Apple estuda lançamento de pulseira fitness sem tela para competir com dispositivos de monitoramento
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Apple estuda lançamento de pulseira fitness sem tela para competir com dispositivos de monitoramento

A Apple estaria desenvolvendo uma pulseira fitness desprovida de tela, visando competir no mercado de dispositivos de monitoramento de saúde, como o Whoop. De acordo com reportagens da Bloomberg, a companhia já possui protótipos, embora ainda não tenha definido se este acessório será lançado comercialmente.

Este projeto encontra-se em uma etapa preliminar de pesquisa. Uma das concepções envolve uma faixa delgada de tecido conectada a um módulo dotado de sensores. Caso a Apple avance com essa ideia, sua estreia não deve ocorrer antes de 2028.

A intenção é criar um equipamento mais simples, focado exclusivamente no monitoramento contínuo de atividades físicas e da saúde. Diferentemente do Apple Watch, este rastreador renunciaria às funcionalidades comuns dos smartwatches para priorizar a coleta de dados e o desempenho dos sensores durante o dia.

Essa linha de raciocínio espelha a estratégia da Whoop, uma empresa americana especializada em wearables de saúde e atividade física, que ainda não tem grande penetração no mercado brasileiro. Os relógios da Whoop não possuem exibição e são desenhados para serem usados continuamente no pulso, prometendo mais de 14 dias de autonomia de bateria e oferecendo versões com eletrocardiograma.

O desenvolvimento deste projeto conta com o suporte de Tim Cook e de Eddy Cue, que assumiu a liderança da área de saúde da empresa no ano anterior.

É importante notar que esta possível pulseira não representa uma ideia totalmente inédita nos planos da Apple. Nos últimos meses, a empresa vinha investigando diversos formatos para seus dispositivos vestíveis, incluindo especificamente um rastreador de atividades físicas sem tela.

Essa direção estratégica também se reflete em atualizações recentes do Apple Watch. O Apple Watch Series 12, lançado recentemente, agora oferece um monitoramento de frequência cardíaca mais preciso ao longo do dia e um índice de prontidão (readiness score) calculado a partir dos dados do relógio, recursos similares aos encontrados em aparelhos da Whoop, Oura e Fitbit.

A distinção principal residiria na proposta do novo aparelho: enquanto o relógio inteligente agrega notificações, aplicativos e outras funcionalidades, uma pulseira sem tela permitiria à Apple apresentar uma alternativa focada unicamente no acompanhamento do condicionamento físico e da saúde.

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Muitos usuários instalam um vidro protetor ao comprar um novo smartphone para evitar danos à tela por quedas e evitar altos custos de reparo. É justamente devido ao alto custo do reparo após danos na tela que as pessoas frequentemente recorrem ao uso desses revestimentos protetores.

No entanto, Tom Marib, engenheiro chefe de hardware da Apple, expressou seu desacordo com o uso de vidros protetores. Ele acredita que a empresa dedicou esforços significativos para tornar a tela resistente e à prova de arranhões, eliminando assim a necessidade de acessórios de proteção adicionais.

De acordo com declarações da Apple, a nova tecnologia Ceramic Shield 2 possui três vezes mais resistência a riscos em comparação com a versão anterior do Ceramic Shield. A empresa realizou uma série de testes projetados para simular anos de uso normal em um período de tempo mais curto.

A tecnologia Ceramic Shield 2 foi apresentada pela primeira vez na série iPhone 17 e depois apareceu nos modelos mais recentes. A Apple concentrou-se na proteção da tela contra arranhões e danos superficiais no uso diário graças a essa tecnologia. É importante que qualquer funcionalidade ou tecnologia fornecida no dispositivo esteja disponível para o usuário. Portanto, a tela é desenvolvida com muito cuidado para garantir alta qualidade e uma experiência tátil suave, além de conferir ao telefone uma aparência mais premium.

No entanto, a instalação de um vidro protetor pode introduzir pequenas alterações na experiência do usuário. Embora o vidro protetor adicione uma camada extra, é preciso entender a diferença entre resistência a riscos e proteção contra quedas. Ou seja, a tela do telefone pode ser mais resistente a arranhões, mas isso não garante que ela não se quebrará ao cair. Em última análise, a decisão de usar ou não um vidro protetor permanece a critério do usuário.

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