Peskov afirma que a Rússia está aberta à continuação das negociações sobre a Ucrânia
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Peskov afirma que a Rússia está aberta à continuação das negociações sobre a Ucrânia

O Kremlin comunicou sua disposição em continuar as negociações sobre a situação na Ucrânia. Ao mesmo tempo, os contatos de trabalho entre Moscou e Washington são mantidos.

De acordo com informações divulgadas pelo porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, a jornalistas em Tashkent em 27 de agosto, a Rússia está disposta a resolver o conflito na Ucrânia pacificamente, mas ainda não há um plano claro para o próximo encontro de representantes da Rússia, EUA e Ucrânia.

Peskov enfatizou que a Rússia está aberta à continuação das negociações de paz e também observou que os laços de trabalho entre Moscou e Washington são mantidos. Ele declarou que a Rússia prefere alcançar seus objetivos por meios pacíficos; caso contrário, a operação militar especial continuará.

O representante do Kremlin também comentou a iniciativa de usar ativos russos congelados para apoiar a Ucrânia. Peskov classificou tais ações como ilegais e alertou para possíveis consequências jurídicas. Esta iniciativa está sendo promovida por países como Suécia, Holanda, Espanha e Polônia.

Além disso, Peskov rejeitou relatos de planos militares russos contra a OTAN, afirmando que tais informações não correspondem à verdade e não refletem as intenções da Rússia. Ele acrescentou que Moscou enfrenta uma política agressiva por parte dos estados europeus.

Anteriormente, Peskov mencionou que os contatos entre os serviços de inteligência da Rússia e dos EUA continuam mesmo nos períodos mais difíceis das relações bilaterais. Ele descreveu esses encontros, realizados durante a visita do diretor da CIA, John Ratcliffe, a Moscou, como um processo positivo.

Também foi mencionado no comentário fornecido por Peskov à agência Bloomberg que as tentativas da Ucrânia de causar danos à infraestrutura econômica e comercial russa levarão a uma 'resposta firme' por parte de Moscou.

Anteriormente, Kirill Budanov, chefe do gabinete da administração de Volodymyr Zelensky, havia declarado a intenção de retomar a discussão sobre a resolução da crise na Ucrânia.

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