A Tempestade Karina evoluiu para um furacão no Oceano Pacífico, mas seu centro permanece no mar, sem apresentar risco imediato à terra firme.
De acordo com o Centro Nacional de Furacões, sediado em Miami, a Karina registrou ventos de 130 quilômetros por hora, o que a classifica como um furacão de Nível 1. É importante notar que um furacão classificado como grande deve atingir a Categoria 3 ou superior.
No momento, a tempestade estava localizada a 1.325 quilômetros a sudoeste da ponta sul da Península da Baixa Califórnia, no México, e movia-se para noroeste a uma velocidade de 24 quilômetros por hora, seguindo uma rota projetada que a conduzirá mais para o interior do Pacífico.
Embora a projeção inicial indicasse que a Karina ficaria distante da costa, o centro de acompanhamento dos furacões alertou que as ondas geradas pela tempestade podem causar condições marítimas perigosas e correntes de retorno em certas áreas do sudoeste do México e da Península da Baixa Califórnia.
Em outra região do Pacífico, a tempestade Lowell foi observada a sudeste do Havaí, sem representar perigo para áreas terrestres.
Adicionalmente, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica antecipou uma temporada de furacões abaixo da média, atribuindo isso ao fenômeno El Niño. A previsão aponta para a ocorrência de oito a 14 tempestades nomeadas, das quais três a seis devem alcançar a força de furacão, e uma a três delas podem atingir a intensidade de furacões de grande porte.
