A jornada fotográfica por Soweto foi dedicada a capturar o movimento, o estilo, a comunidade e a beleza da vida cotidiana. O projeto «One Body. One Lens. One Story.» foi resultado da colaboração entre o fotógrafo jimm.andtonic e o diretor criativo cheddar_nunez. Ele foi realizado com o apoio da Sony Alpha, utilizando a câmera Sony α7 IV e a lente 28–70mm F2.
Em vez de seguir uma lista de fotos pré-determinada, o projeto foi construído em torno de uma ideia simples: seguir o sol e criar intuitivamente. Em três locais de Soweto, são mostradas diferentes manifestações da cultura kasi: desde dança e moda até a cultura do skate e a beleza silenciosa do cotidiano.
A primeira história foca na dança
A primeira parte da narrativa é dedicada a sowetohippie, cuja inspiração artística estava ligada à dança. Para ele, a dança se tornou uma fonte de confiança, propósito e senso de comunidade antes que ele se aprofundasse nos relacionamentos com a moda e a individualidade da cultura Skhothane. Essa evolução levou ao desenvolvimento de uma prática criativa multidisciplinar, onde seus trabalhos continuam a mudar as formas de autoexpressão.
As fotografias refletem essa transformação através das roupas, da postura e do movimento. Em vez de ver a moda como ponto de partida, as imagens exploram o caminho que levou a ela: como a dança pode gerar estilo, como o estilo pode levar à criatividade e como o código linguístico da criatividade pode se formar no ambiente onde ela nasce.
O segundo capítulo é dedicado à cultura do skate em Soweto
O skate permitiu que Geezy saísse dos limites de Soweto, abrindo oportunidades que começaram com um simples skate e um local para praticar. Seu caminho culminou no trabalho através de others.skateboarding, onde ele interage com jovens skatistas na comunidade, apresentando-lhes a cultura que moldou seu próprio percurso.
Aqui, a fotografia se torna mais dinâmica. As imagens reagem à velocidade e imprevisibilidade do skate, capturando Geezy em movimento, enquanto o ambiente circundante permanece uma parte importante do quadro. O resultado não é tanto a documentação de truques, mas sim um retrato do movimento, da comunidade e do potencial.
A última parte do showcase simplifica ainda mais as coisas
No bairro Bramfisher em Soweto, a câmera percorre o quarteirão sem um objeto de atenção específico. Não há encenação formal ou sequência predefinida. Em vez disso, as fotografias surgem de tudo o que chama a atenção: pessoas, luz, gestos, interações e momentos fugazes.
Ao longo do processo, aparecem rostos familiares — amigos com quem cheddar_nunez cresceu e crianças do bairro. Consequentemente, as fotografias passam a ser sentidas não tanto como observação de um lugar, mas como um registro de casa. É aqui que o projeto «One Body. One Lens. Our Story.» encontra sua conexão mais forte. Em vez de abordar a kasi através da linguagem visual habitual de ausência ou restrição, o showcase foca no que já existe: energia, amizade, humor, beleza, movimento e estilo.
Para os jovens modelos, a câmera serve especialmente como uma forma de lhes oferecer uma imagem diferente de si mesmos — uma em que sua presença tem o mesmo significado e intenção que os objetos em estúdios, campanhas publicitárias e revistas.
Em todas as três histórias
A câmera Sony α7 IV e a lente 28–70mm F2 tornam-se ferramentas de observação, e não o centro das atenções. A flexibilidade deste sistema permite ao fotógrafo alternar entre planos paisagísticos e retratos íntimos, acompanhar o movimento e reagir à luz variável, sem perturbar a espontaneidade do momento.
Em vez disso, o sistema permite que diferentes pessoas, ambientes e experiências falem por si mesmas: da dança ao skate, da moda à comunidade, das aspirações criativas à vida cotidiana. Os três locais transformam-se em três maneiras diferentes de perceber o mesmo lugar. Juntos, eles formam a documentação fotográfica de um dia passado em um estudo mais atento do lar.
