Missão do Japão a Marte, Chuva de Meteoros das Orionídeas e Mercúrio Retrógrado em Notícias Científicas da Semana
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Missão do Japão a Marte, Chuva de Meteoros das Orionídeas e Mercúrio Retrógrado em Notícias Científicas da Semana

Na segunda-feira, dia 19, foi lançada uma missão espacial extremamente importante com destino a Marte. O objetivo desta missão é trazer para a Terra amostras de uma das luas de Marte. O sonda MMX (Exploração das Luas de Marte) partiu do foguete H3 do Centro Espacial Tanegashima, no Japão, iniciando uma jornada de cerca de cinco anos para estudar Fobos e Deimos, duas luas naturais do Planeta Vermelho.

A missão, liderada pela Agência Japonesa de Pesquisa Aeroespacial (JAXA), planeja pousar em Fobos, coletar pelo menos dez gramas de material de sua superfície e trazê-lo de volta à Terra. Se todos os planos forem cumpridos, as amostras devem chegar em 2031, permitindo uma análise detalhada em laboratórios terrestres.

O projeto também conta com a participação da NASA, agências espaciais europeias e outras instituições e empresas que são responsáveis pelo desenvolvimento e fornecimento dos instrumentos e tecnologias científicas necessários para a operação.

A chuva de meteoros das Orionídeas atingiu seu pico entre a noite de quinta-feira (21) e a madrugada de sexta-feira (22). Este fenômeno ocorre anualmente entre 2 de outubro e 7 de novembro, embora o pico possa variar de ano para ano, caindo entre 21 e 23 de outubro. Durante este período, é possível observar de 10 a 20 meteoros por hora.

Esta chuva ocorre quando a Terra cruza a trajetória de detritos deixados pelo cometa Halley, que passa pelo sistema solar interno a cada 76 anos. Ao entrar na atmosfera terrestre, essas partículas inflamam-se, criando rastros de luz conhecidos como meteoros. O nome 'Orionídeas' deriva da constelação de Órion, o ponto no céu de onde esses rastros parecem emanar, localizado perto da estrela Betelgeuse.

Foi descoberto o achado de duas estátuas de um dos faraós mais longevos e significativos da história do Egito. A descoberta foi feita pelo trabalhador local Khaled El-Shatat, que encontrou os restos dessas peças em sua propriedade na vila de Behbeit El-Hagar, na província de Gharbia.

Ao descobrir os fragmentos, Khaled notificou o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, que enviou uma equipe ao local das escavações. Este achado foi divulgado na semana passada em uma publicação da organização no Facebook.

A vila de Behbeit El-Hagar faz parte de um importante sítio arqueológico do Alto Egito. À beira de um afluente do Rio Nilo, este local abrigava um templo dedicado a Ísis, uma das deusas mais veneradas do Antigo Egito.

Um satélite russo realizou manobras para se aproximar de equipamento comercial dos EUA que fornece imagens à Ucrânia. Este movimento levantou suspeitas entre especialistas, que consideram a possibilidade de espionagem ou até mesmo ataque em órbita.

Identificado como Cosmos 2612, o satélite já está se afastando do ICEYE-X36. Embora não haja confirmação de intenções hostis, tal aproximação chama a atenção para os riscos enfrentados por dispositivos comerciais em meio a disputas militares entre potências.

Neste sábado (24), começará o último 'Mercúrio Retrógrado' de 2026. Para aqueles que acreditam em astrologia, este termo parece um tanto assustador, pois, segundo crenças, o movimento do planeta exerce uma influência energética turbulenta em várias áreas da vida.

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Astronômicas da Semana: Apresentação da Ocultação de Júpiter e da Nebulosa do Haltere
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No programa Olhar Espacial, semanalmente são exibidas duas imagens astronômicas notáveis da semana anterior. Na edição mais recente, foram mostradas fotos referentes à ocultação de Júpiter e à Nebulosa do Haltere.

A primeira imagem documenta o momento em que o planeta Júpiter reaparece após uma ocultação ocorrida na terça-feira. Esta fotografia, capturada na Pensilvânia, Estados Unidos, exibe o lado escuro da Lua, levemente iluminado pela luz cinéria, que é a luz solar refletida na Terra. Além disso, são visíveis as quatro maiores luas de Júpiter: Ganímedes, Io, Calisto e Europa.

A ocultação de Júpiter foi observável em uma faixa que se estendeu do leste da América do Norte até o oeste da África. No Brasil, devido à paralaxe e à proximidade do satélite natural, foi registrada apenas uma conjunção entre os dois corpos celestes durante o dia.

Em relação à segunda imagem, trata-se de um registro da M27, conhecida como Nebulosa do Haltere. Esta nebulosa está situada a aproximadamente mil e duzentos anos-luz de distância, na direção da Constelação da Raposa. Foi a primeira nebulosa planetária a ser descoberta, um feito creditado a Charles Messier no século XVIII.

Muitos astrônomos consideram a Nebulosa do Haltere uma das mais espetaculares nebulosas planetárias e ela é muito apreciada por astrofotógrafos amadores. O termo 'nebulosa planetária' deriva do fato de que, quando vista através de um telescópio, estas estruturas podem ser confundidas com um planeta, tanto em formato quanto em dimensão. Contudo, elas são compostas por gás ionizado expelido por uma estrela que está em sua fase final de vida.

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