Reflexões sobre vida, memória e celebração dos entes queridos perdidos através das tradições do Dia dos Mortos e Halloween
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Reflexões sobre vida, memória e celebração dos entes queridos perdidos através das tradições do Dia dos Mortos e Halloween

O autor compartilha pensamentos sobre a importância de celebrar a vida e a memória de pessoas queridas, tanto durante a vida delas quanto após seu falecimento. Entre as inúmeras festividades religiosas e sociais mundiais, o Día de los Muertos, ou Dia dos Mortos, ocupa um lugar especial.

A humanidade frequentemente teme a perda dos amados, e o autor observa que, apesar de todas as buscas por amor, não podemos nos manter juntos para sempre. Ele enfatiza que a ideia de que a despedida pode não ser definitiva traz conforto.

O Dia dos Mortos, celebrado principalmente em México nos dias 1 e 2 de novembro, une tradições indígenas locais com os rituais católicos do Dia de Todos os Santos e Dia de Todas as Almas. Embora as tradições variem entre comunidades, muitas famílias lembram das crianças no primeiro dia e dos adultos no segundo.

No cerne desta festa reside a crença de que os entes queridos falecidos retornam para visitar, e são recebidos por aqueles que os amam. O autor percebe a criação de um espaço para alguém, mesmo após sua partida, como algo delicado e belo. As famílias preparam ofrendas, ou altares domésticos, decorando-os com fotografias, velas, cempasúchil vibrantes e pratos e bebidas favoritos daqueles que homenageiam. Também são realizadas visitas e decorações de túmulos, oferendas e troca de memórias, transmitindo tradições de geração em geração.

O autor considera que celebrar a vida de alguém amado que ainda se valoriza é uma ideia muito boa e deseja que haja mais momentos de memória ao longo do ano.

Os pensamentos do autor sobre memória surgiram quando ele viu as decorações de Halloween no café em frente em Bristol. O autor gosta de Halloween e teve a oportunidade de celebrá-lo em outros lugares do mundo, como Nashville e Bristol. O Halloween, celebrado em 31 de outubro, tem raízes no antigo festival celta de Samhain, que marcava o fim da colheita e o início do inverno, quando se acreditava que os espíritos vagueavam entre os vivos. Seu nome deriva da noite anterior ao Dia de Todos os Santos.

Ao longo dos séculos, essas tradições se transformaram em fantasias modernas, abóboras esculpidas e o costume de 'doce ou travessura' (trick or treating). Ao ver essas decorações, o autor voltou a pensar no México. Ele imagina a possibilidade de vivenciar o Día de los Muertos lá e aprender sobre ele de pessoas cujas famílias o celebram há gerações.

Enquanto isso não acontece, o autor planeja extrair inspiração dessa tradição, dedicando tempo à lembrança daqueles que amou e perdeu. Ele pode exibir uma foto, tocar uma música favorita ou preparar um prato favorito, criando um pequeno espaço para dizer: 'Você ainda faz parte do meu mundo'. Isso também é um lembrete para ligar para aqueles que permanecem por perto.

Independentemente de como este ano transcorrer — seja fantasiado, assistindo aos filmes 'Coco' ou 'A Vida Secreta de Walter Mitty', ou comendo todos os doces antes que alguém bata à porta —, o autor deseja um bom tempo. Ele aconselha dizer aos entes queridos o quanto os ama, deixar um lugar para aqueles que faltam e, talvez, deixar doces para as crianças. Em conclusão, ele deseja que a vida seja celebrada tão lindamente enquanto se vive quanto após a passagem para a próxima vida, de preferência em companhia de entes queridos, com boa música e algo gostoso, acreditando que o amor sempre nos encontra, onde quer que estejamos.

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