O Supremo Tribunal decidiu que forçar uma pessoa a sair de uma cidade ou região afeta a liberdade garantida pela Constituição. Por essa razão, o Tribunal determinou que o governo não tem o direito de emitir ordens de exclusão da cidade de forma regular; em vez disso, é obrigado a tomar resoluções fundamentadas para justificar tais medidas severas.
O Tribunal enfatizou que, para prevenir o uso arbitrário do poder, são necessários materiais objetivos e uma ligação clara entre esses materiais e a conclusão tirada.
Além disso, o Supremo Tribunal anulou a ordem do magistrado distrital Raigar, afirmando que a existência de múltiplos casos criminais por si só não é um fundamento suficiente para a adoção de tais medidas.
