O hospital sino-centroafricano Amigo em Bangui está passando por um projeto de reconstrução e expansão no valor de 11,5 milhões de dólares americanos. Esta iniciativa é implementada no âmbito dos esforços da China e da República Centro-Africana para fortalecer o sistema de saúde no país.
O hospital, construído em 1990 com o apoio da China, deteriorou-se com o tempo. Atualmente, especialistas chineses trabalham em conjunto com colegas da República Centro-Africana, supervisionando o processo de restauração.
O projeto prevê não apenas o reparo das instalações existentes, mas também a construção de novos edifícios, bem como a criação de uma unidade de terapia intensiva e um centro de telemedicina. Os profissionais de saúde observam que essas melhorias devem aumentar o acesso a tratamentos especializados e fortalecer o potencial de saúde do país.
Além de prestar serviços médicos, o hospital funciona como uma instituição de ensino para a Universidade de Bangui, fornecendo um ambiente para a formação de estudantes e profissionais de medicina.
O economista Ganazoui Yandoko afirmou que o hospital desempenhou um papel importante por décadas no fornecimento de cuidados médicos básicos, especialmente para as camadas de população de baixa renda. Ele acrescentou que, graças à recuperação da infraestrutura, espera-se que as tecnologias médicas chinesas sejam implementadas, o que ajudará a evitar evacuações médicas caras para uma economia tão frágil quanto a da República Centro-Africana.
O professor Emmanuel Yantambi observou que a instituição modernizada proporcionará condições mais favoráveis para o tratamento de pacientes. No âmbito dos esforços para melhorar o tratamento de doenças graves, o projeto também inclui a introdução de novo equipamento de diagnóstico, incluindo um scanner.
Para a República Centro-Africana, esta reconstrução deve melhorar a qualidade dos serviços médicos prestados e aprofundar a cooperação médica com a China.
