Pesquisadores obtiveram sucesso ao usar bactérias marinhas geneticamente modificadas para acelerar o processo de intemperismo do olivina. Este mineral silicatado desempenha um papel importante na ligação do dióxido de carbono atmosférico em meio aquoso.
Os cientistas modificaram as bactérias, ajustando-as para a produção ilimitada de sideróforos, o que lhes permite dissolver ferro de forma eficiente. Durante o experimento, realizado em uma unidade piloto contendo quatro quilos de olivina, foi registrado a remoção de 0,5 grama de CO2 do ar diariamente.
Os resultados deste trabalho científico foram apresentados oficialmente na publicação Nature Biotechnology.
