O Papa Leão XIV não precisará de nenhum tratamento complementar após ser operado para remover um tumor maligno no pulmão, procedimento realizado em 13 de outubro. O Vaticano divulgou um comunicado nesta quarta-feira com os relatórios finais de histopatologia e testes moleculares referentes ao tecido retirado durante a cirurgia do Santo Padre.
Os resultados confirmaram que o tumor era um adenocarcinoma pulmonar e que a condição estava localizada. Uma avaliação oncológica subsequente ratificou que não há necessidade de qualquer tratamento adicional.
Os médicos do Papa, Dr. Luigi Carbone e Professor Stefano Margaritora, informaram na noite de quarta-feira que a análise oncológica posterior confirmou que "nenhum tratamento adicional é necessário".
É importante notar que o pontífice foi submetido à cirurgia em 13 de outubro, após a detecção de um nódulo no pulmão. De acordo com o boletim médico pós-intervenção, que teve duração de 90 minutos, os exames confirmaram o adenocarcinoma pulmonar, cuja suspeita surgiu durante os exames pré-operatórios.
O Papa recebeu alta hospitalar no sábado anterior, 17 de outubro, apenas quatro dias depois do procedimento médico. Inicialmente, o Vaticano havia previsto uma internação de uma semana e suspendido suas audiências até terça-feira, 20 de outubro.
Leão XIV assumiu a liderança de 1,4 mil milhões de católicos globalmente em 8 de maio de 2025, tornando-se o primeiro Papa norte-americano da história, após o falecimento do Papa Francisco, argentino, aos 88 anos. Embora com um estilo menos extravagante que seu antecessor, Leão XIV tem gradualmente imposto sua própria abordagem à liderança da Igreja Católica, tratando de temas urgentes mundiais, desde conflitos violentos até a Inteligência Artificial.
