Abhishek Sharma atraiu muita atenção ao marcar cem corridas em 30 bolas no terceiro jogo T20 contra o Afeganistão. No entanto, Sandhu Samson também demonstrou sua competência, apesar dos recentes contratempos nas turnês na Inglaterra e Irlanda, após os quais foi excluído da equipe. Em três jogos contra o Afeganistão, Sandhu marcou 117 corridas, incluindo dois semicentenários, com uma taxa média de 180.
Gambhir declarou que a decisão de excluir Sandhu do elenco durante a viagem à Inglaterra foi a escolha mais difícil durante seu período como treinador. Ele reconheceu que não foi fácil, considerando o desempenho de Sandhu antes da Copa do Mundo. No entanto, Gambhir enfatizou que a gerência da equipe às vezes precisa tomar decisões com base na forma atual dos jogadores.
Na opinião de Gambhir, no críquete T20, avalia-se não apenas pontos ou wickets, mas também a contribuição geral do jogador e da equipe. Por isso, ele observou que Abhishek ultrapassar 100 corridas no início do jogo é uma conquista significativa, pois é a primeira vez que a Índia marca 100 corridas no powerplay sob seu treinamento. Gambhir pediu que a equipe continuasse com esse espírito agressivo, tendo como próximo objetivo marcar 300 corridas.
No caso de Sandhu, Gambhir esclareceu outro ponto: a liderança da equipe estava firmemente determinada a retornar ao elenco que venceu a Copa do Mundo. Ele argumentou que um jogador não se torna ruim apenas por falhar em dois ou três jogos ou em uma ou duas séries. Ele lembrou que a Índia permaneceu invicta e venceu a Copa do Mundo, passando de um torneio para outro, portanto, não se deve perder a fé nesta equipe ou em seus jogadores após alguns fracassos.
O retorno de Sandhu na série contra o Afeganistão afetou diretamente o jovem de 15 anos, Vaibhu Suryavanshi, que teve que ficar fora do time titular. Gambhir não viu isso como um golpe para Vaibhu, mas sim como parte do processo de espera. Ele informou que a liderança da equipe está totalmente ciente do talento e potencial de Vaibhu. No entanto, acrescentou que um jogador que consistentemente apresenta bons resultados por dois anos terá prioridade sobre aquele que acabou de se juntar à equipe.
A mensagem foi clara: independentemente da idade do jogador — seja 15 ou 30 anos — se for preciso esperar pela oportunidade de entrar em campo, é preciso esperar. É nesse ambiente competitivo no críquete indiano e na presença de tais talentos no vestiário que a equipe se torna mais forte.



