As pílulas de emergência após o ato sexual, que contêm levonorgestrel, podem receber em breve quatro avisos notáveis. O governo propôs rotular esses medicamentos com uma indicação clara de que são destinados exclusivamente para uso de emergência, e não para contracepção regular, nem como meio para interromper a gravidez ou proteger contra HIV ou outras infecções sexualmente transmissíveis.
Foi acrescentado que os avisos propostos visam não tanto criar medo em torno da contracepção de emergência, mas sim garantir que as mulheres compreendam seu verdadeiro papel como método de reserva após falha contraceptiva, e não como substituto da contracepção regular ou dos preservativos.
