Pesquisadores americanos conduziram um estudo que demonstrou uma ligação entre os níveis de autoanticorpos contra o receptor NMDA e o estado subsequente dos pacientes após traumatismo cranioencefálico (TCE).
De acordo com os resultados, concentrações mais altas desses autoanticorpos, detectadas antes dos pacientes sofrerem TCE, correlacionam-se com a redução da gravidade dos estados depressivos e do transtorno de estresse pós-traumático após a lesão.
Além disso, como indicado na publicação Molecular Psychiatry, esses autoanticorpos específicos também estão associados à diminuição do número geral de casos de uso de medicamentos psicotrópicos.
