Comitê de Desenvolvimento da Concorrência do Uzbequistão Identifica 6000 Violações em Publicidade em Seis Meses
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Comitê de Desenvolvimento da Concorrência do Uzbequistão Identifica 6000 Violações em Publicidade em Seis Meses

O Comitê de Desenvolvimento da Concorrência e Proteção dos Direitos do Consumidor do Uzbequistão realizou mais de 13.500 investigações de materiais publicitários no primeiro semestre, resultando na descoberta de 6000 violações da legislação publicitária, conforme relatado pela assessoria de imprensa do órgão.

Ao examinar 545 exemplos de publicidade de medicamentos e suplementos alimentares, foi constatada a não conformidade com os requisitos legais em 51 casos.

Foram registrados 54 casos de veiculação de publicidade de produtos proibidos, incluindo tabaco, álcool e cigarros eletrônicos. Além disso, foram identificados 82 casos de publicidade de serviços de apostas e totobancas.

As autoridades competentes enviaram solicitações para tomar medidas contra 76 websites que promoviam jogos de azar e jogos de risco. Como resultado dessas medidas, mais de 50 desses sites foram bloqueados.

Nas redes sociais, o comitê descobriu três influenciadores com audiências significativas que publicavam vídeos no formato de cenas, promovendo serviços de apostas e jogos de azar. Procedimentos administrativos correspondentes foram emitidos contra essas pessoas.

Em relação a todos os incidentes listados, medidas coercitivas foram aplicadas a 83 entidades, de acordo com a legislação vigente.

Como exemplo ilustrativo, o comitê citou casos de promoção de jogos de azar sob a marca Melbet nas redes sociais. Os cidadãos envolvidos sofreram responsabilidade administrativa, e os materiais foram encaminhados ao tribunal.

O comitê também observou que algumas empresas que produzem e comercializam dispositivos médicos e medicamentos utilizaram em sua publicidade «formas, expressões e imagens contrárias às tradições nacionais e familiares, bem como aos padrões socialmente aceitos de moralidade e espiritualidade», o que foi confirmado por um parecer do órgão responsável.

No âmbito do monitoramento da publicidade, o comitê solicitou mais de 30 pareceres técnicos ao Ministério da Saúde. No final, as deficiências foram corrigidas em mais de 20 casos.

Além disso, durante o processo de análise e perícia dos materiais publicitários, o órgão estudou mais de 18 mil amostras e emitiu pareceres sobre a não conformidade com os requisitos legais em 25% dos casos.

Desde o início deste ano, o comitê também enviou cerca de 10 mil avisos e solicitações a vários sujeitos: meios de comunicação, administradores de canais e grupos do Telegram, sites no domínio uz, agências de publicidade, bem como anunciantes, fabricantes, distribuidores e clientes.

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