Mohammad Ali Dehghan Dehnavi, diretor da Organização para Promoção do Comércio do Irã (PMO), delineou três prioridades chave para a organização neste ano: monitoramento, facilitação e interação proativa.
Ao se dirigir à segunda reunião do think tank nacional de comércio exterior em Isfahan, Dehnavi reconheceu que o ano atual tem sido difícil para o comércio internacional, especialmente devido a eventos regionais e ações militares. No entanto, ele enfatizou que tais circunstâncias não devem causar desespero ou interromper as atividades.
Em relação ao monitoramento, ele pediu que se garantisse a conscientização sobre as condições comerciais em tempo real, identificando gargalos nas fronteiras e analisando tendências de exportação no nível de empresas e produtos individuais, em vez de se limitar à comparação de estatísticas alfandegárias.
Quanto à facilitação, Dehnavi enfatizou a eliminação de obstáculos práticos enfrentados pelo setor privado. Tais problemas incluem obrigações cambiais, atrasos no desembaraço de mercadorias e o aumento dos custos logísticos. Ele alertou que, se os custos de transporte tornarem a exportação economicamente inviável, os exportadores abandonarão os mercados, levando à perda de participação de mercado e receita.
Finalmente, na área de interação proativa, Dehnavi recomendou enfaticamente abandonar medidas reativas em favor de uma abordagem preventiva para identificar ameaças e oportunidades nos mercados de exportação. Ele também destacou a importância de utilizar câmaras de comércio provinciais e garantir que as missões comerciais resultem em acordos concretos e crescimento das exportações.

