O governo brasileiro destinou 1,1 bilhão para subsidiar combustíveis. De acordo com o documento publicado no Diário Oficial da União, a maior parte desses fundos, especificamente 5,6 bilhões de reais (o que equivale a cerca de 946 milhões de euros), será direcionada para um subsídio econômico à produção e importação de diesel para transporte rodoviário.
Os 998 milhões de reais restantes, equivalentes a aproximadamente 168,5 milhões de euros, serão utilizados para o apoio econômico à produção e importação de derivados de petróleo, incluindo gasolina.
Esses recursos financeiros serão repassados ao Ministério de Minas e Energia, cabendo à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a gestão direta do gasto dos fundos.
A decisão, tomada pela equipe econômica do Governo Lula da Silva, ocorreu em meio à pressão sobre os preços dos combustíveis causada pela guerra no Oriente Médio. Os subsídios foram introduzidos em maio deste ano e são concedidos a produtores e importadores de combustível.
Não foi estabelecido um prazo de término temporário para os subsídios, visto que este ato trata apenas da liberação de recursos, embora o subsídio ao diesel esteja previsto até 31 de dezembro deste ano. Como a liberação dos fundos foi feita por meio de medida provisória, o Congresso Nacional do Brasil tem 120 dias para analisar o texto, após o qual ele pode ser convertido em lei.
