Apesar de ter ouvido frases como «Ghumar não é para homens» durante muitos anos, um jovem começou a dançar aos doze anos e nunca parou.
Durante doze anos, ele enfrentou assédio relacionado à sua identidade, masculinidade e família. No entanto, com cada apresentação, a crítica gradualmente se transformou em reconhecimento e aprovação.
Sua mãe apoiava seus trajes e conteúdo, enquanto seu pai simplesmente lhe dizia: «Se você gosta de fazer isso, faça». Esse apoio lhe deu a confiança para continuar seu caminho.
Hoje, para ele, Ghumar não é apenas uma dança; é uma parte inseparável de sua personalidade e um lembrete de que a dança não tem restrições de gênero, pertencendo a quem a ama.
