Índia fornecerá 1 milhão de dólares ao Uzbequistão para a recuperação do Mar de Aral
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Índia fornecerá 1 milhão de dólares ao Uzbequistão para a recuperação do Mar de Aral

A Índia anunciou uma parceria com o Uzbequistão no valor de 1 milhão de dólares para apoiar os esforços de recuperação da região do Mar de Aral. Isso foi comunicado por Sibi George, secretário (Oeste) do Ministério das Relações Exteriores da Índia, durante uma coletiva de imprensa após a visita do primeiro-ministro indiano ao Uzbequistão.

Segundo George, os líderes dos dois países destacaram a semelhança entre a iniciativa uzbeque 'Yashil Makon' e o programa indiano 'Plant for Mother'. Ambos os países implementam medidas voltadas para a arborização e a recuperação ecológica.

Nesse sentido, o primeiro-ministro indiano Narendra Modi declarou que o Uzbequistão receberá 1 milhão de dólares através de um programa de subsídios do governo indiano destinado a trabalhos de restauração na região do Mar de Aral.

Comentando a importância desta iniciativa, George enfatizou que esta parceria é crucial devido aos graves problemas ambientais na região, como desertificação, salinização do solo e disseminação de sal e poeira do leito marinho exposto. Ele acrescentou que o apoio da Índia através do programa de subsídios ajudará o Uzbequistão em seus esforços de reflorestamento e recuperação ecológica do território afetado.

O diplomata salientou que esta iniciativa é uma 'expressão concreta' da convergência dos programas 'Yashil Makon' do Uzbequistão e da campanha 'Ek Ped Maa Ke Naam' da Índia, além de confirmar o compromisso de ambos os países com os princípios de sustentabilidade ambiental e as medidas de combate às mudanças climáticas.

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O presidente do Banco Central do Uzbequistão, Timur Ishmetov, declarou em 24 de agosto, ao inaugurar o Fórum de Finanças e Tecnologia da Rota da Seda em Tashkent, que o Uzbequistão pretende atrair US$ 1 bilhão em investimentos para o setor de tecnologia financeira até 2030.

Segundo Ishmetov, uma das principais tarefas do regulador é formar um ecossistema completo de fintech e transformar o Uzbequistão em um dos centros regionais de tecnologia financeira.

O Banco Central está criando condições para testar novas soluções por meio de seu sandbox regulatório. Além disso, o Hub de Inovação do Banco Central se tornará um elemento chave da infraestrutura, onde espera-se a aceitação do primeiro grupo de residentes no quarto trimestre de 2026.

Este hub apoiará os projetos de fintech em todas as fases — desde o desenvolvimento e teste de soluções até sua introdução no mercado. Paralelamente, o Banco Central fundou um fundo de capital de risco especializado e está negociando com gestoras internacionais.

Uma das funções deste fundo será ajudar projetos de fintech promissores a atrair um maior volume de capital e coinvestidores internacionais. O regulador também está trabalhando na implementação de API de open banking e novos padrões de pagamento, o que deve simplificar a interação entre os sistemas financeiros e promover o desenvolvimento de serviços financeiros transfronteiriços.

Além disso, o Banco Central está desenvolvendo um modelo alternativo de pontuação de crédito usando inteligência artificial e estudando a aplicação potencial do suma digital.

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O Uzbequistão lançará um projeto com o apoio do Banco Mundial, cujo objetivo é detectar e eliminar vazamentos de gás, reduzir as emissões de metano e modernizar a infraestrutura de gás.

Este projeto receberá um subsídio de US$ 10,6 milhões e será implementado entre 2026 e 2028. A decisão sobre as medidas de implementação do projeto foi aprovada pelo Decreto do Conselho de Ministros nº 444 de 18 de agosto de 2026. O acordo de subsídio foi assinado pelo Ministério da Economia e Finanças do Uzbequistão e pelo Banco Mundial.

A maior parte do financiamento, correspondente a US$ 9,6 milhões, será destinada a medidas para reduzir as perdas de gás na infraestrutura. Adicionais US$ 500.000 serão destinados ao fortalecimento do potencial institucional para monitoramento e relatórios, e os US$ 500.000 restantes cobrirão os custos da unidade executiva do projeto, a contratação de especialistas estrangeiros e outras atividades de apoio.

Anteriormente, estudos realizados com o apoio do Banco Mundial nas instalações da Uztransgaz identificaram mais de mil locais com vazamentos de gás. O volume total desses vazamentos era estimado em até 35 milhões de metros cúbicos.

De acordo com o mecanismo aprovado, o volume de metano economizado passará por verificação independente. Os fundos obtidos com essa economia serão acumulados em uma conta de custódia especial. Esses fundos acumulados serão usados para financiar a manutenção e atualização do sistema de gás, e o gás natural economizado será fornecido ao mercado interno por pelo menos dois anos.

Para coordenar o trabalho, será criado um grupo de trabalho interministerial, que incluirá representantes do Ministério da Economia e Finanças, do Ministério da Energia e da Uztransgaz. O objetivo do projeto não é apenas reduzir as perdas de gás, mas também criar um mecanismo para utilizar os recursos economizados para o desenvolvimento futuro e manutenção da infraestrutura de gás.

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