de aço inoxidável e os fones de ouvido brancos lhe davam uma aparência única entre outros reprodutores de música. A interface era tão intuitiva que não exigia um interruptor separado.

O preço inicial do iPod era de 399 dólares. Ele possuía um disco rígido de 5 GB, o que permitia armazenar cerca de 1000 músicas. A bateria fornecia até 10 horas de funcionamento, e o dispositivo também tinha uma tela retroiluminada. Ao apresentar o iPod, Steve Jobs afirmava que ouvir música nunca mais seria o mesmo. Embora isso pudesse parecer um exagero na época, o mercado de música digital começou a crescer rapidamente nos anos seguintes.

O lançamento inicial do iPod teve um sucesso moderado, mas as vendas não dispararam imediatamente. No primeiro ano, foram vendidos cerca de 350 mil unidades. Uma razão significativa para isso era que as primeiras versões do iPod funcionavam exclusivamente com computadores Apple. A situação mudou em 2002, quando a empresa lançou uma versão do iPod compatível com computadores com sistema operacional Windows, o que expandiu o círculo de potenciais compradores.

Mais tarde, em 2003, a Apple lançou a iTunes Music Store. Através desta plataforma, os usuários puderam adquirir e baixar legalmente uma grande quantidade de faixas. A colaboração entre iPod e iTunes desempenhou um papel crucial na mudança dos métodos de compra e audição de música. Se antes as pessoas compravam mais frequentemente álbuns inteiros, graças à loja digital tornou-se fácil comprar apenas uma música, o que estimulou a transição de CDs físicos para downloads digitais e alterou os antigos modelos de negócios da indústria musical.

Com o tempo, a Apple começou a incorporar novos recursos no iPod. Em 2005, a empresa adicionou a capacidade de baixar podcasts, e o iPod desempenhou um papel na popularidade dos podcasts. No mesmo ano, a quinta versão do iPod Classic recebeu uma tela para visualização de vídeo, permitindo que os usuários assistissem a filmes e programas de televisão. Assim, o dispositivo deixou de ser limitado apenas à reprodução de música.

A Apple lançou várias séries de iPod, incluindo iPod Classic, Mini, Shuffle, Nano e Touch. No total, estima-se que a empresa tenha vendido cerca de 450 milhões de unidades em todas essas linhas.

O sucesso do iPod ajudou a Apple a entender que os consumidores preferem usar conteúdo digital em dispositivos pequenos, simples e atraentes. Em 2007, a empresa apresentou o iPhone, que combinava as funções de telefone com a capacidade de reproduzir música e vídeo. Gradualmente, os smartphones reduziram a necessidade de reprodutores de música especializados, pois todas as funções — música, vídeo e muito mais — estavam disponíveis no telefone. Finalmente, a Apple anunciou a interrupção das vendas do iPod Touch em maio de 2022, marcando o fim da história do iPod.

No entanto, a história do iPod vai além do simples desaparecimento de um reprodutor de música; é o início de uma era em que a música digital se tornou parte integrante da vida cotidiana. O iPod simplificou o transporte de música e ajudou a Apple a alcançar a posição de onde conquistou seu nicho exclusivo no mercado tecnológico mundial.

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