O chefe do AIMIM, Asaduddin Owaisi, manifestou-se contra a recusa da seleção feminina de críquete da Índia em aceitar o troféu da Copa Asiática Feminina, expressando forte descontentamento com o governo. Ele declarou: «Que bobagem é essa... por que vocês estão negociando com eles quando o acordo sobre o Rio Sindh foi bloqueado, como pode ser obrigatório um contrato da ICC?»
Owaisi também apontou que o governo permite que a BCCI ganhe dinheiro com direitos de transmissão e questionou por que não há compaixão por aqueles cujos parentes foram brutalmente assassinados por terroristas em Pahalgam. Ele enfatizou que não se pode cooperar com um país que continua a apoiar o terrorismo, mencionando que o Paquistão esteve por trás da recente explosão suicida no Forte Vermelho.
Vale notar que a Índia venceu o título da Copa Asiática Feminina ao derrotar Sri Lanka na final, mas a cerimônia de premiação novamente gerou controvérsia. A seleção indiana recusou-se a aceitar o troféu de Mohsin Naqvi, presidente da ACC. No domingo, no Estádio Internacional de Críquete de Dubai, a Índia conquistou a Copa Asiática Feminina pela oitava vez consecutiva após uma brilhante atuação de Shafali Verma e Smriti Mandhana, que ajudaram os arremessadores indianos a vencerem o Sri Lanka por 111 pontos.
De acordo com relatos, a BCCI notificou previamente a ACC de que a equipe indiana recusaria aceitar o troféu se Mohsin Naqvi estivesse presente na cerimônia de premiação. Anteriormente, após a vitória masculina na final contra o Paquistão no ano passado, a Índia também recusou aceitar o troféu de Naqvi, o que levou a tensões entre a BCCI e a ACC. Desta vez, esse confronto manifestou-se especificamente na Copa Asiática Feminina.
