Análise do Redmi Note 17 Pro 5G: destaque para a bateria, mas com limitações de desempenho
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Análise do Redmi Note 17 Pro 5G: destaque para a bateria, mas com limitações de desempenho

O Redmi Note 17 Pro 5G foi lançado no Brasil com um design renovado, uma bateria de grande capacidade e elevada resistência contra impactos e água. Este modelo sucede o Redmi Note 15 Pro, lançado em janeiro de 2026, visto que a Xiaomi optou por omitir a série 16.

Embora apresente melhorias visuais e maior autonomia, o aparelho possui um processador menos potente que seu antecessor e sofreu reduções tanto na qualidade da tela quanto das câmeras. O autor do review avaliou se o novo visual, a longa duração da bateria e as proteções justificam as especificações mais modestas e o preço.

O Tecnoblog, veículo jornalístico independente desde 2005, forneceu o dispositivo emprestado pela Xiaomi para os testes, sem qualquer intenção publicitária.

Ao desembalar o Redmi Note 17 Pro 5G, encontram-se o smartphone, uma ferramenta para abrir a bandeja SIM, uma capa cinza (tom chumbo), cabo USB-C para USB-A, a fonte HyperCharge de 67 W e diversos manuais. O conteúdo do unboxing segue o padrão da Xiaomi de fornecer todos os acessórios necessários para uso imediato.

Em linha com a estratégia de elevar a linha Redmi Note a um patamar mais premium, a Xiaomi redesenhou o módulo de câmera traseiro da série Redmi Note 17. Esta é uma mudança significativa em relação ao modelo anterior. O conjunto, que antes possuía um frame com aspecto de vidro e trilhos metálicos, agora é menor e posicionado mais à esquerda, conferindo ao celular uma aparência mais limpa e sofisticada.

Apesar de a traseira e a moldura serem feitas de plástico, o aparelho conta com cantos arredondados para um acabamento mais refinado. Ele é ligeiramente maior e mais pesado que o Redmi Note 15 Pro, o que é atribuído à sua construção reforçada e à grande bateria.

A versão global recebida na cor roxa, embora atraente, não será disponibilizada no Brasil; os modelos locais estarão disponíveis em preto, azul celeste ou laranja acetinado, sendo estas últimas opções notáveis pelos detalhes visuais na carcaça.

Mantendo a tradição de durabilidade da linha, a estrutura Redmi Titan oferece proteção multicamadas interna e externa. A placa-mãe foi construída com alta resistência e o design visa absorver choques. O Redmi Note 17 Pro 5G e sua variante Pro Max são pioneiros na indústria ao obterem a certificação TÜV SÜD 5-star Titan Quality, que atesta a confiabilidade contra quedas, água e desempenho da bateria.

Testes práticos confirmaram essa robustez: o smartphone foi derrubado várias vezes para validar a certificação SGS contra quedas de até três metros, sem danos à carcaça ou à tela com Gorilla Glass Victus 2 e película pré-aplicada. Além disso, resistiu a desafios de proteção IP66, IP68, IP69 e IP69K, sendo submetido a areia de praia, chuvas moderadas e imersão em um recipiente com água, mantendo pleno funcionamento.

O display é uma tela AMOLED de 6,83 polegadas, com resolução 1.5K (2772 x 1280 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz. Embora as especificações sejam idênticas às do modelo anterior, o brilho foi aumentado para 3.500 nits (um incremento de 500 nits), proporcionando excelente visibilidade sob luz solar direta ou em ambientes fechados.

A experiência de uso geral foi positiva, com a taxa de atualização de 120 Hz garantindo navegação fluida. A combinação da gama DCI-P3 com profundidade de cor de 12 bits resulta em cores vibrantes. Contudo, um ponto negativo é a ausência de suporte a HDR10+ e Dolby Vision, recursos que otimizam contraste e brilho, e que estavam presentes na geração anterior, chegando apenas à variante Pro Max na nova linha.

Em contrapartida, a tela incorpora certificações contra emissão de luz azul e cintilação, o que é benéfico para a saúde ocular em um período de uso prolongado de telas.

O sistema de áudio apresenta contrastes. Os alto-falantes estéreo localizados na borda superior e inferior oferecem um melhor equilíbrio sonoro comparado a dispositivos com alto-falante auricular. No entanto, os graves são discretos, tornando-o menos adequado para gêneros como hip-hop ou funk. Os agudos podem soar estridentes em volumes muito altos, mas performam bem em torno de 70%.

O volume geral é alto; em 100%, o som é audível em cômodos distantes. Há um recurso que amplifica o volume em 300%, embora esse nível cause distorção sonora, podendo ser útil em ambientes ruidosos.

O conjunto de câmeras principais inclui uma grande-angular de 50 MP (f/1.8) e uma lente ultrawide de 8 MP (f/2.2). A câmera frontal possui uma grande-angular de 16 MP (f/2.4). Este último ponto representa o segundo downgrade do Redmi Note 17 Pro, pois a grande-angular possui um sensor menor, menos megapixels e abertura reduzida, o que prejudica a captação de luz, especialmente à noite. A câmera de selfie também tem menos MP e abertura menor que a versão anterior.

Em condições de boa iluminação, as fotos são honestas, exibindo boa reprodução de cores e tons de pele, além de preservar detalhes de sombras e texturas. O HDR contribui para um bom equilíbrio de exposição. Não havendo teleobjetiva, o zoom digital de até 10x não é o ideal, sendo recomendado fotografar objetos próximos. Fotos internas e noturnas sofrem com perda de nitidez e processamento excessivo de ruído.

Um aspecto decepcionante foi a limitação de gravação em Full HD a 30 fps, visto que o Redmi Note 15 Pro grava em 4K. Apesar de os vídeos ficarem razoáveis, seria melhor em 60 fps. A estabilização óptica de imagem (OIS) oferece boa estabilidade durante a gravação. O modo subaquático e o modo de gravação dupla são diferenciais positivos.

O smartphone opera com o processador Snapdragon 6s Gen 4 (4 nm). As configurações disponíveis incluem 6 GB de RAM com 256 GB de armazenamento ou 8 GB de RAM com 512 GB de armazenamento, ambos utilizando RAM LPDDR4X e armazenamento UFS 3.1. O modelo testado era global, com 6 GB de RAM (LPDDR4X) e 128 GB de memória interna (UFS 2.2).

O desempenho surpreendeu positivamente, lidando bem com jogos como Call of Duty: Mobile e Genshin Impact em gráficos máximos, e com edições básicas no CapCut. Mesmo com 6 GB de RAM, o aparelho não apresentou travamentos com múltiplos aplicativos abertos. Entretanto, as especificações mostram uma queda no poder de fogo: enquanto o Redmi Note 15 Pro atinge até 2,6 GHz com o MediaTek Dimensity 7400-Ultra, o Redmi Note 17 Pro alcança apenas 2,4 GHz com o Snapdragon 6s Gen 4.

Os testes no Geekbench 7 colocaram o aparelho no mesmo patamar do Redmi Note 13 Pro e Pro+, lançados há três anos. Portanto, o Redmi Note 17 Pro 5G é indicado para atividades menos exigentes, como navegação, streaming e jogos leves. Recomenda-se a variante de 8 GB para prevenir problemas de multitarefa.

O sistema operacional de fábrica é o HyperOS 3, baseado no Android 16. Embora contenha vários aplicativos pré-instalados indesejados, o sistema é intuitivo e fluido. As ferramentas de IA funcionam razoavelmente, focadas em edição de imagem (como AI Erase Pro e Expansão de Imagem por IA), faltando recursos mais simples como transcrição de áudio e tradução automática. O HyperIsland, uma versão proprietária do Dynamic Island do iPhone, é uma adição útil para comandos rápidos.

A Xiaomi garante até seis anos de atualizações de segurança para o celular, protegendo-o até 2032. Um grande ponto forte é a bateria de silício-carbono de 8.340 mAh, representando um aumento de aproximadamente 26% em relação ao modelo anterior. Na experiência do autor, a bateria durou cerca de 46 horas entre cargas completas, com 7 horas e 30 minutos de tela ligada em uso misto. Em reprodução contínua de vídeo (brilho em 70%, volume em 40%), a duração atingiu impressionantes 26 horas e 50 minutos.

O tempo de recarga com a fonte HyperCharge de 67 W foi de 1 hora e 20 minutos. Adicionalmente, o celular funciona como power bank, suportando carregamento reverso de até 22,5 W.

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Tornou-se evidente que a Samsung está preparando um novo dispositivo para a linha Galaxy S no próximo ano, e vários detalhes sugerem melhorias promissoras. O Galaxy S27 Pro foi identificado em registros do órgão regulador chinês 3C (China Compulsory Certificate) com uma capacidade de bateria superior aos 5.000 mAh do Galaxy S26 Ultra atual. De acordo com o GSMArena, esta certificação também atesta o suporte a carregamento rápido de 60 W.

Embora o Galaxy S27 Pro ainda não tenha sido lançado oficialmente, este registro adiciona informações ao conhecimento sobre o provável aparelho, que deverá ocupar uma posição inferior ao modelo Ultra do ano seguinte. A capacidade nominal registrada no 3C é de 5.087 mAh, mas, seguindo a prática comum dos fabricantes de celulares, espera-se que a Samsung divulgue este componente como uma bateria de 5.200 mAh.

Este valor representa um incremento de 200 mAh em comparação com o Galaxy S26 Ultra, que possui uma bateria de 5.000 mAh, apesar de ser posicionado como uma versão de menor porte.

O Galaxy S27 Ultra também apareceu nos registros do 3C. Este modelo foi listado com uma capacidade nominal de 5.534 mAh, podendo ser comercializado na faixa de 5.700 mAh. Caso isso se confirme, haverá um aumento de 700 mAh em relação à geração anterior.

Apesar do aumento na capacidade das baterias, a Samsung provavelmente não fará alterações significativas na velocidade de carregamento. Os registros indicam que tanto o Galaxy S27 Pro quanto o S27 Ultra manterão o suporte a carregamento com fio de 60 W, que é a mesma potência máxima vista no Galaxy S26 Ultra.

Antes da obtenção da certificação, o Galaxy S27 Pro já havia surgido em representações baseadas em arquivos CAD. Essas imagens mostram um aparelho com dimensões de 154,06 x 73,77 x 7,95 mm e uma tela estimada em 6,6 polegadas. Isso significa que o smartphone seria cerca de 9 mm mais fino e 5 mm mais estreito que o S27 Ultra.

A alteração mais notável reside no arranjo das câmeras. Em vez do módulo vertical estreito e elevado, a empresa pode optar por um design similar ao do iPhone 17 Pro, que ocupa quase toda a área superior, lembrando a solução adotada pelo Xiaomi 17 Pro.

Sobre as câmeras, os vazamentos sugerem que o Galaxy S27 Pro poderá compartilhar parte do conjunto com o S27 Ultra, incluindo a câmera principal de 200 MP e a ultrawide de 50 MP. A distinção estaria na teleobjetiva, que teria um sensor de 12 MP com zoom óptico de 3x, em contraste com o sistema periscópico mais avançado do Ultra.

As informações vazadas apontam para o uso do processador Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro. A Samsung também pode implementar o Exynos 2700 em certos mercados, mas essa divisão regional ainda não foi confirmada. Espera-se que o aparelho venha equipado com entre 12 GB e 16 GB de memória RAM.

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