Rubinho voltará a Interlagos com Williams; BMW revela compacto inédito e novidades automotivas
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Rubinho voltará a Interlagos com Williams; BMW revela compacto inédito e novidades automotivas

Rubens Barrichello, conhecido como Rubinho, retornará ao cockpit do Williams FW33 em Interlagos. Este carro, com o qual ele finalizou sua carreira na Fórmula 1 em 2011, será utilizado no dia 8 de novembro, antes da largada do GP de São Paulo, sob a iniciativa chamada Volta Histórica.

Este evento faz parte das celebrações dos 45 anos de carreira de Rubinho e conta com o patrocínio da ALE Combustíveis. O piloto terá cerca de dez minutos de pista com o Williams, que estará equipado com o motor Cosworth V8 aspirado de 2,4 litros.

A escolha deste veículo carrega um significado particular, visto que Rubinho disputou sua última corrida de F1 no GP do Brasil de 2011, terminando em 14º lugar com a FW33. Naquela temporada, a Williams obteve apenas cinco pontos no campeonato. Embora ele tenha tentado retornar ao grid em 2012 e chegado perto de competir no GP do Brasil de 2014 pela Caterham, problemas financeiros da equipe impediram esse retorno.

Ao anunciar o evento, Rubinho expressou que não imaginava que seria seu último adeus em Interlagos em 2011, afirmando: “Eu não achava que seria o último adeus quando saudei meu público em Interlagos em 2011. E ainda bem que não foi”. Ele prometeu acelerar intensamente, dizendo: “Quero rasgar a reta de Interlagos com vocês”.

BMW revela Série 3 E36 Compact de quatro portas que nunca foi produzido

Um protótipo funcional de uma variante de quatro portas do BMW Série 3 E36 Compact, que nunca entrou em produção, foi revelado pela BMW Classic. Essa novidade intrigou, pois a ideia inicial era de um hatchback de duas portas com o estilo do sedã E36 e tração traseira.

O exemplar mostrado, da variante 316i, era o modelo mais básico, equipado com um motor de quatro cilindros de 1,6 litro e 102 cv. Diferentemente de simplesmente adicionar duas portas a um E36 Compact, este projeto partiu de um sedã, cujo porta-malas foi encurtado e recebeu a tampa traseira do hatchback.

A construção do carro apresentava características incomuns, como o console central que possuía comandos para os vidros das quatro portas, enquanto os traseiros utilizavam manivela. A BMW, aparentemente, estava testando proporções e formas, optando por criar um carro funcional em vez de uma maquete. Originalmente, o veículo deveria ser verde «Boston Green», mas acabou recebendo a pintura vermelha «Hellrot».

O motivo principal para o Série 3 E36 Compact nunca ter sido fabricado foi o alto custo de produção. A BMW buscava minimizar gastos no hatchback, chegando a usar componentes da geração E30, como a suspensão traseira por braços semi-arrastados e grande parte do interior.

Alfa Romeo: “hora de acabar com as telas nos carros”

A Alfa Romeo aderiu ao movimento que defende o fim das telas sensíveis ao toque nos veículos. Segundo Alejandro Mesonero-Romanos, chefe de design da marca desde 2021, a indústria exagerou nesse aspecto e é hora de reavaliar essa tendência.

O projetista declarou à Autocar que havia uma «guerra por centímetros de tela», o que não fazia sentido, pois as telas já haviam se tornado excessivamente grandes e estavam dominando o design do painel. Ele também levantou a questão da durabilidade, prevendo que essas telas ficariam obsoletas e caras em poucos anos.

Em resposta, o conceito Cuorerosso, supervisionado por Mesonero-Romanos, eliminou uma central multimídia convencional. Em seu lugar, há apenas uma pequena tela no console central que se oculta quando não está em uso, compartilhando espaço com controles físicos reais.

Outro destaque do carro é o painel de instrumentos, que reinterpretou o conceito tradicional italiano de dois mostradores circulares, o cannochiale. Estes mostradores são digitais e podem se reorganizar para formar uma única tela, exibindo somente as informações essenciais sem causar distração. Mesonero-Romanos manifestou o desejo de dirigir à noite com um único cannochiale iluminado em vermelho.

Pneus com sensores podem reduzir espaço de frenagem

A tecnologia Cyber Tyre, apresentada pela Pirelli em 2019, consistia em um pneu com sensor capaz de comunicar-se com os sistemas eletrônicos do carro. Testes realizados pela revista britânica evo, em pista molhada, demonstraram que um carro equipado com o Cyber Tyre necessitou de 5,7 metros a menos para parar de aproximadamente 110 km/h, comparado a um carro com pneus equivalentes, mas sem o sistema conectado.

O diferencial do Cyber Tyre não é apenas o monitoramento de pressão; cada pneu contém um sensor interno que coleta dados como pressão, temperatura, desgaste, carga e nível de aderência. Essas informações são transmitidas em tempo real para a central eletrônica do veículo, que utiliza algoritmos da Pirelli para ajustar o funcionamento do ABS, do controle de estabilidade e do controle de tração conforme as condições imediatas do pneu.

Isso supera uma limitação dos sistemas atuais, que operam com calibrações mais genéricas. Com o sensor eletrônico, o carro identifica precisamente o pneu utilizado, suas condições e seu nível de aderência, permitindo intervenções mais precisas em vez de apenas reagir à perda de tração. Segundo a evo, a melhora foi notada tanto na frenagem quanto no comportamento em curvas molhadas, onde o carro manteve a trajetória por mais tempo antes de apresentar subesterço.

Ram 2500 ganha nova versão topo de linha

A Ram 2500 recebeu uma nova versão de ponta no Brasil, a Laramie Night Edition. Esta versão se destaca por seu apelo estético escurecido, substituindo elementos cromados por acabamentos mais sóbrios, como frisos da grade, capas dos retrovisores, estribos laterais, rodas de 18 polegadas e emblemas. Os para-choques também são pintados na cor da carroceria.

Para conferir um aspecto mais robusto, o capô passou a incluir uma entrada de ar central, dando um toque esportivo à frente do veículo. Esse tratamento escuro se estende ao interior, onde bancos, painel, volante e portas são revestidos em couro preto. Os equipamentos permanecem idênticos aos da Ram 2500 Laramie, incluindo central multimídia de 12 polegadas com pareamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, painel digital de 12,3 polegadas, câmeras externas de 360 graus, pacote ADAS completo, bancos dianteiros ventilados e aquecidos com ajustes elétricos e ar-condicionado dual-zone.

O conjunto mecânico não sofre alterações, mantendo o turbodiesel Cummins de 6,7 litros, que gera 436 cv e 148,7 kgfm de torque, acoplado ao câmbio ZF TorqueFlite de oito marchas. O sistema de tração oferece opções 4×2, 4×4 e 4×4 reduzida, e os freios são compostos por discos ventilados com pistão duplo e pinças flutuantes. A capacidade de carga é de 1.287 kg, e o reboque máximo atinge 8.948 kg.

Por ser essencialmente um pacote estético, a Ram 2500 Laramie Night Edition não apresenta um aumento exorbitante de preço, custando R$ 10.000 a mais que a Laramie padrão, totalizando R$ 569.990 contra R$ 559.990 da versão comum.

Gunther Werks cria Porsche 911 de 872 cv em homenagem a Martin Brundle

Martin Brundle, conhecido no Brasil como rival de Ayrton Senna na Fórmula 2 inglesa, acumulou uma vasta carreira, competindo em 158 GPs de Fórmula 1, conquistando o título mundial de endurance e vencendo as 24 Horas de Le Mans. Atualmente, ele é reconhecido por suas entrevistas no grid de largada da Fórmula 1.

Em homenagem a ele, a Gunther Werks produziu um Porsche 911 de 872 cv. O projeto especial foi desenhado pela própria filha de Brundle, Charlie Brundle, que é designer automotiva e já colaborou com McLaren, Aston Martin e Jaguar Land Rover.

O veículo, denominado Gunther Werks Brundle Edition Turbo, baseia-se no Porsche 993, mas com um aumento de deslocamento para 4,0 litros e a adição de dois turbos, resultando em 872 cv e 84,4 kgfm. Ele possui câmbio manual de seis marchas e tração traseira. O 911 Brundle foi aprimorado com suspensão independente por braços triangulares sobrepostos, freios de carbono-cerâmica Brembo, aerodinâmica modificada com asa traseira ajustável e rodas de magnésio forjado. Martin Brundle participou do ajuste da suspensão e dos modos Sport e Track.

Charlie cuidou da estética, criando uma pintura perolizada bicolor inspirada no capacete do pai. O nome Brundle substitui o logotipo Porsche na traseira, e as iniciais MB estão gravadas nos assentos de fibra de carbono. Há também referências à carreira do piloto no acabamento interno, incluindo um capacete Bell com a mesma pintura, autografado por Brundle. No painel, Charlie inseriu uma frase recorrente de seu pai: «The most important bit of the car is the nut holding the steering wheel».

Serão fabricados apenas cinco unidades do Brundle Edition Turbo. A Gunther Werks ainda não divulgou o valor, mas, dado que outros 911 modificados da empresa superam US$ 1.000.000, espera-se um preço elevado.

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Os principais grupos políticos do Parlamento Europeu alcançaram um consenso para suavizar as regras relativas ao fim dos motores a combustão em carros novos na Europa, revisando o prazo inicialmente estabelecido para 2035.

A legislação original, sancionada em 2023, previa que as emissões médias de CO₂ dos veículos novos deveriam ser reduzidas em 100% em comparação com os níveis de 2021, servindo como um método indireto para proibir a venda de carros a combustão. Anteriormente, a Comissão Europeia havia sugerido uma redução para 90%, permitindo que os 10% restantes fossem compensados por créditos provenientes do uso de aço de baixo carbono e combustíveis renováveis.

Recentemente, França e Alemanha concordaram em baixar essa meta para 90% sem a exigência de compensações. O novo acordo entre os grupos parlamentares propõe reduzir a exigência efetiva para 87,5%, deixando os 7,5 pontos percentuais restantes passíveis de compensação através de créditos ligados ao uso de aço de baixo carbono produzido na Europa. Essa medida visa permitir que fabricantes continuem vendendo veículos a combustão após 2035, incluindo modelos híbridos, desde que cumpram as metas de emissão de suas frotas.

O pacto também estipula uma diminuição para 80% nas emissões de veículos comerciais leves até 2035 e abre a possibilidade de que automóveis movidos a combustíveis renováveis sejam classificados como veículos de emissão zero. Para o ano de 2030, os grupos defendem manter a redução de 55% para automóveis e diminuir a meta para veículos comerciais leves de 40% para 35%.

Apesar do recuo político, o acordo ainda necessita de aprovação formal pelos três grupos parlamentares e subsequente negociação com os governos dos países membros da União Europeia. Contudo, dada a situação atual da Europa e da indústria local, a implementação da mudança parece inevitável.

A Jetour confirmou que lançará o G700, seu SUV mais robusto e caro, no mercado brasileiro ainda neste mês. A confirmação ocorreu durante a convenção mundial do Grupo Chery, realizada em Wuhu, China. A apresentação comercial completa, com divulgação de preços e lista final de equipamentos para o Brasil, está agendada para o final de outubro.

Este será o quinto modelo da Jetour a ser introduzido no Brasil e representará o novo topo de linha da marca. A versão destinada ao país utiliza uma configuração híbrida plug-in, combinando um motor 2.0 turbo a gasolina com dois motores elétricos, um em cada eixo, resultando em uma potência de 904 cv e torque de 115,7 kgfm. O veículo possui tração integral e promete atingir 100 km/h em 4,6 segundos.

Além da alta potência, o G700 busca ser mais do que apenas um SUV chinês com um número potente; ele oferece seis assentos em três fileiras e reforça sua vocação off-roader graças à construção «body-on-frame», onde o chassi é separado da carroceria. A autonomia combinada declarada atinge até 1.000 km no ciclo WLTC. A bateria LFP possui 34,13 kWh e, segundo a montadora, permite percorrer até 100 km no modo puramente elétrico.

Embora o G700 já tenha sido exibido no Brasil em agosto, durante o Festival Interlagos, sem uma data de estreia comercial definida, a nova especificação de 904 cv difere da potência de 761 cv mencionada anteriormente. Isso posiciona o SUV em um nicho incomum: um utilitário familiar de luxo com capacidades off-road, mas com potência superior a muitos superesportivos.

Para quem busca qualidade sonora, mesmo em ambientes automotivos, a Pioneer lançou a linha Heritage Collection, ideal para quem possui veículos mais antigos e deseja adicionar componentes com um visual adequado à época.

Esta coleção inclui alto-falantes do tipo box speaker (conhecidos no Brasil como «alto-falante de sobrepor»), modelo TS-X40SXT. Estes alto-falantes reproduzem o design clássico das caixas acústicas antigas, podendo ser instalados sobre o painel traseiro sem a necessidade de grandes aberturas. As TS-X40SXT apresentam um visual quadrado, com moldura prateada e telas pretas, contendo um subwoofer de 13 cm, um mid range e um tweeter separados, e ostentam o logotipo antigo da Pioneer na traseira, totalizando 25W RMS de potência.

Complementando o conjunto, a Pioneer disponibiliza o aparelho de som SXT-C10PS desde o ano anterior. Este equipamento replica com grande fidelidade o visual da série de toca-fitas KEH da Pioneer, apresentando um visor digital iluminado em âmbar. Apesar da estética retrô, ele incorpora funcionalidades modernas, como rádio digital, conectividade Bluetooth e portas USB e auxiliar, estas últimas escondidas sob uma tampa que imita perfeitamente a entrada de fitas cassete dos modelos clássicos.

No entanto, há uma ressalva: nenhum desses produtos está disponível oficialmente no Brasil. O rádio foi lançado primeiro na Europa e agora chega aos Estados Unidos por US$ 499 (aproximadamente R$ 2.500 na conversão direta), enquanto as caixas de som custam US$ 299 (cerca de R$ 1.500), ambos em pré-venda. Compras diretas junto à Pioneer podem resultar em um preço quase dobrado devido aos custos de frete e impostos de importação.

Um exemplar de Alfa Romeo Giulia GT 1300 de 1967 sofreu um acidente em uma corrida, e seu proprietário transformou o veículo em uma máquina quase totalmente nova, equipada com carroceria de alumínio, dianteira customizada, teto rebaixado, traseira aerodinâmica e um motor de 180 cv. Este carro, apelidado de Red Submarine, está atualmente à venda no Reino Unido.

A transformação teve início nos primeiros anos de vida da Giulia, quando um incidente danificou sua estrutura original. Em vez de restaurá-la, o dono optou por substituí-la por uma carroceria de alumínio, que passou por modificações ao longo das décadas. A configuração atual exibe um perfil fastback extremamente baixo e uma traseira no estilo Kamm, remetendo aos protótipos de provas de resistência dos anos 1960, embora não tenha sido desenvolvido pela Alfa Romeo ou pela Autodelta.

O motor original de 1,3 litro foi substituído por um motor Alfa Romeo Nord de quatro cilindros, com deslocamento de 1.962 cm³, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas e preparado para gerar cerca de 182 cv, conforme declaração do proprietário. O sistema de transmissão é manual de cinco marchas. O carro também conta com uma gaiola de proteção, interior simplificado, instrumentos originais e rodas de liga leve com um design singular.

O atual dono adquiriu a Alfa na Bélgica há aproximadamente dez anos e, desde então, dedicou-se ao desenvolvimento da mecânica e da carroceria para uso em pista. Ele afirma que o veículo é excepcionalmente rápido e estável, embora não haja dados de desempenho ou peso oficiais. Curiosamente, apesar de sua aparência de carro de corrida, o Red Submarine permanece legalizado para circulação nas ruas britânicas e está sendo leiloado pela Car & Classic, com encerramento marcado para 25 de outubro.

Na década de 1990, Hans-Joachim Stuck competiu na IMSA GTO utilizando um Audi 90 Quattro. Devido à sua performance notável, a concorrência, em tom de brincadeira, aplicou um adesivo com seu rosto riscado por um sinal de proibido. Em retaliação, o piloto adicionou à traseira de seu Audi uma pequena figura que simulava o ato de «mooning» (mostrar as nádegas), com um mecanismo que fazia o brinquedo se mover, abaixando e levantando as calças repetidamente.

A Mattel decidiu replicar essa piada em sua miniatura do Audi 90 Quattro de Stuck. Essa figura, conhecida como «mooning doll», é difícil de ser vista sem desmontar o modelo, o que foi feito por um entusiasta. Ao desmontar, foi possível notar um nível considerável de detalhamento sob o chassi, incluindo uma réplica simplificada do motor de cinco cilindros com quatro válvulas por cilindro e mais de 700 cv.

Isso representa um ponto positivo contra as críticas comuns de que as miniaturas da Hot Wheels estão se tornando mais simples e mal executadas. Embora muitas miniaturas atuais utilizem assoalhos de plástico pouco texturizados, a Mattel ocasionalmente acerta na modelagem e em referências históricas precisas.

McLaren coloca à venda cinco carros de Fórmula 1, enquanto BYD lança modelo híbrido no Brasil em 2027
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McLaren coloca à venda cinco carros de Fórmula 1, enquanto BYD lança modelo híbrido no Brasil em 2027

A McLaren anunciou a venda de cinco carros históricos de Fórmula 1, abrangendo mais de três décadas de sua trajetória. Estes veículos serão comercializados individualmente pela Tom Hartley Jnr. e incluem um MCL37A de 2023, descrito pela própria equipe como o F1 mais moderno disponível para colecionadores particulares.

Entre os itens à venda estão dois MP4/6A de 1991, chassis #04 e #07, ambos equipados com motor Honda V12 aspirado. Esses carros foram utilizados por Gerhard Berger em Grandes Prêmios e posteriormente testados por Ayrton Senna em 1992. O chassis #04 obteve segundo lugar em Imola, e o #07 chegou em segundo em Silverstone sem sofrer acidentes em corrida.

Também fazem parte do leilão o MP4/27A #01 de 2012, dirigido por Jenson Button e testado por Lewis Hamilton, e o MCL35M #01 de 2021, pilotado unicamente por Lando Norris. Este último alcançou o pódio em Imola, Mônaco e Monza, onde a McLaren conquistou sua primeira vitória desde 2012, e participou de Mônaco com a pintura especial da Gulf.

O carro mais recente é o MCL37A #03, conduzido por Norris para finalizar em segundo lugar em Singapura e no Japão em 2023. Após as competições, ele permaneceu no programa de testes da McLaren, sendo pilotado por Oscar Piastri, Pato O’Ward, Mick Schumacher, Valtteri Bottas e Martin Brundle. Brad Pitt também dirigiu o carro no Circuit of the Americas durante a preparação para o filme F1.

Zak Brown justificou a decisão de venda alegando que seria um desperdício manter tais carros apenas armazenados, preferindo que colecionadores os utilizassem novamente nas pistas. Em paralelo, a BYD planeja lançar o BYD Dolphin GT híbrido no Brasil em 2027, um hatchback que se posicionará entre o Dolphin Mini e o Dolphin, visando competir com modelos mais tradicionais como VW Polo e Chevrolet Onix.

O Dolphin GT, vendido na Europa como Dolphin G, deve usar o mesmo conjunto mecânico do Atto 2: um motor 1.5 aspirado com cabeçote de 16 válvulas e injeção direta, somado a um motor elétrico. Este conjunto gera 177 cv na versão GL de entrada e 197 cv na variante GS, mantendo 30,6 kgfm de torque. O câmbio é um e-CVT com engrenagem mecânica única. Embora o Dolphin GT não compartilhe plataforma com os elétricos já vendidos no país, ele adota um perfil mais convencional.

Estima-se que o BYD Dolphin GT possa chegar ao Brasil custando cerca de R$ 130.000, sendo inicialmente importado da China, embora a fabricante esteja se preparando para produção na planta de Camaçari (BA).

Em outra novidade, a Jeep lançou a linha 2027 do Compass, introduzindo um sistema híbrido leve (MHEV) de 48V nas versões Night Eagle e Série S. Essa motorização utiliza o motor 1.3 turbo 16v T270, complementado por um pequeno motor elétrico de 16 cv e 6,6 kgfm de torque. Apesar da adição elétrica, a potência total permanece em 176 cv e torque de 27,5 kgfm. A mudança impacta o consumo, resultando em economia de até 11% com gasolina.

Quanto à McLaren, a decisão de vender os carros foi motivada pela visão de Zak Brown de que é melhor que eles voltem às pistas em vez de ficarem apenas como decoração. Por fim, a Subaru descontinuará seu motor boxer na Europa a partir do próximo ano, com planos de vender somente modelos elétricos no Velho Continente a partir de 2028 devido às crescentes regulamentações ambientais.

Porsche lança Mission S, seu novo supercarro, enquanto Toyota revela nome para picape do Corolla Cross
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Porsche lança Mission S, seu novo supercarro, enquanto Toyota revela nome para picape do Corolla Cross

A Porsche apresentou o Mission S, seu mais recente supercarro, que sucede o 918 Spyder. Diferentemente de conceitos anteriores que pareciam prontos para a rua, este modelo é um esportivo de produção real. O design do Mission S mantém a identidade Porsche na parte frontal, com faróis circulares em molduras mais elaboradas, e sua silhueta geral lembra o 911, embora seja mais alongada devido ao arranjo motor central-traseiro.

Um destaque estético são os para-lamas, que na frente são proeminentes e parecem flutuar sobre os elementos aerodinâmicos do para-choque e saias laterais. Na traseira, eles formam uma moldura que envolve a asa traseira, criando o que a Porsche denomina de «volumes flutuantes». Essa abordagem reflete as linhas limpas e bem definidas típicas dos carros modernos da fabricante, priorizando proporções e contornos refinados em vez de elementos excessivamente detalhados.

As referências conceituais citadas pela Porsche para o Mission S incluem o Porsche 959, o lendário 911 GT1 e o 550 Spyder. Internamente, a filosofia segue a tradição de Stuttgart, apresentando um cockpit contemporâneo e harmonioso que evoca sutilmente os 911 antigos, com painel horizontal e instrumentos concentrados à frente do motorista. Há uma mistura de elementos analógicos e digitais, onde o conta-giros é físico, mas o mostrador é uma tela configurável conforme o modo de condução.

A prioridade do Mission S é a experiência de dirigir, o que levou a Porsche a optar por um setup minimalista que dispensa central multimídia, substituída por um suporte MagSafe para celular. O console central possui botões físicos para as funções essenciais, e o câmbio tem altura ajustável. Embora a Porsche não tenha detalhado o conjunto mecânico, rumores apontam para um motor boxer de oito cilindros, possivelmente com sistema híbrido. A ausência de pedal de embreagem sugere transmissão automática, e a ventoinha traseira, orientada para cima, reforça a possibilidade de ser um boxer e não um powertrain elétrico.

O Mission S integra a estratégia «Sportwagenschmiede ’35» da Porsche, mas não há previsão de lançamento. Foi apenas mencionado que ele será posicionado acima do 911, e Tobias Sühlmann, diretor do departamento de design da fabricante, afirmou que ele servirá de inspiração para futuros modelos.

Picape do Toyota Corolla Cross já tem nome e deve chegar ano que vem

O mercado de picapes monobloco no Brasil está se diversificando, e a Toyota entrará neste segmento utilizando o Corolla Cross como base. Segundo apurações da Autoesporte, esta versão já recebeu o nome de Corolla Deck. Projetada para competir com modelos como Fiat Toro, Renault Niagara, Ram Rampage, BYD Mako e Volkswagen Tukan, a Corolla Deck será oferecida somente com cabine dupla e contará com tecnologia híbrida.

O conjunto mecânico supostamente utilizará o motor 2.0 de 16 válvulas aspirado, ciclo Atkinson, empregado no Toyota Prius. Este motor gera 152 cv e 19,4 kgfm, mas combinado com um motor elétrico, pode alcançar 223 cv, embora esse valor possa ser ajustado no Brasil para funcionar com etanol e gasolina, aplicável às versões mais caras. Nas configurações mais básicas, a Corolla Deck deve operar apenas com o motor 2.0, entregando 175 cv e 20,8 kgfm de torque.

Estilisticamente, espera-se que a picape incorpore elementos do Toyota Corolla Cross, especialmente nas portas e colunas A, mas a dianteira terá um design próprio. Embora não haja data oficial de estreia no Brasil, estima-se que a produção comece em Sorocaba (SP) em meados de 2027, com lançamento previsto para o segundo semestre.

Hyundai i20 vende mal e HB20 permanece em linha

O Hyundai i20, com seu design que mescla características de SUV compacto e hatchback, não alcançou o sucesso esperado nos primeiros meses de comercialização. Devido a esse desempenho, a Hyundai alterou seus planos, decidindo manter o hatchback HB20 em linha por um período maior do que o inicialmente planejado.

Os números justificam essa decisão: entre junho e setembro, o i20 registrou aproximadamente 7,7 mil vendas no Brasil, enquanto o HB20 vendeu cerca de 53 mil unidades no mesmo intervalo. Com base nisso, a Hyundai optou por prolongar o HB20 como modelo de entrada no país indefinidamente. Está prevista a chegada de uma versão com motor 1.0 aspirado de 80 cv e 9,6 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de cinco marchas, com preço inferior a R$ 100.000, a ser revelada nos próximos meses.

Em contraste, o sedã HB20S terá seu ciclo encerrado no final deste ano, sem substituto imediato. A descontinuação dos três-volumes menores é um reflexo da crescente preferência do mercado brasileiro por crossovers compactos.

Tesla Roadster consegue “voar”, mas ainda não tem previsão de entrega

O Tesla Roadster de segunda geração, prometido originalmente em 2017, teve sua primeira exibição pública recentemente. Elon Musk escolheu apresentar a nova configuração do esportivo elétrico em uma demonstração notavelmente audaciosa, executando manobras aéreas e invertendo-se em uma rampa.

O visual do carro adotou uma linguagem mais angular em comparação com o conceito de 2017, afastando-se das formas fluidas em favor de um aspecto que lembra uma fusão entre Cybertruck e Lamborghini Reventon. A engenharia por trás das exibições depende de uma colaboração com a SpaceX: ventiladores no assoalho geram até 2G de força descendente mesmo com o veículo parado, e dez propulsores de ar comprimido, alimentados por tanques de 600 litros recarregáveis com ar atmosférico, controlam a dinâmica durante o voo. O modelo também utiliza arquitetura by-wire para direção, acelerador e freios, sendo estes últimos equipados com o sistema Sensify da Brembo.

Em termos de performance, a fabricante alegou que o esportivo completou de 0 a 60 mph (cerca de 96 km/h) em 0,81 segundo. Contudo, a apresentação deixou lacunas significativas de dados técnicos cruciais. A Tesla omitiu informações como potência declarada, configuração de motores, capacidade da bateria, autonomia, locais de fabricação e o destino dos milhares de clientes que fizeram reservas desde o primeiro lançamento.

A linha prevista inclui três versões: Performance, Thrust (necessária para atingir o tempo de aceleração recorde) e Rocket, a variante capaz de voar, restrita a clientes selecionados. Fica claro que o veículo exibido ainda é um conceito, com a produção adiada para 2028, e nenhuma previsão de entrega foi fornecida.

Confirmado no Brasil, MG IM6 tem 752 cv e chega neste mês

A MG está prestes a lançar sua divisão de luxo IM no mercado brasileiro, tendo o SUV elétrico IM6 como seu primeiro modelo. Apresentado no Festival de Interlagos em agosto, o IM6 foi confirmado em duas versões distintas, ambas ainda sem nome oficial.

A versão de entrada opera com tração traseira, bateria de 75 kWh e arquitetura de 400V, produzindo 295 cv e 45,9 kgfm. Ela atinge 0 a 100 km/h em 6,4 segundos, possui velocidade máxima de 210 km/h e autonomia de 348 km pelo Inmetro (450 km no WLTP).

A versão superior é significativamente mais potente, contando com dois motores elétricos, tração integral e bateria de 100 kWh com arquitetura de 800V (permitindo recarga de 10% a 80% em 18 minutos). Este modelo desenvolve impressionantes 752 cv e 81,8 kgfm de torque, acelerando de zero a 100 km/h em apenas 3,5 segundos, com top speed de 239 km/h. Sua autonomia é de 400 km segundo o Inmetro ou 505 km no ciclo WLTP.

Com 4,90 metros de comprimento e um porta-malas de 665 litros (mais 32 litros na frente), o SUV incorpora o Chassi Digital IM, equipado com suspensão pneumática adaptativa, freios Continental e esterçamento das rodas traseiras em até 12 graus. Esse recurso diminui o raio de giro para 5,09 metros, possibilitando manobras diagonais. O interior I-Cockpit apresenta uma tela panorâmica de 26,3 polegadas e um display auxiliar de 10,5 polegadas, além de vidros duplos para isolamento acústico e rotinas programáveis de cabine. Classificado com cinco estrelas nos testes de colisão europeus e sete airbags, o SUV já pode ser reservado no site da MG, aguardando divulgação de preços finais e lista completa de equipamentos.

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