Treinador do Durban City, Ben Youssef, exige gols da equipe na Copa Confederação CAF
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Treinador do Durban City, Ben Youssef, exige gols da equipe na Copa Confederação CAF

O jogo dentro da Copa Confederação CAF será um momento histórico para o clube Durban City, que se prepara para receber o Rukinzo FC de Burundi na primeira rodada preliminar. A partida ocorrerá no domingo à tarde no estádio Moses Mabhida.

Apesar de a equipe, detentora da taça Nedbank, entrar em campo em um momento histórico, há um forte senso de urgência. O Durban City inicia este torneio após um começo lento no campeonato nacional. Embora sua defesa tenha demonstrado solidez, sofrendo apenas dois gols em cinco partidas da Premier League, os empates frequentes, incluindo um jogo sem gols contra o Stellenbosch FC em meados da semana, revelaram uma falta de poder ofensivo.

O momento mais notável de sua campanha até agora é a vitória convincente fora de casa sobre o Kruger United por 2 a 0. O técnico Khalil Ben Youssef sabe muito bem que os playoffs continentais não deixam espaço para oportunidades perdidas.

Exigências do treinador ao ataque

Durante a coletiva de imprensa antes do jogo em Moses Mabhida, no sábado, Ben Youssef reconheceu o problema: «O momento difícil é que não estamos conseguindo marcar gols nas últimas partidas». Ele acrescentou que a equipe joga muito bem, mas carece de capacidade de finalização. «Amanhã estamos numa situação em que precisamos marcar — não apenas um gol, mas mais, para facilitar quando formos para Burundi».

A equipe técnica do City preparou-se para o adversário de Burundi, estudando vídeos dos três últimos jogos do Rukinzo FC na Liga A. Os visitantes chegam à África do Sul com uma sequência invicta em casa: uma vitória por 2 a 1 sobre o Panthère Noir FC, seguida por dois empates consecutivos de 0 a 0 com o Musongati FC e o Olympic Star Muyinga FC, o que lembra a forma recente do City. Isso também gera preocupações sobre um jogo de baixa pontuação, pois outro empate sem gols provavelmente será vantajoso para os visitantes.

Planos táticos para o jogo

Prevendo que o Rukinzo adotaria uma tática defensiva baixa para manter as chances no jogo de volta, Ben Youssef desenvolveu dois planos táticos. Ele explicou: «O futebol fala a mesma língua em todos os lugares. Esperamos que eles venham para defender para manter um resultado positivo no segundo jogo. Mas estamos preparados para ambos os cenários — se eles defenderem, temos um plano; se pressionarem alto, temos um segundo plano».

Para a maioria dos jogadores do Durban City, domingo será sua primeira experiência em competições interclubes africanas. Respondendo às suposições de que sua experiência continental pessoal, adquirida trabalhando em equipes técnicas por toda a África antes de chegar ao City, cria pressão adicional, Ben Youssef desviou a atenção para o apoio à sua equipe. Ele observou: «Isto é algo novo para 95% da equipe. Nossa tarefa como equipe técnica é dar-lhes confiança e fazê-los sentir que estão representando o país. Por que não avançar para a fase de grupos? Isso é muito positivo para o nome, currículo e carreira deles».

O capitão Brooklyn Poggenpoel apoiou o tom calmo do treinador, enfatizando que a equipe vê o evento como um desafio, e não como um espetáculo assustador. Segundo ele, «é mais futebol do que um evento. É óbvio que participar da África é um grande marco para o clube, mas é apenas o primeiro passo. O clima no acampamento é positivo. Quando o coletivo se sai bem, os jogadores individuais alcançam mais».

Com o início programado para as 15h, o plano do Durban City é claro: manter seu estádio em casa, manter o gol limpo e criar uma vantagem decisiva antes da viagem para a África Oriental.

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