Fedora Linux 45 está chegando com kernel 7.2 e prévia do Gnome 51
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Fedora Linux 45 está chegando com kernel 7.2 e prévia do Gnome 51

O Fedora Linux 45 está prestes a ser lançado, oferecendo aos usuários a oportunidade de experimentar uma nova distribuição Linux ou migrar da atual. Recentemente, foi disponibilizada a versão beta deste sistema operacional.

Esta versão beta incorpora o kernel Linux 7.2 e apresenta uma prévia do ambiente de desktop Gnome 51.

A versão 7.2 do Linux foi lançada em agosto e representa a mais recente atualização. Suas inovações incluem o suporte inicial à tecnologia Fixed Rate Link (FRL) em placas gráficas AMD, permitindo taxas de transferência de até 48 Gb/s via HDMI 2.1. Além disso, há melhorias no desempenho através do Agendamento com Consciência de Cache e maior compatibilidade com diversos chips Intel.

Foi confirmado que o Fedora Linux 45 utilizará o Gnome 51, cuja versão final foi anunciada na quarta-feira, dia 16/09. As funcionalidades introduzidas no Gnome 51 abrangem animações mais fluidas, capacidade de rotação automática de tela e a inclusão de mapas offline, entre outros recursos.

Outras novidades mencionadas incluem o lançamento oficial do Fedora Linux 45, previsto para o final de outubro ou início de novembro de 2026. Para quem deseja testar a versão beta, foram fornecidos links específicos.

É importante notar que as informações apresentadas baseiam-se no Fedora Workstation 45, que utiliza o Gnome. Para usuários que preferem outras interfaces, existe a opção da versão com KDE Plasma.

Como dica, recomenda-se o uso do Fedora MediaWriter ou Rufus para criar um pendrive de instalação ou para testar a distribuição no modo 'live' sem necessidade de instalação. Contudo, deve-se ter em mente que sistemas em fase beta podem apresentar maior incidência de falhas ou instabilidades, independentemente da versão selecionada.

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O Gnome 51 foi oficialmente apresentado e, sob o codinome 'A Coruña', continua a consolidar sua posição como padrão no mundo Linux. Embora a aparência da nova versão permaneça em grande parte inalterada, ela traz uma série de novidades funcionais, bem como melhorias em termos de desempenho e segurança.

Os desenvolvedores destacam que nesta versão, o Gnome torna as animações do gerenciador de janelas Mutter mais fluidas, mesmo sob alta carga de processamento. A possibilidade de criar capturas de tela mais rapidamente também foi especialmente notada.

Em termos gráficos, o Gnome 51 agora consegue lembrar o nível de brilho da tela, mesmo após múltiplas reinicializações e alternâncias para o modo HDR, dispensando o usuário da necessidade de ajuste manual constante desse parâmetro.

As principais mudanças afetam os aplicativos. O Gnome Maps recebeu a função de baixar mapas para uso offline e também pode exibir horários de transporte público. Quanto ao gerenciador de arquivos nativo, ele agora seleciona automaticamente arquivos recém-criados ou copiados para simplificar operações relacionadas. Além disso, ele exibe um contador de itens selecionados ao arrastar vários arquivos, e seu desempenho foi otimizado.

O visualizador de documentos Papers permite desenhar ou importar imagens de assinaturas para inserir em arquivos PDF com a opção de remover o fundo. Por sua vez, o visualizador de imagens Loupe começou a exibir mais metadados, como informações sobre o criador, direitos autorais e perfil de cor.

Outras atualizações incluem, mas não se limitam a, novos recursos. Como o Gnome 51 é um ambiente de desktop, os usuários devem considerar que a novidade aparecerá na distribuição Linux que eles utilizam. Por exemplo, o Fedora Linux 45 já inclui o Gnome 51, embora ainda esteja em fase beta. Também se espera que o Ubuntu 26.10, programado para lançamento em outubro, contenha esta versão. Da mesma forma, futuros lançamentos de projetos como Arch Linux, openSUSE e Manjaro Linux também receberão o Gnome 51.

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