Jaecoo lança novos SUVs híbridos no Brasil; Ferrari 296 pode ter versão sem hibridização
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Jaecoo lança novos SUVs híbridos no Brasil; Ferrari 296 pode ter versão sem hibridização

Durante o Festival de Interlagos, a Omoda Jaecoo apresentou duas novas opções para o mercado brasileiro: os SUVs Jaecoo 5 e Jaecoo 8, ambos equipados com tecnologia híbrida.

O Jaecoo 5 é um SUV compacto com dimensões de 4,38 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,65 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. Suas especificações incluem um motor 1.5 turbo a gasolina com injeção direta e um motor elétrico frontal (alimentado por uma bateria de 1,8 kWh), gerando um total de 224 cv e 30,1 kgfm de torque. Este conjunto o posiciona como o SUV compacto mais potente disponível no Brasil, embora as vendas só comecem em setembro, sem que os preços tenham sido anunciados. A fabricante também confirmou o desenvolvimento de uma futura versão totalmente elétrica deste modelo.

Já o Jaecoo 8 é o primeiro veículo de sete lugares da marca no Brasil. Este SUV robusto mede 4,82 metros de comprimento, 1,93 m de largura, 1,70 m de altura e possui 2,82 m de entre-eixos, superando em tamanho até mesmo o Jeep Commander. Ele também utiliza um sistema híbrido plug-in, composto por um motor 1.5 turbo a gasolina e dois motores elétricos (um para cada eixo). Essa configuração entrega impressionantes 537 cv e 66,2 kgfm de torque, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos e oferecendo uma autonomia de 180 km no modo puramente elétrico. O lançamento do Jaecoo 8 está previsto para o primeiro semestre de 2027.

Possível abandono do sistema híbrido na Ferrari 296 Challenge Stradale

Há boas notícias para entusiastas de carros a combustão, pois a Ferrari 296 pode receber uma versão sem assistência híbrida em breve. Um exemplar camuflado foi visto circulando perto da fábrica em Modena, e informações sobre seu mecanismo foram obtidas.

A Ferrari já comercializa a versão Challenge da 296, voltada para pistas e encontros amigáveis. Contudo, o veículo fotografado parece ser a versão de rua, que poderia ser denominada 296 Challenge Stradale. Embora a camuflagem oculte detalhes da carroceria, ela não esconde a grande asa traseira com suportes estilo «pescoço de ganso», similar à da versão Challenge.

O ponto mais relevante é a especulação sobre um conjunto mecânico sem eletrificação. Fontes ligadas à marca indicam que, assim como na versão de pista, o sistema híbrido seria removido, restando apenas o V6 biturbo, calibrado para produzir cerca de 720 cv. O intuito seria diminuir o peso do automóvel, visando um peso inferior a 1.300 kg sem fluidos, comparado aos 1.470 kg secos da versão de rua atual.

Os informantes também reportaram que a 296 Challenge Stradale deve ser lançada ainda neste ano, especificamente em novembro, e fará parte do catálogo padrão da Ferrari, e não como uma edição limitada.

Dodge Viper GTS-R recebe kit Lego Technic

Embora o Dodge Viper tenha sido descontinuado há alguns anos, ele ganhou uma nova representação em miniatura: um kit da Lego Technic lançado recentemente.

Este kit do Viper GTS-R apresenta portas funcionais e direção operacional, além de uma asa traseira reproduzida com notável fidelidade para um modelo de entrada Technic. Adicionalmente, o motor V10 em escala possui pistões móveis, um detalhe interessante que eleva o desafio de montagem. O kit é composto por 805 peças e acompanha um manual de 170 páginas, sugerindo um projeto que pode ocupar vários fins de semana.

A recomendação de idade é a partir de 10 anos, mas o produto pode agradar adultos. Quem adquirir o kit receberá um código para resgatar uma pintura exclusiva no jogo Forza Horizon 6. O lançamento inclui o Brasil e o kit pode ser reservado no site oficial da Lego por R$ 649,90, sendo considerado um dos kits mais acessíveis da linha Technic, que possui modelos mais complexos com cerca de 4.000 peças e valores superiores a R$ 4.000.

Nova geração do Mitsubishi Pajero será apresentada em breve

A próxima geração do Pajero está prestes a ser revelada. A Mitsubishi comunicou que o evento ocorrerá no dia 2 de setembro, marcando o fim de um hiato de cinco anos desde a descontinuação da geração anterior em 2021, momento em que a picape Triton se tornou o único modelo off-road legítimo da marca.

Assim como a Triton, o novo Pajero utilizará um chassi de longarinas, embora a Mitsubishi assegure que ele terá ajustes específicos para proporcionar maior conforto aos passageiros e uma dinâmica mais apurada, mantendo sua capacidade em terrenos difíceis. A empresa também confirmou que o Pajero terá versões com motor turbodiesel e híbridas, apesar de ainda não ter divulgado as especificações técnicas ou a disponibilidade de lançamento.

É provável que o novo Pajero utilize o mesmo conjunto motriz da Mitsubishi Triton, que atualmente conta com um motor turbodiesel de 2,4 litros e 205 cv, e que em breve receberá um sistema híbrido completo (HEV, não plug-in) baseado nesse motor. Seguindo a tradição, a fabricação do novo Pajero será realizada na Tailândia, compartilhando a linha de produção com a Mitsubishi Triton.

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O modelo Renault Kwid, anteriormente apresentado na Índia por um preço abaixo de 500 mil, está recebendo uma nova atualização que difere das mudanças insignificantes anteriores, que se concentravam principalmente no logotipo.

A empresa planeja lançar o Renault Kwid atualizado no Brasil. Recentemente, um protótipo de teste foi avistado, revelando detalhes significativos do design e do interior do veículo. Além disso, seus renders apareceram nas redes sociais.

O protótipo de teste mostra os perfis dianteiro e lateral do novo Kwid. A parte frontal do veículo possui luzes diurnas de LED finas (DRL), que também podem funcionar como indicadores de direção. O carro receberá um novo elemento de grade seccional com acabamento brilhante.

Ele será equipado com um para-choque com redesenho significativo, incluindo uma entrada de ar maior. Faróis novos foram adicionados, e um acento prateado foi usado na parte inferior do para-choque. O logotipo da Renault é visível em preto, embora haja a possibilidade de a empresa lançar uma versão cromada com outra cor.

A parte dianteira parece mais preenchida, e a empresa atualizou o capô. A linha lateral permanece semelhante à Kwid atual, e espera-se que as dimensões do veículo não mudem. Ele manterá a altura do solo de 184 mm, assim como o modelo existente.

O veículo terá uma antena em forma de tubarão e barras de teto, além de novas capas de roda. O para-choque traseiro será bicolor, e os faróis traseiros parecem mais nítidos. Mudanças também são esperadas no interior do novo Kwid, incluindo um volante multifuncional de três raios, embora os detalhes ainda sejam desconhecidos.

O Kwid é o modelo mais acessível da Renault. Ao lhe dar um visual de SUV, ele conquistou parte do mercado da Maruti Suzuki Alto. Com o tempo, o veículo recebeu apenas pequenas atualizações, o que diminuiu sua influência.

Atualmente, na Índia, este carro é equipado com um motor de três cilindros de 1,0 litro. Este motor gera 69 cv de potência e 92,5 Nm de torque. Uma caixa de câmbio manual de cinco velocidades e uma transmissão automática AMT de cinco velocidades estão disponíveis. Na Índia, o veículo também é vendido com a opção de retrofit CNG. Seu preço inicial na Índia é de 4,52 lakh de rúpias, incluindo todos os impostos.

Porsche nega rumores sobre o fim do Taycan; lançado novo Toyota RAV4 híbrido plug-in
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A Porsche refutou especulações de que planeja descontinuar o modelo Taycan, enquanto o mercado automotivo apresenta outras novidades, como o lançamento de uma versão híbrida plug-in do Toyota RAV4 e estudos de retorno da Chevrolet ao segmento de caminhões no Brasil.

Historicamente, a Porsche diversificou sua linha, introduzindo o SUV Cayenne e o Boxster na década de 1990 para apoiar o 911. Contudo, em 2026, observa-se uma inversão curiosa: o 911 mantém números de vendas consistentes, ao passo que o restante da linha enfrenta dificuldades de comercialização.

Recentemente, houve ampla cobertura midiática sobre a intenção do Grupo Volkswagen de otimizar sua linha para conter custos e prejuízos, visando reduzir pela metade o número de modelos em todas as suas marcas. Dentro desse escopo, o Porsche Taycan foi apontado como um dos potenciais candidatos ao fim de produção. Uma nota divulgada na revista econômica alemã WirtschaftsWoche sugeria que o sedã elétrico poderia ser descontinuado até 2030, sendo que a Porsche chegou a cogitar um encerramento ainda mais precoce.

Em resposta direta a esses rumores, a Porsche se manifestou publicamente. Um porta-voz da marca informou à publicação Robb Report que não existe nenhum plano de curto prazo para retirar o Taycan do mercado. Pelo contrário, a fabricante realizou investimentos significativos no veículo e está monitorando a procura por ele.

Apesar disso, a demanda pelo Taycan apresentou uma redução notável nos últimos anos, registrando pouco mais de 16.000 unidades vendidas em 2025, o que representa uma queda acentuada comparada às mais de 41.000 unidades vendidas em 2021. Isso sugere que a Porsche pode ter superestimado o interesse do público por veículos elétricos em seu nicho de atuação.

A declaração feita ao Robb Report ecoa o posicionamento anterior da Porsche sobre os futuros modelos Boxster e Cayman elétricos, reforçando que os planos permanecem válidos devido aos grandes investimentos já realizados nestes carros, impossibilitando desistir no momento. O futuro desses modelos permanece sob observação.

Tendências na Indústria Automotiva

No setor, uma tendência crescente é a redução de botões nos painéis, substituindo-os por telas sensíveis ao toque e comandos de voz. A BMW segue essa linha, alegando que a ausência de comandos físicos em seus modelos mais novos se deve à preferência dos jovens por interagir com seus carros por voz. Vikram Pawah, CEO da divisão australiana da BMW, comentou com a CarExpert que comandos de voz e toque estão se popularizando, atribuindo isso, em parte, a uma questão geracional. Ele observou que a geração mais jovem, com 45 anos ou menos, adota essas tecnologias mais rapidamente, priorizando a velocidade e sendo multitarefas.

Embora essa justificativa pareça plausível, ela negligencia aspectos cruciais de ergonomia e segurança. Botões físicos e táteis oferecem a vantagem inigualável de não forçar o motorista a desviar o olhar da pista. A memória muscular permite ajustes rápidos, como controle de temperatura ou troca de rádio. Em contraste, uma tela sensível ao toque exige foco visual e navegação por menus, desviando atenção necessária para a condução.

Argumenta-se que justificar o fim dos botões como uma adaptação à 'demanda da juventude multitarefa' é, na verdade, uma narrativa conveniente. O motivo real dessa mudança forçada é financeiro: softwares e telas são mais econômicos de produzir que comandos físicos. Benedetto Vigna, atual CEO da Ferrari, confirmou que os conjuntos de comandos por toque podem custar até 50% menos do que um painel completo de interruptores mecânicos, fiação dedicada e moldes plásticos.

Lançamento do Novo Toyota RAV4 Híbrido Plug-in

A Toyota introduziu no mercado brasileiro o novo RAV4 equipado com um sistema híbrido plug-in. Esta versão, denominada XSE, completa a linha do SUV, cuja nova geração foi apresentada no Brasil em abril de 2026. Pelo preço de R$ 399.990, o RAV4 XSE PHEV se posiciona acima das versões S e SX, que utilizam um sistema híbrido tradicional.

O trem de força combina um motor de quatro cilindros aspirado de 2,5 litros, gerando 189 cv e 24,2 kgfm, juntamente com três motores elétricos. A potência total alcançada é de 329 cv, permitindo que o SUV acelere de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos e atinja uma velocidade máxima de 180 km/h, tornando-o a versão mais potente do RAV4 vendida no Brasil. A Toyota informa que a nova bateria de íons de lítio de 22,7 kWh possibilita percorrer até 61 km em modo totalmente elétrico, conforme o padrão Inmetro. Adicionalmente, o SUV passou a suportar carregamento rápido em corrente contínua (DC) de até 50 kW, além de 11 kW em corrente alternada.

Internamente, o SUV conta com um painel digital de 12,3 polegadas e uma central multimídia de 12,9 polegadas equipada com som JBL, além da versão 4.0 do pacote Toyota Safety Sense. No entanto, a instalação da bateria maior sob o assoalho resulta em uma limitação prática: o porta-malas oferece 421 litros, um volume inferior aos 749 litros disponíveis nas configurações híbridas convencionais S e SX. Apesar do aumento de potência (329 cv contra 306 cv da versão plug-in anterior) e da inclusão do carregamento rápido, a Toyota manteve o preço em R$ 399.990, idêntico ao valor cobrado no lançamento do PHEV da geração anterior em 2024.

Chevrolet Estuda Retorno ao Segmento de Caminhões no Brasil

Mais de três décadas se passaram desde que a Chevrolet suspendeu a venda de caminhões no Brasil. Os últimos modelos, que eram médios e pesados da Série 11000 a 22000 (como D-12000 e D-14000), foram retirados de linha em meados da década de 1990. Posteriormente, a GM tentou uma incursão na segunda metade dos anos 1990, transferindo a divisão de comerciais pesados para a marca GMC. Nesse período, foram introduzidos no país o GMC Kodiak, um caminhão bicudo importado dos Estados Unidos, e os modelos leves das linhas 6-100 e 6-150, além de linhas médias baseadas em projetos da Isuzu.

Essa operação, contudo, teve curta duração e foi formalmente encerrada no início dos anos 2000. Agora, mais de vinte anos depois, a Chevrolet avalia um retorno ao segmento de veículos pesados no Brasil. Segundo informações da Autoesporte, o foco atual seria restabelecer a colaboração local com a Isuzu, direcionada primariamente a caminhões leves destinados ao uso urbano.

Nos Estados Unidos, a Chevrolet comercializa a linha Low Cab Forward (LCF), que consiste em caminhões urbanos de cara chata, essencialmente modelos da Isuzu renomeados com a identidade visual da marca. Embora os detalhes dessa possível parceria no Brasil ainda sejam incertos, uma alternativa levantada é a importação de modelos fabricados no Uruguai, seguindo o exemplo de Ford e Kia com seus respectivos veículos comerciais. A razão para essa possibilidade reside no acordo de livre comércio Mercosul, que isenta veículos montados no país vizinho de impostos de importação, diminuindo significativamente os custos de entrada no mercado nacional.

Se este projeto avançar, a meta é competir com marcas estabelecidas no transporte urbano, como a família Volkswagen Delivery e modelos sul-coreanos e chineses do setor. Para a Chevrolet, isso representaria uma oportunidade de reconquistar um segmento historicamente lucrativo e importante, com um custo de desenvolvimento relativamente baixo, aproveitando a vasta infraestrutura de sua rede de concessionárias que cobre todo o território nacional.

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