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Springboks venceram os All Blacks em Baltimore e ganharam a série do maior confronto de rugby
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Os Springboks obtiveram uma vitória convincente sobre os All Blacks por 43–28 na final da série do maior confronto de rugby, realizada em Baltimore. Esta vitória permitiu à África do Sul conquistar uma série histórica de 3–1.

A segunda metade da partida foi decisiva, pois os Springboks conseguiram distanciar-se da equipe da Nova Zelândia no estado de Maryland. A vitória foi garantida pelo domínio dos forwards e pela execução precisa do ataque no fundo.

O jogo ocorreu no M&T Bank Stadium diante de um público entusiasmado. A equipe sul-africana superou a resistência da competitiva seleção neozelandesa, utilizando uma combinação destrutiva de força dos forwards e habilidade do backline. Este triunfo encerrou uma turnê memorável nos Estados Unidos.

O Maior Confronto de Rugby

Os Springboks demonstraram poder e estilo para derrotar os All Blacks no jogo final da série. Isso lhes garantiu uma vitória histórica de 3–1, e permitiu ao técnico Rassie Erasmus marcar seu notável centésimo primeiro jogo na série Test.

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Antes do próximo jogo contra os All Blacks no estádio FNB no sábado, os jogadores dos Springboks demonstraram uma confiança semelhante à que se tem antes dos playoffs da Copa do Mundo. A equipe aborda este confronto, chamado de 'Colisão na Calabaza', com uma mentalidade que os ajudou a conquistar os principais troféus.

O assistente técnico Mzwandile Stik observou que a equipe está aplicando a mesma tática que os ajudou a vencer nos torneios mais importantes. Em sua história recente, frequentemente foi observado que após uma derrota precoce, vinha uma resposta decisiva.

Os Springboks perderam seu primeiro jogo contra os All Blacks em Ellis Park, mas conseguiram restabelecer o equilíbrio da série ao jogar em Cidade do Cabo na semana passada. Agora, com a série empatada em 1-1, eles seguem para o jogo em Soccer City, sabendo que a vitória os aproximará da conquista da série.

Abordagem à Série

Stik declarou: 'Desde o início, dissemos que trataríamos esta série como uma campanha de playoffs da Copa do Mundo'. Essa mentalidade explica a estabilidade do elenco dos Springboks nesta semana, pois apenas mudanças causadas por lesões foram feitas na equipe que venceu a Nova Zelândia em Cidade do Cabo.

Por sua vez, os All Blacks tiram confiança do seu sucesso passado em Highveld na era profissional. Stik entende que a equipe não será intimidada pela altitude e também está ciente do que está em jogo para a Nova Zelândia. Ele acrescentou: 'Se eles vencerem amanhã, dirão que nos venceram por 2-1 em nosso território, então sabemos exatamente o que os move. Nós também queremos defender o que representamos como sul-africanos.'

Ele enfatizou que, independentemente do resultado, o vencedor terá uma chance real de vencer a série mais ampla durante o quarto jogo em Baltimore, enquanto a equipe perdedora poderá apenas empatar a série. Ambas as equipes precisarão desesperadamente de um resultado.

Aspectos Táticos do Jogo

Stik espera que a batalha seja muito dura, especialmente na disputa pela bola após o contato. 'Fomos fracos na disputa pela bola no primeiro jogo, mas não permitimos nenhum no segundo. Ainda queremos melhorar o jogo nessa área, porque sabemos que eles novamente focarão nisso com jogadores selecionados. Se quisermos criar oportunidades, devemos ser clínicos nesse aspecto.'

Os Springboks também planejam usar seus pontos fortes tradicionais para limitar o potencial ofensivo dos All Blacks. Stik observou: 'O jogo de peça fixa é uma de nossas maiores plataformas ofensivas; queremos avançar, nunca fomos uma equipe que contorna o contato, então se tivermos oportunidades no scrum ou na linha lateral, tentaremos dominar.'

Ele continuou que a Nova Zelândia desejará manter a posse de bola e evitar a disputa pela bola e peças fixas, o que corresponde ao seu plano de jogo, mas os Springboks sabem o que lhes cai melhor.

Os sul-africanos já passaram por um caminho semelhante ao sucesso: perderam jogos nas Copas do Mundo de 2019 e 2023, bem como a série contra os Leões Britânicos e Irlandeses de 2021, mas depois responderam com um período invicto e acabaram levantando o troféu.

Stik explicou que as mudanças feitas após o primeiro jogo foram principalmente forçadas, e algumas devido a lesões. Ele acrescentou que os jogadores entendem o plano da série, pois em uma situação como essa na Copa do Mundo, sempre se deseja apresentar o elenco mais forte disponível. Embora alguns jovens jogadores que tiveram a chance de brilhar tenham tido azar, vários veteranos retornaram de lesões e assumiram suas posições imediatamente.

Os All Blacks fizeram ajustes em seu elenco, embora Stik acredite que o núcleo de sua equipe permaneceu inalterado. 'A Nova Zelândia fez algumas mudanças, mas você provavelmente conhece o melhor time de 23 pessoas deles, e o cerne da equipe deles não mudou muito. Eles têm combinações que funcionam.'

Como a série está tensa, Stik acredita que ela justifica todas as expectativas. 'Este confronto justifica seu nome, talvez o melhor do mundo historicamente, e as pessoas obtêm valor por seus ingressos, porque você nunca sabe quem vai vencer.'

Tática de Rasisi Erasmus e Maestria de Cheslin Kolbe Ajudaram os Springboks a Vencer os All Blacks
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A equipe dos Springboks reiniciou sua campanha de rivalidade, apelidada de 'Maior Rivalidade do Rugby', em um emocionante jogo no estádio DHL. Eles obtiveram uma vitória convincente por 33–26 sobre os All Blacks, empatando a série de quatro jogos em 1–1.

Recuperando-se de uma derrota decepcionante em Ellis Park, a África do Sul combinou intensidade física precoce com inventividade tática refinada para assumir o controle do jogo contra os visitantes. Isso criou expectativa para o terceiro teste em Soweto.

Esta análise apresenta cinco momentos chave da noite memorável em Cidade do Cabo, incluindo decisões ousadas da comissão técnica e desempenhos individuais notáveis.

O Retorno de Siya Kolisi Restaurou a Dominância Ofensiva

O retorno de Siya Kolisi à linha defensiva forneceu aos Springboks a força física e a autoridade necessárias na disputa pela bola no ataque, que lhes faltaram em Ellis Park. Sua presença permitiu neutralizar as táticas desestabilizadoras da Nova Zelândia, dando aos anfitriões uma posse de bola mais limpa e uma base muito mais sólida.

O capitão dos alas demonstrou sua influência ao marcar um gol decisivo pouco antes do intervalo, confirmando que suas qualidades de liderança e trabalho são absolutamente indispensáveis em jogos de alta pressão.

O Plano Genial da Linha Frontal de Rasisi Erasmus

Rasisi Erasmus demonstrou novamente um movimento tático magistral, começando o jogo com Deon Fourie, Gerhard Steenkamp e Thomas du Toit para absorver o ímpeto inicial do adversário. Em seguida, aos 35 minutos, ele tomou a corajosa decisão de introduzir Malcolm Marx e Ox Nche antes do intervalo. Essa aposta rendeu dividendos imediatos, pois o par fresco e mundialmente reconhecido venceu um pênalti de escanteio dentro da área 22 dos All Blacks, levando diretamente ao gol de Kolisi e mudando decisivamente o rumo do jogo até o intervalo.

O Chute Impecável de Cheslin Kolbe Foi Decisivo

Em um clássico jogo de teste decidido por margens mínimas, a precisão metronômica de Cheslin Kolbe nos chutes foi o fator determinante. Atuando como principal armador de gols, o wing se destacou como o jogador do jogo, marcando três conversões e quatro pênaltis, totalizando 18 pontos. Sua taxa de acerto de cem por cento permitiu aos Springboks punir os erros da Nova Zelândia e manter a pontuação, diminuindo a importância da ausência tardia de Handre Pollard.

A Defesa dos Springboks Foi Exposta nas Zonas Laterais

A experiente combinação de centros Jesse Kriel e Damian de Allende demonstrou grande força, cada um marcando gols decisivos no primeiro tempo. No entanto, seu jogo não foi perfeito. Esses dois jogadores dos Springboks sofreram dois tackles de Will Jordan, o que levou a uma tentativa dos All Blacks. Os visitantes tiveram muito sucesso nas laterais, superando a pressão da defesa dos Bok e marcando pontos.

O Início Lento Prejudicou os Resilientes All Blacks

Na segunda semana consecutiva, o ritmo do jogo foi ditado pelo início rápido, mas desta vez a Nova Zelândia ficou em posição de desvantagem. Um gol sofrido nos primeiros dois minutos forçou os visitantes a jogar em modo de ataque de recuperação em Cidade do Cabo. Embora os gols no segundo tempo de Leroy Carter e Ardie Savea tenham demonstrado seu espírito de luta indomável, os All Blacks acabaram com uma tarefa muito alta contra a defesa determinada dos Springboks.

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