Europa flexibiliza metas de fim da combustão interna; Jetour de 904 cv chega ao Brasil em outubro
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Europa flexibiliza metas de fim da combustão interna; Jetour de 904 cv chega ao Brasil em outubro

Os principais grupos políticos do Parlamento Europeu alcançaram um consenso para suavizar as regras relativas ao fim dos motores a combustão em carros novos na Europa, revisando o prazo inicialmente estabelecido para 2035.

A legislação original, sancionada em 2023, previa que as emissões médias de CO₂ dos veículos novos deveriam ser reduzidas em 100% em comparação com os níveis de 2021, servindo como um método indireto para proibir a venda de carros a combustão. Anteriormente, a Comissão Europeia havia sugerido uma redução para 90%, permitindo que os 10% restantes fossem compensados por créditos provenientes do uso de aço de baixo carbono e combustíveis renováveis.

Recentemente, França e Alemanha concordaram em baixar essa meta para 90% sem a exigência de compensações. O novo acordo entre os grupos parlamentares propõe reduzir a exigência efetiva para 87,5%, deixando os 7,5 pontos percentuais restantes passíveis de compensação através de créditos ligados ao uso de aço de baixo carbono produzido na Europa. Essa medida visa permitir que fabricantes continuem vendendo veículos a combustão após 2035, incluindo modelos híbridos, desde que cumpram as metas de emissão de suas frotas.

O pacto também estipula uma diminuição para 80% nas emissões de veículos comerciais leves até 2035 e abre a possibilidade de que automóveis movidos a combustíveis renováveis sejam classificados como veículos de emissão zero. Para o ano de 2030, os grupos defendem manter a redução de 55% para automóveis e diminuir a meta para veículos comerciais leves de 40% para 35%.

Apesar do recuo político, o acordo ainda necessita de aprovação formal pelos três grupos parlamentares e subsequente negociação com os governos dos países membros da União Europeia. Contudo, dada a situação atual da Europa e da indústria local, a implementação da mudança parece inevitável.

A Jetour confirmou que lançará o G700, seu SUV mais robusto e caro, no mercado brasileiro ainda neste mês. A confirmação ocorreu durante a convenção mundial do Grupo Chery, realizada em Wuhu, China. A apresentação comercial completa, com divulgação de preços e lista final de equipamentos para o Brasil, está agendada para o final de outubro.

Este será o quinto modelo da Jetour a ser introduzido no Brasil e representará o novo topo de linha da marca. A versão destinada ao país utiliza uma configuração híbrida plug-in, combinando um motor 2.0 turbo a gasolina com dois motores elétricos, um em cada eixo, resultando em uma potência de 904 cv e torque de 115,7 kgfm. O veículo possui tração integral e promete atingir 100 km/h em 4,6 segundos.

Além da alta potência, o G700 busca ser mais do que apenas um SUV chinês com um número potente; ele oferece seis assentos em três fileiras e reforça sua vocação off-roader graças à construção «body-on-frame», onde o chassi é separado da carroceria. A autonomia combinada declarada atinge até 1.000 km no ciclo WLTC. A bateria LFP possui 34,13 kWh e, segundo a montadora, permite percorrer até 100 km no modo puramente elétrico.

Embora o G700 já tenha sido exibido no Brasil em agosto, durante o Festival Interlagos, sem uma data de estreia comercial definida, a nova especificação de 904 cv difere da potência de 761 cv mencionada anteriormente. Isso posiciona o SUV em um nicho incomum: um utilitário familiar de luxo com capacidades off-road, mas com potência superior a muitos superesportivos.

Para quem busca qualidade sonora, mesmo em ambientes automotivos, a Pioneer lançou a linha Heritage Collection, ideal para quem possui veículos mais antigos e deseja adicionar componentes com um visual adequado à época.

Esta coleção inclui alto-falantes do tipo box speaker (conhecidos no Brasil como «alto-falante de sobrepor»), modelo TS-X40SXT. Estes alto-falantes reproduzem o design clássico das caixas acústicas antigas, podendo ser instalados sobre o painel traseiro sem a necessidade de grandes aberturas. As TS-X40SXT apresentam um visual quadrado, com moldura prateada e telas pretas, contendo um subwoofer de 13 cm, um mid range e um tweeter separados, e ostentam o logotipo antigo da Pioneer na traseira, totalizando 25W RMS de potência.

Complementando o conjunto, a Pioneer disponibiliza o aparelho de som SXT-C10PS desde o ano anterior. Este equipamento replica com grande fidelidade o visual da série de toca-fitas KEH da Pioneer, apresentando um visor digital iluminado em âmbar. Apesar da estética retrô, ele incorpora funcionalidades modernas, como rádio digital, conectividade Bluetooth e portas USB e auxiliar, estas últimas escondidas sob uma tampa que imita perfeitamente a entrada de fitas cassete dos modelos clássicos.

No entanto, há uma ressalva: nenhum desses produtos está disponível oficialmente no Brasil. O rádio foi lançado primeiro na Europa e agora chega aos Estados Unidos por US$ 499 (aproximadamente R$ 2.500 na conversão direta), enquanto as caixas de som custam US$ 299 (cerca de R$ 1.500), ambos em pré-venda. Compras diretas junto à Pioneer podem resultar em um preço quase dobrado devido aos custos de frete e impostos de importação.

Um exemplar de Alfa Romeo Giulia GT 1300 de 1967 sofreu um acidente em uma corrida, e seu proprietário transformou o veículo em uma máquina quase totalmente nova, equipada com carroceria de alumínio, dianteira customizada, teto rebaixado, traseira aerodinâmica e um motor de 180 cv. Este carro, apelidado de Red Submarine, está atualmente à venda no Reino Unido.

A transformação teve início nos primeiros anos de vida da Giulia, quando um incidente danificou sua estrutura original. Em vez de restaurá-la, o dono optou por substituí-la por uma carroceria de alumínio, que passou por modificações ao longo das décadas. A configuração atual exibe um perfil fastback extremamente baixo e uma traseira no estilo Kamm, remetendo aos protótipos de provas de resistência dos anos 1960, embora não tenha sido desenvolvido pela Alfa Romeo ou pela Autodelta.

O motor original de 1,3 litro foi substituído por um motor Alfa Romeo Nord de quatro cilindros, com deslocamento de 1.962 cm³, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas e preparado para gerar cerca de 182 cv, conforme declaração do proprietário. O sistema de transmissão é manual de cinco marchas. O carro também conta com uma gaiola de proteção, interior simplificado, instrumentos originais e rodas de liga leve com um design singular.

O atual dono adquiriu a Alfa na Bélgica há aproximadamente dez anos e, desde então, dedicou-se ao desenvolvimento da mecânica e da carroceria para uso em pista. Ele afirma que o veículo é excepcionalmente rápido e estável, embora não haja dados de desempenho ou peso oficiais. Curiosamente, apesar de sua aparência de carro de corrida, o Red Submarine permanece legalizado para circulação nas ruas britânicas e está sendo leiloado pela Car & Classic, com encerramento marcado para 25 de outubro.

Na década de 1990, Hans-Joachim Stuck competiu na IMSA GTO utilizando um Audi 90 Quattro. Devido à sua performance notável, a concorrência, em tom de brincadeira, aplicou um adesivo com seu rosto riscado por um sinal de proibido. Em retaliação, o piloto adicionou à traseira de seu Audi uma pequena figura que simulava o ato de «mooning» (mostrar as nádegas), com um mecanismo que fazia o brinquedo se mover, abaixando e levantando as calças repetidamente.

A Mattel decidiu replicar essa piada em sua miniatura do Audi 90 Quattro de Stuck. Essa figura, conhecida como «mooning doll», é difícil de ser vista sem desmontar o modelo, o que foi feito por um entusiasta. Ao desmontar, foi possível notar um nível considerável de detalhamento sob o chassi, incluindo uma réplica simplificada do motor de cinco cilindros com quatro válvulas por cilindro e mais de 700 cv.

Isso representa um ponto positivo contra as críticas comuns de que as miniaturas da Hot Wheels estão se tornando mais simples e mal executadas. Embora muitas miniaturas atuais utilizem assoalhos de plástico pouco texturizados, a Mattel ocasionalmente acerta na modelagem e em referências históricas precisas.

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Lançamento do Nissan X-Trail híbrido no Brasil e transformação do Mercedes-AMG GT em SUV
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Lançamento do Nissan X-Trail híbrido no Brasil e transformação do Mercedes-AMG GT em SUV

A Nissan anunciou que o novo X-Trail híbrido terá seu lançamento no Brasil previsto para o segundo semestre de 2027. Este utilitário visa ocupar uma posição superior ao Nissan Kicks e servir como ferramenta da montadora para competir com a crescente concorrência chinesa.

Ricardo Gondo, presidente da Nissan no Brasil, confirmou que o X-Trail será comercializado com capacidade para sete passageiros, diferentemente do restante da América Latina, onde o modelo é oferecido apenas com cinco lugares. Ele chegará nas versões e-Power e-4orce, configuradas com sistema híbrido e tração nas quatro rodas.

O conjunto motriz é formado por um motor 1.5 turbo de 144 cv e 25,5 kgfm de torque, que funciona unicamente como gerador para suprir dois motores elétricos: um de 204 cv na frente e outro de 136 cv atrás. Juntos, esses componentes geram um total de 216 cv e 33,7 kgfm de torque. A transmissão é direta, com apenas uma marcha, e o desempenho é considerado satisfatório, atingindo 100 km/h em sete segundos, com velocidade máxima limitada a 180 km/h.

Com dimensões de 4,69 metros de comprimento, 1,84 m de largura e um entre-eixos de 2,71 m, o Nissan X-Trail possui porte similar ao do Toyota RAV4 Hybrid, um de seus principais concorrentes. O porta-malas comporta 485 litros quando a terceira fileira está dobrada, e com sete ocupantes, o espaço de carga é de 120 litros.

Para competir neste segmento, o X-Trail será equipado com itens esperados, como ar-condicionado digital de três zonas, central multimídia de 12,3 polegadas, e um pacote de assistência ao motorista que inclui controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência e alerta de saída de faixa.

Embora o preço ainda não tenha sido divulgado, uma estimativa baseada na concorrência sugere que o valor possa variar entre R$ 300.000 e R$ 350.000. Isso se compara a modelos chineses como o Leapmotor C10, que inicia em torno de R$ 220.000, e o Toyota RAV4 Hybrid, que ultrapassa R$ 300.000, com a versão híbrida plug-in chegando perto de R$ 400.000.

Mercedes-AMG transforma seu GT elétrico de 1.169 cv em SUV

A Mercedes-AMG transformou seu novo Mercedes-AMG GT elétrico, um sedã de 1.169 cv com três motores de fluxo axial, bateria volumosa e peso de 2.460 kg, em um SUV, uma decisão que, segundo a montadora, pode gerar boa receita.

Este é o primeiro SUV de grande porte totalmente desenvolvido pela AMG. A versão GT 63 utiliza essencialmente a mesma arquitetura do GT de quatro portas: três motores elétricos de fluxo axial (dois traseiros e um dianteiro) que entregam 1.169 cv e 203,9 kgfm. A Mercedes afirma que este modelo alcança 100 km/h em 2,7 segundos e atinge 270 km/h.

O desafio de peso persiste, mas agora em escala SUV. O GT 63 pode ser equipado com uma bateria de 106 kWh, pesando 2.585 kg, ou com o pacote maior de 128 kWh, elevando o peso para 2.695 kg. Na configuração de maior autonomia, ele adiciona 235 kg ao peso do GT elétrico anterior.

A bateria ampliada promete uma autonomia entre 620 e 700 km no ciclo WLTP e suporta carregamento rápido de até 710 kW em corrente contínua. A Mercedes alega que isso possibilita recuperar até 454 km de autonomia em dez minutos ou passar de 10% a 80% em 12 minutos, dependendo da disponibilidade do carregador.

Para conferir um comportamento digno de um AMG apesar do peso próximo a 2.700 kg, o GT SUV incorpora suspensão pneumática com controle hidráulico ativo de rolagem e movimentos longitudinais, esterçamento traseiro e vetorização de torque independente nos dois motores traseiros. Além disso, conta com aerodinâmica ativa, incluindo entradas de ar móveis e um spoiler traseiro ajustável.

Assim como no modelo de quatro portas, a Mercedes incluiu um modo que emula o som de um V8 AMG e simula trocas de marcha, agora incorporando vibrações nos assentos. Isso levanta questionamentos sobre se a performance elétrica futura precisará replicar tão fielmente o que substituiu.

Mercedes admite que subestimou os fãs do V8

A Mercedes-Benz reconheceu que pode ter negligenciado a preferência dos clientes pelo motor V8 ao substituir o V8 do C63 por um motor híbrido de quatro cilindros. O CEO da Mercedes-Benz, Ola Källenius, admitiu que a marca subestimou o apreço da chamada «boa e velha turma do V8» ao implementar essa alteração.

Posteriormente, Stefan Weckbach, chefe da AMG, confirmou que o próximo CLE 63 voltará a utilizar um V8 em 2027, indicando que a AMG aprendeu com a reação do público e optou por retornar ao que os clientes apreciam.

Essa mudança ocorre após anos de incertezas sobre o tema. Em 2023, fontes da Mercedes informaram à imprensa alemã que a ideia de retornar ao V8 no C63 e E63 era «pura bobagem», e a marca negou novamente o retorno do V8 ao C63 posteriormente.

A situação levantou dúvidas, visto que a Mercedes planejava convencer proprietários de C63 V8 a gastar valores próximos a R$ 1.000.000 para migrar para um modelo com motor de quatro cilindros 2.0 do A45 AMG, equipado com tecnologia considerada tediosa pela Fórmula 1.

Honda Civic híbrido ganha transmissão S+ Shift do Prelude

A Honda implementará o sistema de transmissão S+ Shift do Prelude no Civic híbrido, visando tornar a condução mais envolvente. Esta funcionalidade estará disponível somente para a versão hatchback.

No sistema e-CVT padrão do Civic, o carro opera majoritariamente com o motor elétrico em baixas e médias velocidades, enquanto o motor a combustão Atkinson serve apenas para gerar eletricidade via um motor-gerador secundário. À medida que a velocidade aumenta, uma embreagem hidráulica conecta o motor a combustão diretamente às rodas para otimizar a economia. Por não possuir marchas físicas, a aceleração é constante, o que favorece o consumo, mas torna a experiência de dirigir menos dinâmica.

O S+ Shift resolve essa questão ao incorporar oito relações virtuais controladas pelas borboletas atrás do volante — anteriormente usadas apenas para ajustar a frenagem regenerativa. Ao simular uma troca de marcha, o gerenciamento eletrônico causa uma diminuição momentânea de rotação e torque para replicar o impacto de uma mudança real. Nas reduções, o sistema imita o salto de rotação característico de uma redução, auxiliado por um som artificial emitido pelos alto-falantes, sincronizando o áudio com o comportamento do conjunto.

O software também adapta essas simulações em tempo real, analisando o uso dos pedais, o ângulo de curva e a inclinação da pista. Atualmente, essa novidade é restrita aos modelos europeus hatchback. No mercado brasileiro, onde o Civic é vendido apenas como sedã (excluindo o Type R), a Honda ainda não confirmou se o carro receberá o sistema, uma perspectiva que se torna mais remota com a chegada do Prelude, dada a tendência da Honda de manter distinções claras entre os modelos no país.

Royal Enfield lança sua moto mais rara (e mais cara) no Brasil

A Royal Enfield consolidou sua imagem como fabricante de motocicletas com bom desempenho, visual sofisticado e preços acessíveis. Em uma mudança estratégica, a marca lançará no Brasil uma série especial limitada e exclusiva com preço quase o dobro da média de suas motos.

Trata-se da Royal Enfield Classic 650 Hypershift 125th Anniversary Edition, cujo nome celebra os 125 anos da Royal Enfield original, a empresa britânica que originou a atual, sediada na Índia. Mecanicamente, esta edição limitada é idêntica a qualquer Classic 650, equipada com um bicilíndrico de 47 cv e 5,33 kgfm de torque, e câmbio de seis marchas.

A exclusividade reside no design, com o acabamento Hypershift — uma pintura base latão coberta por uma camada que altera de cor conforme a luz e o ângulo de observação, variando entre tons dourado, vermelho e verde. A motocicleta também apresenta emblemas específicos e filetes pintados à mão, além de um assento revestido em couro premium e motor com pintura preta brilhante. Rodas e escapamento são pintados em preto fosco.

Embora seja uma moto agradável de pilotar, esta edição especial é direcionada a colecionadores. Para adquiri-la, é necessário realizar um cadastro no site da marca até 26 de outubro, data de abertura das pré-reservas. Serão disponibilizados apenas 75 exemplares no Brasil, dos 650 unidades produzidas globalmente, pelo preço de R$ 49.990.

Rafael Câmara é confirmado como piloto da Haas, além de novidades sobre GTA VI e lançamentos automotivos
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Rafael Câmara é confirmado como piloto da Haas, além de novidades sobre GTA VI e lançamentos automotivos

A Haas Team anunciou a contratação de Rafael Câmara para substituir Esteban Ocon. O piloto brasileiro se junta ao time e será colega de Oliver Bearman na temporada de 2027 da Fórmula 1.

Câmara expressou grande satisfação com a oportunidade, agradecendo a Gene Haas e a Ayao Komatsu pela confiança depositada em sua carreira. Ele também manifestou gratidão à Scuderia Ferrari Driver Academy pelo suporte contínuo ao seu desenvolvimento, assim como à sua família.

A ascensão do pernambucano à Fórmula 1 é fruto de uma carreira consolidada nas categorias de base, incluindo vitórias na Fórmula 3 e uma performance notável na Fórmula 2, onde conquistou 207 pontos e liderou o campeonato. Seu talento chamou a atenção de Gene Haas durante testes realizados em Portimão, Portugal, onde ele superou os tempos de Oliver Bearman e outros competidores. A colaboração técnica entre Haas e Scuderia Ferrari, mantida pelo programa Drivers Academy, também foi um fator relevante.

Com esta confirmação, Rafael Câmara torna-se o 34º brasileiro a competir na Fórmula 1. Considerando que a Audi já confirmou a permanência de Gabriel Bortoleto na equipe em 2027, a categoria terá novamente dois pilotos brasileiros no grid, algo que não acontecia desde 2016, quando o Brasil contava com Felipe Massa e Felipe Nasr.

Grand Theft Auto VI ganha trailer de lançamento

Grand Theft Auto VI recebeu um trailer de lançamento com menos de um mês para sua estreia, marcada para 19 de novembro. Embora o vídeo não mostre muitos elementos que justifiquem o termo "Auto", uma curta cena de corrida com supercarros à noite aparece por volta do minuto 1:00. No entanto, o grande atrativo reside na possibilidade de roubar e dirigir virtualmente qualquer veículo em um vasto mapa aberto, representando o retorno de Vice City, o cenário do clássico GTA de 2002.

Especula-se que a nova iteração trará uma física mais realista, exigindo maior cautela ao dirigir, e que os danos aos veículos serão mais severos, impactando significativamente a dirigibilidade em comparação com GTA V. Outro ponto notável é a trilha sonora, composta pelo duo francês Justice. A faixa "Flower in a Hurricane" apresenta participações de SZA, Tame Impala e King Gizzard and the Lizzard Wizzard e foi criada especificamente para GTA VI, combinando pop rock oitentista com sintetizadores.

Porsche Mission S é flagrado e tem ventoinha inspirada no 917

O novo supercarro da Porsche, o Mission S, teve seu lançamento marcado para o dia 15, mas um detalhe específico vazou na internet. Uma foto aérea revelou uma ventoinha localizada na traseira do veículo, acima do compartimento do motor, que remete fortemente à peça usada no icônico Porsche 917, que competiu em Le Mans nas décadas de 1960 e 1970.

Este vazamento ocorreu durante uma sessão fotográfica oficial nas ruas de Nova York, antes da apresentação formal. As imagens mostram um supercarro de motor central-traseiro com para-lamas robustos e um aerofólio integrado no estilo do Porsche 959. A silhueta também lembra projetos recentes, como o Marc Philipp Gemballa Marsien, e possui um teto com painéis duplos de vidro e uma crista proeminente que se estende do para-brisa até a base do vigia traseiro.

A presença de duas duplas de saídas de escape sobrepostas indica que o protótipo utiliza propulsão a combustão, sendo especulado o uso de um boxer de oito cilindros aliado a um sistema híbrido com motores elétricos no eixo dianteiro. O modelo visa posicionar a Porsche em um segmento de supercarros com maior volume de produção e melhor margem de lucro, diferentemente de hipercarros ultralimitados como o 918 Spyder. Mais detalhes serão fornecidos pela fabricante no evento oficial.

Chevrolet diz que Corvette elétrico é inevitável

Quatro anos se passaram desde que Mark Reuss, presidente da General Motors, divulgou os planos para uma versão totalmente elétrica do Corvette. Em 2022, também foi apresentado o E-Ray, uma variante híbrida do esportivo americano de motor central-traseiro.

Embora o E-Ray tenha sido descontinuado posteriormente (substituído pelo ZR1X e pelo Grand Sport X, este último previsto para o próximo ano), o Corvette elétrico permanece como uma meta inegociável, segundo a Chevrolet, apenas adiando seu surgimento. Tony Roma, engenheiro-chefe da divisão do Corvette e de veículos de alta performance da GM, confirmou em entrevista ao podcast The Drivecast que um Corvette 100% elétrico é o objetivo final da marca, embora tenha evitado definir prazos ou datas de lançamento.

Dada a maturidade da geração C8 no mercado, a previsão mais provável é que o projeto seja reservado para a próxima geração, a C9. Essa estratégia também reflete a cautela do mercado em relação aos supercarros totalmente elétricos, que ainda encontram resistência entre o público purista. Assim, espera-se que a versão a bateria coexista com as versões a combustão, facilitando uma transição gradual sem perder o apelo tradicional do Corvette.

Renault recebe R$ 181,8 milhões do BNDES para novo powertrain híbrido

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) investirá R$ 181,8 milhões na operação da Renault no Brasil. Este aporte, concedido via programa BNDES Mais Inovação, visa apoiar o desenvolvimento de um novo sistema de propulsão eletrificada. Este valor integra um investimento total de R$ 5,8 bilhões planejado pela montadora entre 2025 e 2027, focado na modernização do complexo industrial localizado em São José dos Pinhais, PR.

A engenharia deste projeto centra-se no sistema Hybrid E-Tech 4×4 flex fuel, que elimina conexões mecânicas tradicionais entre os eixos. O conjunto combina um motor 1.3 turbo flex na dianteira com uma rede de 48 volts e um motor elétrico dedicado exclusivamente a acionar as rodas traseiras sob demanda. Embora as especificações finais para o mercado nacional ainda não tenham sido detalhadas, o arranjo utiliza referências de configurações com propulsor traseiro secundário e baterias de alta eficiência já existentes internacionalmente.

Para o BNDES, esta iniciativa cumpre um papel crucial na estratégia de descarbonização do setor automobilístico brasileiro. A instituição ressalta que apostar em arquiteturas eletrificadas flex posiciona a indústria local de maneira competitiva na transição energética global, assegurando o desenvolvimento de soluções adequadas à matriz energética do país. Informações indicam que o SUV Boreal será o primeiro modelo nacional a integrar o sistema 4×4 eletrificado a partir de 2027.

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