Microsoft esclarece que o Windows 11 exige ajustes nas configurações para mover a Barra de Tarefas
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Microsoft esclarece que o Windows 11 exige ajustes nas configurações para mover a Barra de Tarefas

A Barra de Tarefas do Windows 11 recuperou a funcionalidade de ser móvel neste ano, permitindo que os usuários a coloquem na parte superior ou nas laterais da tela. Contudo, para realizar essa mudança, é necessário acessar uma seção específica das configurações do sistema, visto que não é possível movê-la simplesmente arrastando com o mouse. A Microsoft forneceu uma explicação oficial sobre essa limitação.

Enquanto no Windows 10 o usuário consegue reposicionar o componente facilmente, clicando e arrastando a Barra de Tarefas para os lados ou para cima, o Windows 11 restringe essa movimentação via mouse. Essa restrição não se deve a falhas de projeto, preguiça ou dificuldades técnicas, conforme afirmou Diego Baca, vice-presidente de design do Windows.

A justificativa para essa limitação é evitar que a Barra de Tarefas seja movida de maneira acidental no ambiente do Windows 11. Essa explicação foi divulgada por Baca através da plataforma X, em resposta a uma consulta do Windows Central sobre o retorno da Barra de Tarefas móvel, embora ele tenha adicionado um comentário sobre a necessidade de aplicativos de terceiros para arrastar a barra.

Em uma pesquisa realizada, constatou-se que arrastar a Barra de Tarefas para reposicioná-la pode provocar deslocamentos não intencionais, o que é um dos motivos pelos quais a opção de "Bloquear a barra de tarefas" existe em edições anteriores do Windows. Além disso, verificou-se que a alteração da posição da Barra de Tarefas não é uma ação frequente por parte dos usuários.

Segundo Baca, oferecer uma configuração de fácil acesso, bastando um clique com o botão direito, proporciona uma experiência mais previsível e intencional. Ele classificou isso como uma decisão de design planejada, e não como uma funcionalidade ausente. Isso sugere que versões futuras do Windows 11 provavelmente manterão a exigência de acesso às configurações para reposicionamento da Barra de Tarefas, seguindo o caminho: Configurações / Personalização / Barra de Tarefas / Comportamento da Barra de Tarefas / Posição da Barra de Tarefas.

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O modo Cloud Rebuild, uma funcionalidade de recuperação do Windows 11 que opera diretamente a partir da nuvem, foi oficialmente lançado. Este recurso elimina a necessidade de o usuário utilizar um pendrive ou uma partição específica para realizar a restauração.

A Microsoft havia apresentado este recurso em julho, e ele agora está sendo incorporado às versões finais do sistema operacional. Embora fosse possível restaurar o Windows 11 usando a nuvem anteriormente, o Cloud Rebuild oferece uma capacidade superior: ele não apenas baixa a imagem do sistema operacional, mas também os drivers necessários, desde que estes possam ser instalados através do Windows Update.

Na prática, o Cloud Rebuild possibilita uma instalação nova e completa do Windows 11, prevenindo problemas com componentes que podem falhar após procedimentos de recuperação, como portas Ethernet ou saídas de áudio.

É fundamental ressaltar que o Cloud Rebuild foi projetado para executar uma instalação limpa do Windows 11. Portanto, antes de ativar a ferramenta, é imprescindível realizar um backup dos arquivos e estar ciente de que todos os aplicativos que não são nativos do sistema precisarão ser reinstalados.

Atualmente, o Cloud Rebuild faz parte do pacote de atualização opcional KB5127936 do Windows 11. Para obter essa atualização, o usuário deve acessar Configurações e, em seguida, Windows Update, procurando e instalando o referido pacote, seguido de uma reinicialização do computador.

Para acessar o Cloud Rebuild após a instalação, basta navegar até Configurações > Sistema > Recuperação > Reconstruir este PC (ou opção equivalente). Este processo reiniciará o dispositivo e iniciará uma nova instalação do sistema operacional pelo Ambiente de Recuperação do Windows (WinRE). Dentro do WinRE, a funcionalidade estará disponível em Solução de problemas > Reconstrução via Nuvem.

Caso ocorra algum impedimento na inicialização do Windows 11, o próprio sistema pode entrar no WinRE, permitindo assim o uso do Cloud Rebuild. Contudo, deve-se observar que a disponibilidade deste novo recurso pode ser gradual após a instalação do pacote KB5127936. Nesses casos, recomenda-se aguardar, pois o Cloud Rebuild deve ser liberado para todas as instalações do Windows 11 a partir de novembro, juntamente com as atualizações obrigatórias do mês.

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A Microsoft segue atualizando seu conjunto de ferramentas conhecido como «canivete suíço» para Windows. A versão mais recente, PowerToys 0.102, introduz dois utilitários novos e relevantes focados na funcionalidade do mouse.

Um desses recursos é denominado Bloqueio do Botão do Mouse (Mouse Button Lock). Ao ser ativado, este utilitário permite que o usuário pressione um dos botões do mouse por um período muito breve, mas o sistema operacional Windows interpreta que o botão permanece pressionado continuamente.

Isso possibilita realizar tarefas que demandam que um botão do mouse permaneça pressionado por um longo tempo, como selecionar textos, mover arquivos ou redimensionar elementos, tudo isso sem causar fadiga. Este recurso também pode ser benéfico para pessoas que enfrentam dificuldades motoras.

O Bloqueio do Botão do Mouse pode ser aplicado a todos os botões do mouse (esquerdo, central e direito). Além disso, o usuário tem a opção de configurar o tempo necessário para que o bloqueio automático seja acionado. Um novo toque serve para interromper o bloqueio instantaneamente.

A segunda novidade relacionada ao mouse é o CursorHide. Esta função permite que o ponteiro do mouse (seta) seja ocultado automaticamente durante a digitação, em períodos de inatividade ou em ambas as situações. Assim que o mouse é movido, o cursor reaparece na tela.

O CursorHide pode auxiliar o usuário a prevenir que o cursor cubra informações importantes ou a distrair seu foco de maneira indesejada.

Outras adições no PowerToys 0.102 incluem a disponibilidade do software no GitHub, onde se deve selecionar a versão x64 para processadores Intel ou AMD, e a versão ARM64 para chips Arm. Usuários de versões anteriores podem receber um aviso de atualização ao iniciar o aplicativo.

Embora o foco principal seja o Windows 11, o PowerToys 0.102 também oferece suporte ao Windows 10.

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O Windows 11 introduziu uma funcionalidade para medir a velocidade da conexão à internet em março de 2026. Contudo, muitos usuários expressaram insatisfação com essa adição, visto que ela opera meramente como um atalho para o Bing.

No entanto, há boas notícias: um medidor de velocidade verdadeiramente integrado ao sistema operacional está em desenvolvimento. Essa informação foi apontada pelo Neowin, que identificou o recurso na compilação 26340.9767 do Windows 11, disponível no canal Experimental do programa Windows Insider.

Nesta versão específica, o ícone de medição de velocidade na Barra de Tarefas exibe a janela de teste diretamente no sistema. Embora pareça um avanço modesto, a implementação atual do botão "Executar teste de velocidade" apenas redireciona para o medidor de internet do Bing, utilizando o navegador padrão.

A nova proposta visa corrigir essa falha de lógica. Ao ser acionado, o botão deverá abrir uma pequena janela no canto superior direito da tela, exibindo a taxa de download, a taxa de upload e a latência (ping) da conexão, sem a necessidade de acessar o Bing.

Este teste nativo baseia-se no renomado Speedtest da Ookla, diferentemente da versão anterior, pois elimina a exigência de abrir um navegador para realizar a medição de velocidade.

A Microsoft ainda não forneceu uma data oficial para o lançamento deste novo medidor de internet no Windows 11. Dado que o recurso ainda reside no canal Experimental do Windows Insider, sua disponibilização pública pode demorar alguns meses, sendo especulado um possível lançamento no primeiro trimestre de 2027.

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