Durante o período medieval, os animais domésticos geralmente desempenhavam funções agrícolas. No entanto, alguns membros da sociedade tinham a possibilidade de manter animais de estimação que exigiam apenas companhia, e não utilidade prática. A posse de tal animal servia como um indicador da prosperidade do proprietário e permitia viver em condições inacessíveis à maioria da população.
A historiadora Caitlin Walker-Mickle, em seu livro «Pets na Idade Média» (edição «Alpina Non-Fiction»), que foi traduzido para o russo por Ekaterina Rakitina, detalha quem mantinha esses animais e quais eram as condições de sua existência na Idade Média. Este material apresenta um excerto que aborda o tema da crítica direcionada aos donos que demonstravam excessivo cuidado com seus animais de estimação.
