O governo regional de Ceuta classificou como um «grave erro» a decisão do executivo presidido por Pedro Sánchez de instalar diversas tendas perto do Cais de Poniente. Essa medida visava oferecer mais mil vagas para receber migrantes que chegaram em 30 de julho e permanecem desabrigados.
A administração de Ceuta sustentou que tal ação representa um problema sério, visto que o porto é considerado uma infraestrutura essencial, conforme apontam os relatórios disponíveis.
Adicionalmente, o executivo liderado por Juan Jesús Vivas manifestou que a rapidez empregada na busca por alojamento para os migrantes deveria ser direcionada ao seu repatriamento. Segundo este executivo, o retorno dos indivíduos que vieram de Marrocos deve ser tratado como prioridade máxima.
As autoridades locais reforçaram que o regresso desses migrantes constitui o único caminho para que Ceuta possa restabelecer a sua situação normal.
