Seleção feminina da Irlanda vence a Springbok feminina por 40:27 após partida em Athlone
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Seleção feminina da Irlanda vence a Springbok feminina por 40:27 após partida em Athlone

A equipe feminina Springbok sofreu uma derrota para a forte e determinada equipe da Irlanda por 40:27 no estádio de Athlone, na Cidade do Cabo, no sábado.

A Irlanda marcou primeiro aos oito minutos, quando Aoife Dalton avançou de perto e Dana O'Brien converteu, dando uma vantagem precoce de 7:0 aos visitantes.

As mulheres da Springbok responderam aos vinte e um minutos graças à habilidade individual de Asese Hele, que usou um movimento astuto de 'mostrar e ir' (show-and-go) para romper a defesa e marcar no canto esquerdo. No entanto, Jackie Sellier não conseguiu converter a tentativa, e a Irlanda manteve uma pequena vantagem de 7:5.

O momento do jogo mudou brevemente quando Erin King, da Irlanda, recebeu um cartão amarelo aos vinte e três minutos após verificação do TMO por levantar o braço antes do scrum.

Os sul-africanos aproveitaram imediatamente a vantagem numérica: o lock Wayne Ubhisi esticou o braço aos vinte e oito minutos para forçar a bola a cruzar a linha do gol de perto, e Sellier adicionou pontos, aumentando a vantagem dos anfitriões para 12:7.

Os Bulls expandiram sua liderança pouco antes do intervalo, aos trinta e oito minutos. Quando o rolling maul planejado parou, os anfitriões rapidamente passaram a bola para o lado curto, permitindo que a ala Maria Tshirembe marcasse de forma eficaz no canto esquerdo.

No entanto, a Irlanda desferiu um golpe psicológico decisivo bem no final do primeiro tempo. Recusando-se a tentar marcar um gol, elas preferiram atacar pontualmente e construir fases com paciência através dos forwards, o que permitiu que a lateral Jane Klohessy rompesse sob pressão. A conversão de O'Brien levou os visitantes ao intervalo com uma vantagem de 21:17.

A segunda metade começou da pior maneira para os anfitriões. Apenas um minuto após o reinício do jogo, a Irlanda aproveitou o espaço na lateral, e a winger Baybin Parsons marcou uma tentativa precoce.

A Irlanda continuou a pressionar, e após um chute fracassado da Springbok na linha do gol, onde a tentativa de chip de Brandor Dolfe foi interceptada com segurança, os visitantes iniciaram um ataque multifásico prolongado, culminando na tentativa de Erin King aos cinquenta e três minutos. Embora O'Brien não tenha conseguido converter, a Irlanda manteve uma vantagem confortável de 33:17.

Um drama ocorreu aos sessenta minutos, quando Aoibhán Riley lançou a bola após uma interação coordenada com Brittany Hogan e King. Apesar de O'Brien ter convertido pontos adicionais, o TMO interveio e detectou um empurrão durante a construção do ataque, salvando a África do Sul.

Os Bulls tiveram uma chance quando Anna McGann, da Irlanda, recebeu um cartão amarelo aos sessenta e seis minutos por atraso cínico perto de sua linha. A substituição do forward Lerato Makua rompeu imediatamente de perto, e Sellier adicionou pontos, reduzindo a defasagem para 33:24.

Todas as esperanças de um retorno tardio dos Bulls foram dissipadas aos setenta e três minutos. Após um pênalti concedido dentro da área 22 sul-africana por infração tática, o prop Linda Jugang rompeu através da defesa densa, marcando seu segundo tento do dia, que O'Brien converteu facilmente.

Os anfitriões lutaram até o fim, marcando um gol de consolação aos setenta e nove minutos, quando Alichia Arris recebeu brilhantemente um cross-field kick no rebote e marcou no canto direito. Sellier não conseguiu converter a difícil conversão, deixando o placar final em 40:27 a favor dos visitantes.

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A equipe Springbok Women jogará contra a Irlanda no WXV em preparação para o Campeonato Mundial de 2029
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A equipe Springbok Women jogará contra a Irlanda no WXV em preparação para o Campeonato Mundial de 2029

A equipe Springbok Women enfrentará um grande desafio no sábado, jogando contra a Irlanda, classificada em quinto lugar, no primeiro de dois jogos de teste. O objetivo deste confronto é fortalecer o elenco antes do Campeonato Mundial de Rugby Feminino de 2029.

Embora a equipe já tenha realizado 11 partidas nesta temporada, incluindo jogos difíceis contra equipes bem classificadas da Nova Zelândia e dos EUA, este será o primeiro encontro com a Irlanda desde o Campeonato Mundial de Rugby de 2006. A equipe está pronta para aceitar o desafio da Série Global WXV.

O jogo acontecerá no Estádio Athlon, em Cidade do Cabo, com início previsto para as 15:00. Os treinadores conjuntos das Bok Women, Franzel September e Lorian Johannes-Haupt, formaram uma equipe capaz de desafiar os adversários.

Este é mais um passo importante na preparação da equipe para enfrentar um representante do top cinco países. Anteriormente, elas tiveram um bom desempenho contra as Black Ferns em Soweto em setembro, mas acabaram perdendo por 52-20. O próximo jogo mostrará à equipe o quanto ainda precisa avançar, especialmente considerando o desejo de melhorar a classificação mundial atual na 10ª posição.

As Bok Women progrediram significativamente desde que Lynn Cantwell ingressou no time em 2021, ex-jogadora internacional da Irlanda e então gerente do programa de alta performance de rugby feminino da SA Rugby. O órgão gestor também investiu pesadamente no rugby feminino, o que gerou grandes dividendos.

Após a saída de Cantwell, o ex-assistente técnico das Springboks, Sueys de Bruyn, assumiu o cargo de treinador do programa de alta performance. Desde então, o programa feminino tem crescido continuamente.

Johannes-Haupt explica esse progresso pela expansão do programa de jogos de teste das Bok Women, observando que os desafios de equipes classificadas acima e abaixo delas ajudaram muito a equipe a melhorar. Ela declarou: «Quanto mais jogamos, melhor nos tornamos. Antes, jogávamos no máximo 8 jogos de teste por ano. Agora jogamos 13 jogos».

Ela continuou: «Não competimos apenas com equipes que estão abaixo de nós no ranking; agora competimos com equipes mais bem classificadas. É aqui que nosso jogo está evoluindo. Jogar consistentemente toda semana é uma nova dinâmica para nós. Este foi o maior momento para nós».

Johannes-Haupt enfatizou que a ausência de um jogo contra a Irlanda em 20 anos indica um novo desafio e uma folha limpa. «Esta é a nossa chance de subir e mostrar qual é realmente o nosso ranking mundial».

Johannes-Haupt observou que esse progresso reflete o crescimento contínuo do rugby feminino na África do Sul, incluindo a transição de jovens jogadoras para as fileiras principais e o fortalecimento das estruturas de desenvolvimento. Ela também acrescentou que a coesão da equipe e a capacidade de competir em um nível mais alto são sinais encorajadores no caminho para a preparação máxima para 2029.

Ela acredita que este caminho demonstra a evolução do jogo e do rugby feminino Springbok. «Se olharmos para a foto da equipe de 2006, vocês verão jogadores em uniformes muito grandes para eles. Este é apenas um exemplo de quão longe chegamos, daqueles dias até as conferências de imprensa de agora». Johannes-Haupt concluiu que o crescimento é fenomenal e é ótimo observar a jornada de cada um que passou pelas fileiras, deixando o uniforme em melhores condições para a próxima geração.

September disse que sabia que o desafio nas próximas duas semanas seria difícil, mas a equipe se preparou bem na última semana. «Nós oramos por essa oportunidade de jogar contra equipes mais bem classificadas ou melhores, e agora ela está aqui, em Cidade do Cabo. Não há lugar melhor para jogar», compartilhou September.

Ela acrescentou que a semana foi muito bem-sucedida. «Discutimos isso como corpo técnico após nosso terceiro treino, e temos muitos pontos positivos e coisas boas que podemos tirar dos treinos. A energia estava realmente boa, então estamos ansiosos por este confronto. A energia no acampamento estava boa. A equipe não jogadora também nos forneceu ótimas fotos esta semana, então estamos felizes». September enfatizou que foi um esforço coletivo de todas as 32 jogadoras esta semana, e elas estão satisfeitas com o andamento dos acontecimentos.

September esclareceu que o elenco de 23 pessoas foi selecionado levando em conta a Irlanda, explicando que a escolha da equipe mudará de semana para semana dependendo do adversário e da análise realizada pela comissão técnica.

Seleção feminina Springbok mira a Irlanda, classificada em quinto no mundo, na fortaleza de Athlone
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Seleção feminina Springbok mira a Irlanda, classificada em quinto no mundo, na fortaleza de Athlone

A equipe feminina Springbok planeja usar seu ímpeto, continuidade e impecável histórico de desempenho em sua base em Cidade do Cabo durante a série final em casa contra a Irlanda, no estádio Athlone.

Após duas vitórias contra Itália e Espanha na campanha europeia WXV, os treinadores conjuntos Laurian Johannes-Haupt e Franzel September decidiram não mudar a tática comprovada e bem-sucedida.

Na equipe de 30 jogadoras, reunida em Stellenbosch para dois jogos no estádio Athlone nos sábados de 24 e 31 de outubro, foram feitas apenas duas alterações. A jogadora reserva Anacadia Minnaar, que não pôde participar da turnê europeia em cima da hora, retornou ao lugar de Felicia Jacobs, e a jogadora da província Ocidental, Insaaf Levy, substituiu Ayanda Malunga lesionada, para celebrar seus notáveis desempenhos pela equipe SA 'A' no Brasil.

Segundo Johannes-Haupt, manter o grupo principal, que superou as dificuldades europeias, é uma estratégia intencional voltada para testar o progresso da África do Sul contra uma equipe classificada em quinto no ranking mundial.

Johannes-Haupt explicou: «Escolhemos a continuidade porque temos um bom impulso após os dois últimos jogos na turnê, então decidimos manter o mesmo grupo de jogadoras». Ele acrescentou: «Infelizmente, Anacadia não conseguiu ir à Europa, mas estamos felizes com o seu retorno, e também queremos trazer Insaaf mais para a ação e usar suas habilidades. A Irlanda não está em quinto no mundo por acaso — eles realmente vão nos testar».

Apesar de a Irlanda representar um dos desafios táticos mais difíceis no calendário internacional, a seleção feminina Springbok possui uma vantagem psicológica significativa — o estádio Athlone. Este local em Cidade do Cabo transformou-se em uma fortaleza intimidadora para as equipes visitantes.

Foi neste estádio que a África do Sul obteve uma das maiores vitórias em casa recentemente — derrotando as Black Ferns XV por 41:24 graças a um scrum implacável e um jogo defensivo sólido. Esta vitória marcante provou que quando as Bok Women jogam em Athlone, as potências tradicionais do rugby mundial podem ser derrubadas.

Johannes-Haupt também observou: «Estamos satisfeitos com o desenvolvimento da temporada e queremos terminá-la em alta com jogos em casa. O estádio Athlone tem sido nosso território de caça feliz nos últimos anos, e este é o ambiente ideal para encerrar a temporada».

A adição das jogadoras convidadas Aisha Kamara e Anotando Katshwa ao acampamento para intensificar a preparação significa que a seleção feminina Springbok vê a série contra a Irlanda como um marco final e decisivo de sua evolução em 2026.

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