Amazon reduz até 250 postos de trabalho na divisão de dispositivos após lançamentos de novos produtos
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Amazon reduz até 250 postos de trabalho na divisão de dispositivos após lançamentos de novos produtos

A Amazon implementou cortes em até 250 posições de trabalho em sua área de dispositivos e serviços nesta quarta-feira, dia 28, em decorrência de uma série de lançamentos de produtos, que incluíram novos leitores Kindle e tablets.

Segundo a agência Reuters, os desligamentos concentraram-se majoritariamente em profissionais dedicados ao desenvolvimento de software e fazem parte de uma reestruturação interna da equipe. A companhia confirmou as demissões após ser contatada pela agência de notícias.

Um porta-voz da empresa declarou em um comunicado que a Amazon tomou a "difícil decisão de eliminar um pequeno número de cargos", mas não especificou a quantidade exata de colaboradores impactados. Fontes próximas ao assunto, ouvidas pela Reuters, indicaram que o número de vagas removidas não excede 250.

A justificativa apresentada pela empresa para essa ação é a busca por maior eficiência operacional e o alinhamento da equipe com o planejamento de produtos. Os cortes ocorrem após um período intenso para a divisão de dispositivos da Amazon, que recentemente introduziu novos leitores eletrônicos Kindle, computadores tablet, além de um despertador inteligente e uma moldura digital equipados com a assistente Alexa.

Cherie Robinson, vice-presidente de recursos humanos da divisão de dispositivos e serviços, comunicou aos funcionários que a empresa realizou uma análise completa de sua estrutura e identificou a necessidade de diminuir o quadro de pessoal. A Amazon não forneceu detalhes sobre quais equipes foram afetadas ou se haverá cancelamento de projetos como resultado dessas demissões.

Este novo ciclo de reduções acontece poucas semanas após outro corte de pessoal na corporação. No começo de outubro, a Amazon havia eliminado aproximadamente mil empregos em seu setor principal de varejo, afetando principalmente áreas relacionadas à operação comercial. A atual medida, em contraste, foca na divisão responsável pelos dispositivos e serviços.

A Amazon tem previsão de divulgar seus resultados financeiros do terceiro trimestre na quinta-feira, dia 29, após o encerramento do mercado. Embora o balanço possa trazer mais informações sobre o desempenho da companhia, a empresa não vinculou oficialmente os cortes realizados nesta quarta-feira aos seus resultados financeiros.

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Contudo, a principal modificação reside na integração de audiolivros ao serviço. Esta expansão, no entanto, está limitada aos Estados Unidos neste momento. É importante notar que esta novidade não visa substituir a Audible, que é a plataforma específica da Amazon para audiolivros, mas sim enriquecer a oferta de conteúdo narrado dentro do ecossistema Kindle.

A própria empresa informou que o catálogo poderá incorporar obras narradas utilizando sua tecnologia de voz virtual. Embora a Amazon já tenha começado a usar o nome Kindle+ em páginas destinadas ao Brasil, os audiolivros ainda não foram integrados ao serviço no país. No Brasil, o acesso a esse tipo de conteúdo continua sendo feito exclusivamente através da Audible.

No mercado brasileiro, a assinatura possui um custo de R$ 24,90 mensais. Este valor foi estabelecido em 2025, período em que a Amazon realizou um aumento de preço, justificando o reajuste pela ampliação do acervo.

Essa alteração de marca ocorre poucas semanas após a apresentação por parte da Amazon de uma nova linha de leitores Kindle. Esses dispositivos receberam um visual modernizado e foram lançados no Brasil com preços iniciando em R$ 899.

Atualmente, há expectativa sobre se a companhia estenderá essa ampliação da assinatura com audiolivros para o Brasil. Até o presente momento, nenhum cronograma foi divulgado para a implementação dessa mudança fora dos Estados Unidos.

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A floresta amazônica brasileira alcançou um marco histórico positivo, pois os dados de monitoramento por satélite indicam que o desmatamento na região atingiu o nível mais baixo já registrado desde o início das medições oficiais, representando um grande avanço para a conservação ambiental.

Conforme o levantamento anual conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgado na sexta-feira (16), aproximadamente 3.335 quilômetros quadrados de vegetação foram perdidos no ciclo analisado. Este valor demonstra uma redução notável de 42% na devastação quando comparado ao período anterior. É relevante notar que o recorde positivo anterior foi estabelecido em 2012, enquanto nos anos 90 o dano anual excedia 30 mil quilômetros quadrados.

Este mapeamento oficial é executado pelo Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (PRODES), que utiliza os meses centrais do ano para obter imagens de alta nitidez diretamente do espaço, aproveitando a menor incidência de cobertura de nuvens.

Especialistas do setor celebraram este feito histórico, conforme reportado pela Reuters, ressaltando que a união de avanços tecnológicos, fiscalização constante e decisões políticas sólidas é fundamental para controlar a expansão do desmatamento e mitigar a emissão de gases poluentes.

O governo federal estabeleceu como meta a erradicação do desmatamento até o ano de 2030. O assunto ganhou maior relevância durante a disputa do segundo turno das eleições presenciais entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Enquanto a administração atual foca na retomada dos objetivos ambientais, o candidato adversário propõe concentrar a fiscalização no enfrentamento ao crime organizado na Amazônia, garantindo a proteção de pequenos agricultores e trabalhadores extrativistas.

Adicionalmente, o bioma do Cerrado brasileiro também apresentou resultados encorajadores. A taxa de destruição da vegetação nativa diminuiu cerca de 24% no mesmo intervalo, totalizando 5.517 quilômetros quadrados. Este também constitui o menor registro de perda de área verde na região desde o início do acompanhamento histórico em 2001.

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