Vivo avalia aquisição da Vero para fortalecer operações de fibra óptica
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Vivo avalia aquisição da Vero para fortalecer operações de fibra óptica

A Telefônica Brasil, controladora da Vivo, estaria analisando a possibilidade de adquirir a provedora Vero. De acordo com informações apuradas pelo Estadão, consultores já foram contratados e as tratativas estão em curso, embora nenhum acordo tenha sido formalizado até o momento.

Caso a transação se concretize, ela fortaleceria significativamente a atuação da Vivo no segmento de fibra óptica e expandiria sua carteira de clientes. Adicionalmente, a Vero traria para a companhia uma operação de telefonia móvel virtual, que serve tanto aos consumidores quanto como suporte estrutural para outras marcas.

O principal valor da Vero reside em sua base de banda larga. Dados fornecidos pela Anatel indicam que a Vero possui aproximadamente 1,29 milhão de acessos de internet fixa, ocupando a sexta posição no mercado brasileiro. A Vivo, por sua vez, está em segundo lugar, com cerca de 8,54 milhões de acessos, ficando atrás apenas da Claro.

A Vero presta serviços em centenas de municípios localizados em estados como Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Uma potencial aquisição também se alinha ao cenário de consolidação entre diversos provedores, grandes e médios. Recentemente, a Giga+ manifestou que está em conversas com a Sky sobre uma possível união de negócios.

Para além da internet fixa, a Vero funciona como uma operadora móvel virtual (MVNO), utilizando a rede da TIM. Em junho, a empresa contava com cerca de 340 mil usuários móveis, o que já correspondia a 7% de sua receita. Além disso, ela oferece infraestrutura para que outras empresas possam disponibilizar planos de celular sob suas próprias marcas.

Entre as companhias credenciadas encontram-se Veek, Salvy, Ampernet e provedores regionais. Este negócio poderia ser de interesse para a Vivo por prover uma estrutura pronta para atender marcas menores, embora o papel exato dessa estrutura em uma eventual compra ainda não esteja definido.

A possível venda acontece em um contexto de dificuldades financeiras para a Vero, que apresenta uma dívida líquida próxima a R$ 3 bilhões e registrou uma redução em sua base de assinantes durante este ano. Paralelamente, a Vivo tem investido no reforço de sua infraestrutura de fibra. Em maio, a Vivo assumiu o controle total da FiBrasil, uma empresa criada especificamente para gerenciar redes de fibra óptica. A incorporação da Vero ampliaria a presença da Vivo no varejo de banda larga e adicionaria a capacidade de operação móvel virtual.

Até o momento, não há um contrato assinado nem qualquer garantia de que o negócio será finalizado. Enquanto as empresas não divulgarem uma decisão oficial, não há alterações confirmadas para os clientes.

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A Giga+, anteriormente conhecida como Alloha Fibra, confirmou ter mantido conversas com a Sky nos últimos meses acerca de uma potencial fusão e aquisição. Esta informação foi divulgada em um comunicado ao mercado após a B3 solicitar esclarecimentos, motivada por uma notícia veiculada pelo site Broadcast, pertencente ao Grupo Estado.

Contudo, a empresa enfatizou que não houve nenhuma deliberação por parte da administração da companhia, nem a formalização de qualquer acordo, compromisso ou documento contratual vinculativo, conforme reportado pelo site Teletime.

Uma união das operações de banda larga da Giga+ com a Zaaz, que é a operadora de fibra da Waiken ILW, controladora da Sky, teria o potencial de estabelecer a quarta maior provedora de internet fixa no Brasil, contando com aproximadamente 1,91 milhão de usuários.

Em seu comunicado, a Giga+ declarou que manteve diálogos com a Sky e com outros atores do setor nos últimos meses. A operadora também mencionou que realiza avaliações periódicas de oportunidades de negócios e alternativas estratégicas visando a expansão e a gestão de capital.

Tal transação poderia ser vantajosa para a Giga+, visto que ela registrou uma queda de 16,5% em sua base de acessos durante os doze meses finalizados em agosto. Em contraste, a operação de banda larga da Sky e Zaaz apresentou um crescimento expressivo de 47,7% no mesmo período.

Adicionalmente à atuação em rede de fibra óptica, a Sky está buscando penetrar no segmento de rede móvel. Em agosto, a empresa lançou oficialmente os planos comerciais da Sky Móvel, que opera como uma operadora virtual (MVNO) utilizando a infraestrutura da Surf Telecom. Há também planos para introduzir o Sky Link, um competidor da Starlink no mercado de internet via satélite.

Uma eventual operação incluiria a Giga+ e os ativos de banda larga do grupo Waiken ILW, que detém a Sky e a Zaaz. De acordo com dados da consultoria Teleco, a Giga+ possuía cerca de 1,29 milhão de acessos em agosto, enquanto Sky e Zaaz somavam aproximadamente 627 mil clientes. Somadas, essas operações atingiriam cerca de 1,91 milhão de assinantes.

Este volume posicionaria o grupo consolidado atrás apenas das grandes empresas Claro, Vivo e Nio — esta última, que absorveu a clientela de fibra da Oi —, mas à frente da Brisanet, que contava com cerca de 1,58 milhão de acessos no mesmo momento.

O alcance geográfico também seria ampliado. As duas operações atuariam em 1.110 cidades combinadas, sendo líderes em 173 municípios. Atualmente, existe uma sobreposição de redes entre as companhias em apenas 123 cidades.

Atualmente, a Brisanet ocupa a quarta posição, ligeiramente à frente da Brasil TecPar, que possui cerca de 1,38 milhão de acessos. Esta última também tem como objetivo aumentar sua participação no mercado através da aquisição da operação da Ligga Telecom, um negócio que já obteve aprovação da Anatel e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), mas que ainda aguarda parecer do Ministério das Comunicações.

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A Oppo demonstrou interesse pelo mercado brasileiro ao obter a homologação de mais um acessório, especificamente um potente power bank.

Este acessório, identificado pelo código de modelo PBSV05, possui uma capacidade típica de 12.000 mAh. Ele suporta carregamento rápido de até 100 W utilizando a tecnologia SuperVOOC da Oppo/Realme/OnePlus, além de oferecer 45 W para dispositivos compatíveis com USB-PD de outras marcas (capacidade também utilizada para recarregar o próprio power bank).

A Agência Nacional de Telecomunicações emitiu o certificado referente a este produto na quarta-feira, dia 21.

Embora não seja um lançamento inédito, o item já havia sido disponibilizado globalmente em 2024 e recebeu uma edição especial do Ano do Cavalo na China em janeiro. Seu design é caracterizado por uma divisão entre plástico (geralmente branco) e uma seção que parece ser alumínio anodizado, usualmente na cor prata, embora existam variações em outros países.

Internamente, o dispositivo conta com três células nominais de 4.100 mAh, o que possibilita a alta velocidade de recarga. Ele dispõe de duas portas USB: uma USB-A e uma USB-C, sendo esta última usada tanto para carregar aparelhos via cabo USB-C quanto para recarregar o power bank. A embalagem incluirá um cabo USB-A para USB-C.

A fabricação deste modelo está sob responsabilidade da empresa Aohai Technologi, localizada em Dongguan, na China. Este mesmo modelo também é comercializado em certas nações sob a marca OnePlus, apresentando a parte plástica na cor preta, mas tratando-se do mesmo produto.

Atualmente, não há informações disponíveis sobre a data de chegada do produto ao Brasil nem seu preço. Como referência comparativa, o power bank de 10.000 mAh e 25 Watts da Samsung está sendo vendido por R$ 141,55 à vista na loja online.

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