Amazônia registra novo recorde histórico com a menor taxa de desmatamento já documentada
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Amazônia registra novo recorde histórico com a menor taxa de desmatamento já documentada

A floresta amazônica brasileira alcançou um marco histórico positivo, pois os dados de monitoramento por satélite indicam que o desmatamento na região atingiu o nível mais baixo já registrado desde o início das medições oficiais, representando um grande avanço para a conservação ambiental.

Conforme o levantamento anual conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgado na sexta-feira (16), aproximadamente 3.335 quilômetros quadrados de vegetação foram perdidos no ciclo analisado. Este valor demonstra uma redução notável de 42% na devastação quando comparado ao período anterior. É relevante notar que o recorde positivo anterior foi estabelecido em 2012, enquanto nos anos 90 o dano anual excedia 30 mil quilômetros quadrados.

Este mapeamento oficial é executado pelo Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (PRODES), que utiliza os meses centrais do ano para obter imagens de alta nitidez diretamente do espaço, aproveitando a menor incidência de cobertura de nuvens.

Especialistas do setor celebraram este feito histórico, conforme reportado pela Reuters, ressaltando que a união de avanços tecnológicos, fiscalização constante e decisões políticas sólidas é fundamental para controlar a expansão do desmatamento e mitigar a emissão de gases poluentes.

O governo federal estabeleceu como meta a erradicação do desmatamento até o ano de 2030. O assunto ganhou maior relevância durante a disputa do segundo turno das eleições presenciais entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Enquanto a administração atual foca na retomada dos objetivos ambientais, o candidato adversário propõe concentrar a fiscalização no enfrentamento ao crime organizado na Amazônia, garantindo a proteção de pequenos agricultores e trabalhadores extrativistas.

Adicionalmente, o bioma do Cerrado brasileiro também apresentou resultados encorajadores. A taxa de destruição da vegetação nativa diminuiu cerca de 24% no mesmo intervalo, totalizando 5.517 quilômetros quadrados. Este também constitui o menor registro de perda de área verde na região desde o início do acompanhamento histórico em 2001.

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A Amazon confirmou a realização de novos cortes de empregos, concentrados principalmente na divisão Stores, que administra o principal portal de comércio eletrônico da companhia. Essas reduções estão acontecendo durante o evento Prime Big Deal Days, uma das maiores promoções de compras organizadas pela empresa.

Embora a empresa não tenha divulgado o número preciso de desligamentos, fontes informadas à Reuters indicaram que menos de mil funcionários administrativos foram dispensados. Esta ação segue uma onda anterior de demissões que teve início no ano passado.

Relatos de colaboradores impactados e comunicações internas feitas através do Slack sugerem que diversos setores dentro da divisão Stores foram atingidos, incluindo atendimento ao cliente e serviços destinados a vendedores parceiros. Os avisos de demissão foram enviados a funcionários localizados nos Estados Unidos, na Índia e no Reino Unido.

Um porta-voz da Amazon justificou a medida em um comunicado enviado por e-mail, afirmando: “Nós ajustamos partes do nosso negócio de Stores porque acreditamos que essa estrutura nos permitirá cumprir melhor nossas prioridades”.

Este novo ajuste é de menor escala comparado à rodada anterior, que começou no ano passado e se estendeu até janeiro, resultando no corte de aproximadamente 30 mil postos de trabalho. Jeff Bezos, fundador e presidente executivo do conselho de administração da Amazon, abordou o tema em uma entrevista concedida à Fox News.

Bezos explicou que a empresa havia contratado um número excessivo de colaboradores durante o período da pandemia, quando houve um aumento significativo nas compras realizadas pelas pessoas em suas residências. Ele ressaltou que, apesar do esforço intenso da equipe naquele tempo, a Amazon expandiu seu quadro de funcionários em demasia.

Os cortes mais recentes fazem parte de um processo contínuo de reajuste do quadro de pessoal da empresa, motivado pela forte expansão de pessoal ocorrida durante a pandemia.

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