SuperSport e Fox Cricket reavivam controvérsia do 'Sandpapergate' em meio ao anúncio das memórias de Usman Khawaja
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SuperSport e Fox Cricket reavivam controvérsia do 'Sandpapergate' em meio ao anúncio das memórias de Usman Khawaja

Oito anos após o escândalo 'Sandpapergate', que abalou o críquete mundial em Cidade do Cabo, uma das rivalidades mais tensas entre as equipes Proteas e Austrália reacendeu antes do início da primeira partida da série de Testes em Kingsmead.

O transmissor SuperSport e o detentor de direitos australiano Fox Cricket trocaram mensagens contundentes nas redes sociais. Além disso, surgiram detalhes sobre o próximo livro do batedor australiano Usman Khawaja, que, segundo relatos, pretende abordar o capítulo mais sombrio da história moderna do críquete australiano.

A SuperSport, cujos operadores filmaram originalmente o batedor australiano Cameron Bancroft usando lixa na bola em Newlands em 2018, publicou um clipe de arquivo na rede social X. O vídeo mostra a transmissão completa: Bancroft esfregando a bola com lixa, uma conversa desesperada do ex-treinador Darren Lehmann pelo rádio com Peter Handscomb, e a reação do lendário falecido Shane Warne na cabine de comentários, antes que Bancroft enfiasse uma fita amarela na calça.

A SuperSport acompanhou a publicação com um aviso severo: 'Nossas câmeras estarão atentas nesta série de três Testes'. Por sua vez, a Fox Cricket na Austrália exibiu uma imagem do ex-capitão dos Proteas, Faf du Plessis, polindo uma bola com restos de pó de hortelã durante um Teste em Hobart em 2016. Este incidente resultou em uma multa de 100% do cachê da partida para Du Plessis e na imposição de três pontos de penalidade por adulteração da bola.

A Fox Cricket declarou no Facebook: 'É fácil esquecer que a África do Sul foi vista adulterando a bola dois anos antes do Sandpaper-gate'. Para aumentar a tensão, o Sydney Morning Herald relatou que o capitão da equipe australiana de Testes, Pat Cummins, e o diretor executivo da Cricket Australia, Todd Greenberg, confirmaram que Khawaja os havia notificado antecipadamente sobre o conteúdo de seu livro, 'Sabr'.

O livro, cujo lançamento está previsto para o início de novembro após o término da turnê na África do Sul, dedica uma seção ao escândalo de 2018. Khawaja, um antigo amigo próximo de David Warner, participou daquela turnê decisiva de 2018 e anteriormente acreditava que toda a equipe de jogo deveria ser responsabilizada coletivamente pelo incidente, e não apenas três jogadores.

Greenberg confirmou que, embora Khawaja tenha informado a liderança da equipe sobre o conteúdo do livro antes de viajar para a África do Sul, a data de publicação foi intencionalmente marcada para depois da turnê, a fim de evitar a criação de um fator de distração ativo.

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Comparativo de 5 melhores consoles retrô para compra em 2026

A decisão sobre qual console retrô adquirir deve levar em conta as preferências individuais de design e o método de utilização. É também relevante considerar chips mais rápidos para garantir uma experiência de jogo mais suave. Existem modelos com design semelhante ao PS Vita, como o Trimui Smart Pro, e portáteis verticais, como o R36S, que lembram o Game Boy. Adicionalmente, há consoles de mesa que necessitam de telas e controles externos.

Para auxiliar na escolha, o Tecnoblog compilou uma lista de cinco opções de consoles retrô que têm agradado o público nostálgico. Recomenda-se verificar as especificações de cada um antes de começar a jogar.

Trimui Smart Pro

Este console portátil é capaz de executar jogos desde o Atari até títulos do PlayStation 1. Seu visual é bastante parecido com o do PS Vita, incluindo D-pad, analógicos e gatilhos laterais. Ele pesa aproximadamente 230 gramas.

O aparelho dispõe de uma tela IPS de 4,96 polegadas com resolução HD (1280 x 720 pixels). O desempenho é gerenciado pelo processador Allwinner A133P (1,8 GHz) combinado com 1 GB de RAM LPDDR4X. A bateria de 5.000 mAh oferece uma autonomia estimada de 5 a 8 horas de jogo. O console já acompanha um cartão microSD de 128 GB pré-carregado com emuladores e diversos jogos.

Anbernic RG40XX H

O Anbernic RG40XX H também é um console retrô com um design horizontal inspirado no PS Vita, apresentando D-Pad e gatilhos laterais, pesando 208 g. Um ponto forte deste modelo são os analógicos equipados com anéis de LED, que exibem 16 milhões de cores RGB e seis efeitos diferentes.

Possuindo uma tela IPS de 4 polegadas com resolução de 640 x 480 pixels, ele permite a conexão com televisores ou monitores para jogar em alta definição. Suas especificações incluem um chip ARM Cortex-A53 (1,5 GHz), 1 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, já vindo com emuladores e 5.528 jogos instalados. A bateria de polímero de lítio tem capacidade de 3.200 mAh e garante até 6 horas de uso. O sistema operacional é Linux, e ele suporta Wi-Fi 5 e Bluetooth 4.2.

Anbernic RG35XX Pro

O Anbernic RG35XX Pro evoca a estética do Game Boy, embora inclua botões adicionais. Além do D-Pad e dos quatro botões de ação convencionais, este dispositivo possui dois joysticks e quatro gatilhos localizados na parte traseira.

Ele compartilha o chip ARM Cortex-A53, a capacidade de armazenamento de 64 GB e 1 GB de RAM com o Anbernic RG40XX H. O console conta com uma tela IPS de 3,5 polegadas e resolução SD (640 x 480 pixels). A bateria de 3.200 mAh pode durar até 7 horas de jogo, e é possível conectar o console a TVs ou transmitir sessões de jogo de outros aparelhos para ele.

R36S

O R36S é um dos portáteis retrô mais procurados devido ao excelente custo-benefício. Seu design é muito semelhante ao do Anbernic RG35XX Pro, apresentando dois analógicos na base e quatro gatilhos na traseira.

Este console utiliza o chip RK3326 (1,5 GHz) e 1 GB de RAM, demonstrando bom desempenho em jogos 2D. Ele possui 64 GB de armazenamento e uma tela IPS de 3,5 polegadas com resolução SD. Diferente do Anbernic RG35XX Pro, o R36S não suporta transmissão de jogos para TVs ou monitores externos, mas vem com mais de 15 mil jogos pré-instalados e uma bateria que promete até 6 horas de duração.

O Mini Console Retro da Super 3D Games é um portátil sem tela integrada. Seu design lembra o Super Nintendo Entertainment System (SNES) e é compatível com jogos de até 64 bits. As especificações incluem um processador quad-core de 1,2 GHz e 1 GB de RAM. Ele possui uma saída HDMI para conexão com monitores ou TVs e quatro portas USB para controles. Este console vem com 150 mil jogos, abrangendo desde o Atari até o PlayStation 1, e inclui dois controles para jogar com um parceiro.

Ao escolher o melhor console retrô, é fundamental ponderar o design e as opções de conectividade, visto que a maioria dos modelos executa o mesmo catálogo de jogos e plataformas. Deve-se analisar fatores como:

  • O R36S oferece o melhor custo-benefício da lista; ele não possui saída de vídeo nem conexões Bluetooth ou Wi-Fi, mas é compatível com vários emuladores e proporciona uma boa experiência por um preço mais baixo.
  • Se a intenção for jogar em um local fixo, como sala de estar ou escritório, um console de mesa é recomendado para aproveitar uma tela maior.
  • Para quem prioriza a mobilidade, um console retrô portátil é a melhor opção, pois estes dispositivos possuem telas internas e dispensam controles externos, sendo mais práticos para transporte.

É verdade que um videogame portátil pode ser significativamente mais barato que consoles modernos. Contudo, a escolha ideal depende do perfil do usuário: portáteis de emulação são ideais para quem busca jogar sem complicações e ótimo custo-benefício. Para quem valoriza a nostalgia máxima e o colecionismo, o hardware original permanece insuperável, embora exija um maior investimento.

Sim, é possível adicionar novos jogos compatíveis ao console retrô através da gestão de arquivos no cartão microSD ou na memória interna do aparelho. No entanto, a organização de pastas e diretórios varia conforme o sistema operacional instalado, sendo aconselhável consultar o vendedor em caso de dúvidas.

Emuladores de videogame são softwares projetados para replicar o funcionamento de sistemas de consoles específicos. Eles utilizam códigos para reinterpretar o ecossistema, mesmo que o console retrô não possua as mesmas peças físicas do dispositivo emulado. Por sua vez, ROMs são os arquivos que guardam os dados de um jogo. O termo "ROM" deriva de "Random Only Memory" (memória somente de leitura), que era o componente físico nos cartuchos de videogame usado para armazenar os dados do título. Em termos simples, o emulador atua como um simulador de console, enquanto a ROM funciona como uma mídia digital de videogame.

A compatibilidade com TVs depende do modelo. Consoles como o Anbernic RG35XX Pro e o RG40XX H podem se conectar a televisores. Já modelos como o Trimui Smart Pro e o R36S não possuem saída de vídeo externa e operam exclusivamente na tela integrada. Portanto, é crucial verificar a existência de saída de vídeo antes de finalizar a compra.

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A decisão sobre qual console de videogame adquirir em 2026 requer uma análise cuidadosa do mercado, abrangendo opções de mesa, portáteis e híbridos de fabricantes como PlayStation, Xbox e Nintendo. É fundamental verificar quais jogos são prioritários, pois o console mais potente pode não ser ideal se não possuir os títulos desejados.

Neste guia, o Tecnoblog detalha nove opções de videogames, ajudando o consumidor a compreender as distinções entre cada aparelho.

Xbox Series X

O Xbox Series X é focado em usuários que buscam acesso aos jogos do Game Pass em alta definição. Ele integra uma plataforma de processamento otimizada para jogos em 4K, conta com um SSD de 1 TB e leitor Blu-ray. Sua CPU utiliza oito núcleos AMD Zen 2, enquanto a GPU personalizada baseada em RDNA 2 dispõe de 52 unidades de computação e 12 TFLOPS. O console suporta HDR e saída de até 120 Hz, desde que ambos, jogo e televisão, sejam compatíveis. Além disso, ele possui aceleração de ray tracing por hardware e o recurso Quick Resume, que permite alternar entre jogos sem precisar reiniciar a sessão. O Series X também garante retrocompatibilidade com milhares de títulos selecionados das gerações Xbox One, Xbox 360 e Xbox original, aplicando melhorias específicas em alguns jogos.

Steam Deck

O Steam Deck funciona como um console portátil que executa jogos de PC através do sistema operacional da Steam. Este modelo está disponível nas versões LCD e OLED, ambas equipadas com 16 GB de memória LPDDR5 integrada e armazenamento SSD NVMe de até 1 TB, com possibilidade de expansão via cartão microSD. A versão OLED se destaca por apresentar uma tela de 7,4 polegadas com painel OLED, resolução de 1.280 x 800, suporte a HDR e taxa de atualização de até 90 Hz. Em termos de saída externa pela USB-C, ele pode atingir 4K a 120 Hz ou 8K a 60 Hz em telas compatíveis. O dispositivo vem com controles nativos, dois trackpads sensíveis ao toque, giroscópio e quatro botões traseiros configuráveis, recursos muito úteis em jogos de PC não desenhados para controles convencionais. Sua bateria de 50 Wh tem uma autonomia oficial estimada entre três e 12 horas, dependendo do uso.

Nintendo Switch 2

O Nintendo Switch 2 é destinado a quem procura um console da Nintendo que consiga operar tanto na televisão quanto em modo portátil. Ele apresenta uma tela LCD de 7,9 polegadas com resolução de 1.920 x 1.080, suporte a HDR10 e VRR de até 120 Hz. Quando utilizado no modo TV, a saída de vídeo alcança 4K a 60 Hz. O processamento é realizado por um chip personalizado da NVIDIA e conta com 256 GB de armazenamento, oito vezes maior que o Switch original. Esse armazenamento pode ser expandido usando cartões microSD Express, um padrão mais rápido que o microSD da geração anterior. A plataforma também incorpora recursos gráficos como reconstrução de imagem por DLSS e ray tracing em jogos compatíveis, além de oferecer maior capacidade para títulos desenvolvidos especificamente para esta nova geração. Adicionalmente, o Switch 2 introduz o GameChat, possibilitando conversas por voz e compartilhamento de tela durante as partidas, e sua biblioteca inclui jogos próprios da Nintendo e versões aprimoradas de títulos existentes no Switch.

ROG Xbox Ally

O ROG Xbox Ally é voltado para jogadores que desejam um PC portátil com interface integrada às funcionalidades do Xbox. Ele opera com Windows 11 e é equipado com um processador AMD Ryzen Z2 A de quatro núcleos e oito threads, juntamente com 16 GB de memória e um SSD NVMe de 512 GB. A tela IPS de 7 polegadas oferece resolução Full HD de 1.920 x 1.080 e taxa de atualização de até 120 Hz para jogos compatíveis. Seu design portátil inclui controles inspirados no Xbox, gatilhos analógicos com Hall Effect, giroscópio, resposta háptica e dois botões traseiros configuráveis. A integração com o Xbox simplifica o acesso ao Game Pass, enquanto o sistema Windows permite a instalação de jogos e aplicativos de outras plataformas de PC.

PlayStation 5 Pro

O PlayStation 5 Pro é direcionado a consumidores que priorizam a qualidade gráfica e querem usufruir dos jogos exclusivos da marca. Mantendo a CPU Zen 2 de oito núcleos e 16 threads da família PS5, este modelo recebe uma GPU mais potente, baseada na arquitetura RDNA da AMD, com 16,7 TFLOPS. A Sony informa que a memória é 28% mais rápida que a do PS5 tradicional, o que permite até 45% mais velocidade de renderização em jogos. O recurso visual principal é o PSSR, um sistema de reconstrução baseado em aprendizado de máquina que analisa a imagem renderizada para gerar uma saída mais detalhada. O PS5 Pro também conta com ray tracing aprimorado, capaz de calcular iluminação, reflexos e refrações com maior capacidade que o PS5 comum. Ele é comercializado sem unidade de disco, mas aceita o leitor vendido separadamente, e sua retrocompatibilidade abrange uma série de jogos de PS4.

Xbox Series S

O Xbox Series S é um console totalmente digital que adota uma configuração mais simplificada que o Series X, mantendo características da mesma geração. A versão de 512 GB utiliza CPU Zen 2 de oito núcleos, GPU RDNA 2 com 20 unidades de computação e 10 GB de memória RAM. Essa limitação gráfica define a proposta do aparelho, cujo máximo de resolução é 1440p em jogos. Como não possui unidade óptica, jogos físicos não podem ser utilizados, focando a experiência do jogador na distribuição digital e serviços como o Game Pass. Apesar de ter uma resolução de referência inferior à do Series X, o Series S preserva recursos como ray tracing em jogos compatíveis, HDR, VRR, HDMI 2.1 e suporte a até 120 Hz. A retrocompatibilidade inclui milhares de jogos selecionados de Xbox One, Xbox 360 e Xbox original.

Nintendo Switch OLED

O Nintendo Switch OLED é recomendado para quem valoriza primariamente o uso portátil e deseja uma tela de melhor contraste dentro da família Switch original. Este modelo emprega um painel OLED de 7 polegadas, superior ao LCD de 6,2 polegadas do Switch convencional, proporcionando maior contraste e pretos mais profundos. A alteração principal em relação ao Switch padrão reside na experiência física, e não em um avanço de processamento. O console mantém o processador NVIDIA Tegra personalizado e 64 GB de armazenamento interno, que podem ser aumentados com cartões microSD de até 2 TB. A plataforma dá acesso ao catálogo de jogos do Nintendo Switch, incluindo franquias como Mario, Zelda, Pokémon e Super Smash Bros., além de títulos de outras editoras. A bateria oficial tem uma duração estimada entre quatro e nove horas, dependendo da demanda.

Nintendo Switch Lite

O Nintendo Switch Lite é ideal para quem planeja jogar exclusivamente no formato portátil. Com 277 gramas, ele é mais compacto e leve que os demais modelos da linha Switch, e seus controles estão integrados ao corpo, eliminando a necessidade de anexar Joy-Cons separados durante o uso móvel. Sua configuração inclui o processador NVIDIA Tegra personalizado e 32 GB de armazenamento interno, dos quais parte é reservada ao sistema. O espaço pode ser expandido com cartões microSDHC ou microSDXC de até 2 TB, o que é útil para quem pretende instalar diversos jogos. A principal restrição deste formato é também seu ponto forte: o Switch Lite não possui suporte para TV e não se transforma em console de mesa. Ele é compatível com os jogos do Switch que oferecem modo portátil, mantendo acesso ao catálogo da Nintendo, incluindo franquias como Mario, Zelda, Pokémon e Animal Crossing quando compatíveis com o modo portátil, além de permitir multiplayer local sem fio.

Ao fazer a escolha, é crucial considerar o ambiente de jogo. Consoles de mesa, como o PS5 Slim e o Xbox Series X, são adequados para quem prioriza o desempenho gráfico e a experiência conectada à televisão. Por outro lado, modelos como Steam Deck e ROG Xbox Ally são considerados os melhores consoles portáteis, permitindo rodar jogos de PC em diferentes locais. Existem também opções híbridas, como o Nintendo Switch 2, que funciona tanto na TV quanto em modo portátil.

O PS5 Slim representa a opção padrão da geração atual, enquanto o Pro é considerado o melhor PS5 para aquisição devido aos gráficos mais avançados e recursos focados na melhoria da qualidade de imagem. A versão Pro oferece PSSR, ray tracing aprimorado e uma GPU com maior poder de processamento, além de 2 TB de armazenamento. Já o PS5 Slim dispõe de 1 TB e, na versão com leitor, permite o uso de mídias físicas. Contudo, as melhorias do PS5 Pro dependem da otimização de cada jogo.

O Nintendo Switch OLED é mais versátil, pois pode ser usado tanto em modo portátil quanto conectado à TV, além de possuir tela OLED de 7 polegadas e Joy-Cons destacáveis, sendo o melhor Nintendo Switch da primeira geração. O Switch Lite é menor, mais leve e dedicado unicamente a jogos portáteis, com controles incorporados ao corpo. Por fim, GTA 6 foi anunciado para PlayStation 5 e Xbox Series X/S. O PS5 Pro poderá oferecer recursos gráficos extras caso o jogo seja otimizado para o hardware, mas isso dependerá da versão e do suporte fornecido pela Rockstar Games.

Projeto Residencial ZAYMA da 0studio Arquitetura foca em pátio central como elemento unificador
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Projeto Residencial ZAYMA da 0studio Arquitetura foca em pátio central como elemento unificador

O empreendimento residencial ZAYMA, desenvolvido pela 0studio Arquitetura e iniciado em 2022, consiste em onze unidades distribuídas em três volumes interligados ao redor de um pátio central. Este pátio foi concebido não apenas como um espaço vazio entre os edifícios, mas sim como o principal dispositivo espacial que define as conexões entre todos os componentes do complexo.

Ele desempenha um papel crucial na organização da circulação, dos acessos, das perspectivas visuais e das áreas comuns, ao mesmo tempo em que insere vegetação, luz natural e ventilação no cerne do projeto. Em vez de ver a alta densidade como um obstáculo, o projeto a utiliza para fomentar uma ligação mais próxima entre o ambiente particular e o coletivo.

Cada residência é projetada como uma unidade habitacional autônoma inserida em um sistema arquitetônico maior, mantendo sua privacidade inerente, mas permanecendo visual e espacialmente ligada ao pátio. A sucessão de limiares, caminhos e espaços intermediários cria uma passagem progressiva entre o interior de cada lar e o domínio compartilhado.

O pátio atua como um polo tanto ambiental quanto social. Sua flora integra-se à própria arquitetura, amaciando as fronteiras entre o construído e o natural, e contribuindo para a noção de escala e profundidade. As variações de luz solar, sombras e vegetação ao longo do dia modificam constantemente a atmosfera desses locais compartilhados, permitindo que a arquitetura seja percebida de maneiras distintas conforme o tempo avança.

A seleção de materiais reforça a sensação de unidade do projeto. Concreto aparente, estuque pigmentado, cobogós de concreto, madeira e aço são combinados em uma composição sóbria que prioriza a textura, a proporção, a profundidade e a sombra, em detrimento do excesso de material. Os elementos vazados de concreto oferecem privacidade enquanto possibilitam a entrada de luz e ar nos espaços internos; a madeira adiciona calor e tato, e o aço confere um caráter estrutural e preciso. Juntos, esses elementos definem uma linguagem arquitetônica consistente em todo o empreendimento.

Um aspecto estrutural fundamental é o emprego de uma laje de transição, que possibilita realocar os pontos de apoio estruturais entre os diferentes níveis. Esta tática proporciona maior liberdade na disposição do edifício. O piso térreo pode permanecer mais aberto e maleável, estabelecendo um vínculo mais estreito com o pátio e as zonas comuns, enquanto os andares superiores podem se ajustar à configuração específica das unidades residenciais sem serem limitados por uma grade estrutural contínua. Assim, a estrutura transcende a função de mero requisito técnico, tornando-se um componente ativo da estratégia arquitetônica.

A arquitetura de Zayma emerge da interação entre estas múltiplas camadas: estrutura, materialidade, paisagismo, circulação e vida doméstica. O projeto busca um equilíbrio entre solidez e permeabilidade, entre privacidade e abertura, entre individualidade e coletividade. Sua aparência maciça é amenizada por aberturas, cobogós, vegetação e vistas cuidadosamente enquadradas, garantindo que a arquitetura mantenha sua conexão com o meio circundante.

Em suma, Zayma se estrutura em torno de uma premissa central: o pátio como motor da arquitetura. Ele funciona simultaneamente como um vazio, um limiar, um espaço social e um mecanismo ambiental. As moradias, a circulação, a vegetação e os espaços intermediários convergem ao seu redor para formar um conjunto coeso. Em vez de isolar as residências privadas das áreas comuns, o pátio estabelece uma relação espacial contínua entre elas, consolidando-se como o núcleo arquitetônico e ambiental onde a vida coletiva de Zayma se desenvolve.

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