Comitê Fiscal do Uzbequistão desenvolve sistema de administração de preços de transferência
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Comitê Fiscal do Uzbequistão desenvolve sistema de administração de preços de transferência

O Comitê Fiscal do Uzbequistão pretende criar seu próprio sistema de administração de preços de transferência e implementar práticas internacionais avançadas. Conforme informado pelo Comitê Fiscal, o Fundo Monetário Internacional (FMI) realizou uma avaliação da prontidão do comitê para administrar tributação internacional, incluindo o controle de operações transfronteiriças, em Tashkent.

Esta avaliação foi conduzida utilizando a metodologia FITAS (Quadro para o Fortalecimento da Administração Tributária Internacional), que o FMI aplica para determinar o nível de maturidade dos órgãos fiscais de diferentes países na área de tributação internacional.

A precificação de transferência regula o estabelecimento de preços em transações entre empresas afiliadas. O padrão internacional aqui é o princípio do 'braço estendido', segundo o qual o preço de uma transação intragrupo deve corresponder ao nível que seria estabelecido entre partes independentes.

O Comitê Fiscal possui um Departamento especializado em tributação internacional, no qual há uma unidade dedicada à precificação de transferência. O Código Tributário prevê regras de precificação de transferência, regime de empresa estrangeira controlada, restrições a deduções de juros, impostos na fonte e regra geral anti-evasão.

Além disso, o Uzbequistão celebrou cerca de 55 acordos para evitar a dupla tributação. O Comitê Fiscal observou que a aplicação prática das ferramentas de precificação de transferência está em estágio inicial.

No âmbito da cooperação com o FMI, o Uzbequistão planeja aumentar a qualificação dos especialistas, melhorar a documentação das transações, utilizar bases de dados internacionais de dados comparáveis e desenvolver um mecanismo de acordos de preços prévios (APAs). A primeira auditoria de preços de transferência realizada no Uzbequistão confirmou a importância desta área para o orçamento do Estado.

O Comitê Fiscal considera a cooperação com o FMI como um dos elementos do desenvolvimento profissional dos especialistas e pretende continuar a integrar os padrões internacionais de administração fiscal na prática nacional.

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