Indianos viajando para os Emirados Árabes Unidos são aconselhados a obter seguro médico adequado
Leia mais
Khaleej Times
www.khaleejtimes.com

Indianos viajando para os Emirados Árabes Unidos são aconselhados a obter seguro médico adequado

A Embaixada da Índia em Abu Dhabi, o Consulado Geral da Índia em Dubai e as missões nos Emirados do Norte apelaram veementemente aos residentes e turistas indianos nos Emirados Árabes Unidos (EAU) para garantir que tenham um seguro médico suficiente.

As missões alertaram que doenças imprevistas e emergências médicas podem resultar em contas de tratamento enormes para os pacientes e suas famílias.

Em um comunicado consultivo publicado na rede social X na terça-feira, as representações indianas relataram numerosos casos em que cidadãos enfrentaram problemas médicos urgentes que resultaram em grandes somas, excedendo a capacidade dos pacientes ou seus parentes devido à cobertura de seguro insuficiente.

O aviso indicou: «Recomenda-se fortemente a todos os cidadãos indianos que viajam para os EAU com fins de visita ou turismo que contratem um seguro médico adequado e correspondente antes de iniciar a viagem, que também cubra serviços não monetários, incluindo despesas de repatriação médica para a Índia em caso de emergência médica imprevista».

Além disso, as missões pediram aos indianos que já residem nos EAU com vistos de trabalho ou como dependentes para verificar se suas apólices de seguro atuais fornecem uma cobertura adequada.

Adicionalmente ao aviso, foi dito: «Recomenda-se aos indianos que residem nos EAU com visto de trabalho ou como dependentes que garantam que seu seguro médico é suficiente para cobrir todas as despesas médicas nos EAU e a repatriação médica para a Índia».

Este aviso sublinha a importância de verificar a extensão da cobertura do seguro antes de viajar para os EAU ou ao utilizar o seguro existente durante a estadia no país. Para os visitantes, isso significa confirmar a cobertura de emergências médicas, a disponibilidade de serviços não monetários onde aplicável e a garantia de repatriação para a Índia, se necessário. Foi recomendado aos residentes e dependentes rever sua cobertura atual para garantir que ela seja suficiente para as despesas médicas nos EAU e para a repatriação médica.

Histórias semelhantes

Mãe de Delft luta para que filha seja liberada de hospital psiquiátrico após acusações de bruxaria
Leia mais
iol.co.za

Mãe de Delft luta para que filha seja liberada de hospital psiquiátrico após acusações de bruxaria

A mãe de Delft insiste que sua filha de 21 anos pode ter sido vítima da inveja de colegas em uma popular loja de varejo e agora está lutando por sua libertação do Hospital Psiquiátrico Stikland.

A mãe, que pediu para não ser identificada, informou ao IOL Media que sua filha não apresentava problemas de saúde mental antes da mudança repentina de comportamento no início deste mês. Ela acredita que o incidente pode estar relacionado ao encontro da filha com seu supervisor sobre atividades supostamente irregulares no trabalho.

A mãe preocupada relatou que durante uma reunião de duas horas com o gerente, sua filha discutiu ações ilegais que havia começado a notar no local de trabalho. A jovem de 21 anos teria dito à mãe que viu colegas passando mercadorias sem pagar pelo caixa.

A mãe enfatizou que sua filha sempre foi uma pessoa honesta, pois foi criada assim. Portanto, ela agiu com integridade e informou ao gerente sobre as violações observadas. No entanto, os detalhes exatos da discussão nessa reunião permanecem desconhecidos.

Além disso, a mãe afirmou que o namorado da filha ouviu um colega fazer um comentário ameaçador quando ele a buscava do trabalho na sexta-feira, 9 de outubro de 2026. Ele ouviu um dos colegas sussurrar: 'Você vai lutar pela vida neste fim de semana, você verá.'

A mãe também alegou que sua filha reclamava que os colegas tocavam em seus cabelos. 'Não podemos provar isso, mas sabemos que lhe deram algo ou pegaram um fio de cabelo para usar em feitiçaria. Eles estavam invejosos dela ou queriam se livrar dela porque ela planejava expô-los.'

A mãe observou que o comportamento da filha mudou drasticamente, e ela pode estar possuída por 'algo demoníaco'. 'Naquela sexta-feira, ela falava incessantemente sobre seu trabalho e seu futuro juntos. Ela cantava, emitia sons, batia no armário. Para mim, o ponto de virada foi quando seu namorado e sua filha de três anos dormiam no sofá. Quando entrei, minha filha simplesmente estava parada olhando para eles. Quando ela me viu, correu para o quarto e se escondeu debaixo de um cobertor. Foi então que percebi que tínhamos a ver com algo demoníaco.'

A família procurou ajuda de pregadores, e a mãe alegou que durante as sessões de oração eles ouviram um grito de demônio. A filha foi hospitalizada no Eerste River em 12 de outubro e depois transferida para o Hospital Stikland em 20 de outubro para tratamento psiquiátrico especializado.

A mãe informou que desde então o estado de sua filha melhorou e ela não tem mais episódios. 'Ela me diz que está bem e que quer ir para casa. Estou lutando tanto com o Hospital Eerste River quanto com o Stikland. Eles se recusam a liberá-la ou nos informar sobre o tratamento que ela está recebendo. Minha filha não é louca. Ela está possuída, não maluco. Ela era uma aluna exemplar na escola e ainda estuda na UWC. Queremos que ela seja liberada porque um pregador deve realizar um exorcismo.'

Uma representante de saúde do Cabo Ocidental, Megan Davies, confirmou a internação, afirmando que a paciente foi admitida após o pedido de internação compulsória de acordo com a Lei de Saúde Mental. O departamento esclareceu que as decisões sobre permanência e alta são baseadas nas avaliações clínicas atuais. Também acrescentou que os pacientes têm o direito de contestar a internação compulsória, sendo supervisionado pelo Conselho de Revisão de Saúde Mental.

Mulher morre e outros pacientes adoecem após exames em clínica de Ibirama, que foi interditada
Leia mais
g1.globo.com

Mulher morre e outros pacientes adoecem após exames em clínica de Ibirama, que foi interditada

A Secretaria de Saúde de Santa Catarina (SES) está investigando as razões da morte de Daiane Deucher dos Santos, que foi hospitalizada após sentir-se mal durante uma colonoscopia realizada em uma clínica privada localizada em Ibirama, no Vale do Itajaí. Além deste caso, outros 12 pacientes que fizeram exames no mesmo local precisaram de assistência médica no sistema público desde a semana passada.

A morte de Daiane foi confirmada na segunda-feira, dia 26, três dias depois de sua segunda internação no Hospital Doutor Waldomiro Colautti, que é gerido pela SES. No dia anterior, quinta-feira, 22, ela sofreu uma convulsão, foi atendida e liberada.

De acordo com um familiar que pediu anonimato, o laudo indicou aneurisma como a causa do falecimento, embora ela também apresentasse uma infecção bacteriana.

Dos demais 12 pacientes que receberam atendimento público após os procedimentos de colonoscopia e endoscopia na clínica, dois permaneciam internados na terça-feira, dia 27, sendo um deles na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Devido ao elevado número de ocorrências, a clínica WS Centro Clínico & Diagnósticos Ltda foi interditada na sexta-feira, dia 23. A empresa emitiu uma nota lamentando o ocorrido e manifestando solidariedade aos pacientes e suas famílias, além de declarar estar ciente da necessidade de esclarecer os fatos e entender as circunstâncias envolvidas.

A Secretaria de Saúde informou que os exames dos pacientes hospitalizados foram enviados ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) para análise. O portal g1 tentou contato com a Polícia Civil naquela manhã, aguardando um retorno até a última atualização da matéria.

Colegas de time lamentam a morte

Daiane era coordenadora de malhas em uma empresa na cidade e também participava como atleta de futsal em um time de Ibirama. Ela deixou seu marido, um filho e dois enteados. A equipe Amigas da Bola expressou seu pesar, escrevendo: «Hoje, as palavras faltam e a saudade já aperta. Ficam os momentos que compartilhamos, o seu sorriso e a alegria de ter você fazendo parte da nossa história. Cada lembrança será guardada com muito carinho por todas nós».

A clínica foi interditada após a prefeitura ser notificada sobre os incidentes. Segundo a prefeitura de Ibirama, a interdição cautelar ocorreu na sexta-feira, após o Samu e o hospital municipal atenderem alguns pacientes que realizaram os procedimentos. Após o alerta, equipes de fiscalização suspenderam os atendimentos mediante vistoria.

Considerando a gravidade do caso, a administração municipal solicitou apoio à Regional de Saúde para uma nova inspeção. Em um comunicado, o município aconselhou que qualquer pessoa atendida na clínica que apresentasse sintomas procurasse imediatamente uma unidade básica de saúde.

O que a clínica disse?

A WS Centro Clínico & Diagnósticos Ltda se pronunciou publicamente sobre os recentes eventos envolvendo pacientes que tiveram complicações após exames de endoscopia digestiva alta e colonoscopia, necessitando de internação hospitalar. A empresa lamentou profundamente e ofereceu solidariedade aos pacientes e familiares, desejando recuperação total a todos.

A clínica afirmou que realiza esses procedimentos com dedicação e compromisso com a saúde e bem-estar dos pacientes há três anos. Os acontecimentos recentes causaram grande apreensão, visto que se trata de uma situação sem precedentes em sua trajetória. A empresa declarou estar ciente da importância de elucidar os fatos e compreender as circunstâncias, mencionando que a Vigilância Sanitária já visitou a clínica e que a situação está sendo tratada com a seriedade necessária, colaborando com as autoridades competentes.

A WS Centro Clínico & Diagnósticos Ltda reafirmou seu compromisso com a segurança dos pacientes, a transparência e a qualidade dos serviços prestados.

O que disse o estado?

A direção do Hospital Doutor Waldomiro Colautti, em Ibirama, relatou que recebeu 13 pacientes desde a semana anterior que haviam feito colonoscopia e/ou endoscopia em uma clínica particular. Esses pacientes foram assistidos, submetidos a exames, e a maioria não precisou ser internada no hospital.

Na terça-feira, dia 27, havia apenas dois pacientes internados no HDWC: um em leito de clínica médica e outro na UTI. A direção do HDWC confirmou o óbito na segunda-feira, dia 26, de um desses pacientes internados, devido a uma parada cardiorrespiratória. Este indivíduo havia realizado uma colonoscopia na clínica particular, e a causa da morte ainda está sob investigação. Os exames realizados pelos pacientes no hospital também foram encaminhados ao Lacen para análise.

Governo de Moçambique assegura fornecimento de medicamentos básicos por dois anos
Leia mais
noticiasaominuto.com

Governo de Moçambique assegura fornecimento de medicamentos básicos por dois anos

O Conselho de Ministros de Moçambique confirmou que o país possui suprimentos suficientes de medicamentos essenciais para os próximos dois anos, apesar dos relatos persistentes de carência de fármacos e reagentes em diversas unidades de saúde.

Inocêncio Impissa, porta-voz do Conselho de Ministros, declarou durante a 31.ª sessão ordinária do órgão, realizada em Maputo, que, após o recebimento de todos os pedidos, não haverá problemas de falta de medicamentos básicos pelo menos nos próximos dois anos.

Impissa informou que o primeiro lote de medicamentos comprados pelo setor de saúde já foi recebido e que novos envios estão previstos em breve. Ele admitiu que podem ocorrer disparidades temporárias na disponibilidade de remédios entre províncias, distritos ou unidades sanitárias, devido ao processo de distribuição em andamento.

O porta-voz ressaltou que o abastecimento geral do sistema está garantido, acrescentando que os distritos mais próximos do depósito provincial de medicamentos já deveriam estar recebendo os itens. A garantia estende-se aos medicamentos vitais para o funcionamento normal dos serviços públicos de saúde e aos equipamentos de proteção individual, conforme solicitado pelos profissionais.

A situação de interrupção de serviços de saúde em Moçambique, causada pelas falhas frequentes de medicamentos e insumos essenciais, ocorre em um momento de fragilização do sistema devido a cortes no financiamento externo, segundo um relatório divulgado em setembro.

Este alerta provém de um relatório do Mozambique Health Cluster, uma plataforma de coordenação da assistência humanitária na área da saúde, coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que envolve agências das Nações Unidas e outras entidades atuantes no terreno, especialmente em Cabo Delgado, no norte de Moçambique.

O documento intitulado «Cadeia de Abastecimento de Medicamentos em Moçambique: Garantir o Fornecimento Perante a Incerteza no Financiamento» aponta que 79% das organizações entrevistadas reportaram ausências constantes ou recorrentes de medicamentos e outros produtos cruciais nas unidades sanitárias. Além disso, metade dessas organizações indicou que tais rupturas excedem um mês.

Entre os itens mais afetados estão antibióticos, analgésicos, contraceptivos, luvas e compressas para curativos. Os responsáveis pelo relatório advertem que essa escassez não resulta apenas em atrasos no atendimento, mas frequentemente leva à paralisação completa dos serviços para os pacientes.

Os autores do estudo defendem a necessidade de maior articulação entre os doadores, um financiamento mais estável para toda a cadeia de suprimentos médicos e suporte à migração para fontes de financiamento nacionais, visando diminuir a dependência da ajuda externa e assegurar maior estabilidade no acesso da população a cuidados de saúde e medicamentos.

Popular